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domingo, 1 de abril de 2012

Mac4Lin seu MAC OS baseado em Linux e livre para instalar em qualquer pc

Se comprar um Apple ainda está longe de tuas posses ou fazer um hackintosh no teu PC está complicado, talvez seja mais fácil apelar para o Linux.

Desenvolvida pelo americano Anirudh Acharya, o Mac4Lin tem a cara do Mac OS X Leopard, implementando a interface do Mac na maioria dos detalhes.



Se você é admirador do Macintosh, fã da Apple, ou apenas gosta do visual do sistema operacional Mac OS, que tal fazer com que seu Ubuntu tenha o mesmo visual do Mac, sem dificuldade? É isso que o Mac4Lin proporciona: o visual do Macintosh ao ‘esforço’ de um click apenas.

O Mac4Lin é um script automatizado que irá executar diversas alterações em seu sistema, modificando ícones, decoração das janelas, cores, tamanho e tipo de fontes, menus, …

É importante que você rode o script como usuário comum, para evitar alterações indesejadas.

Como Instalar

O script, após o download, estará como um pacote compactado.

Extraia os arquivos, clicando com o botão direito do mouse sobre o pacote, e escolhendo a opção ‘Extrair Aqui’. Aparecerá uma pasta com o nome ‘Mac4Lin_Install_v1.0′. Abra-a. Dentro dela há uma pasta com o mesmo nome. Abra-a também.

1.Clique com o botão direito sobre o arquivo ‘Mac4Lin_Install_v1.0.sh’, escolha a opção ‘Propriedades’, e na aba ‘Permissões’ marque a opção ‘Permitir a execução do arquivo como um programa’. Na próxima janela, clique no botão ‘Executar em terminal’, para que possamos acompanhar a instalação.

2.Agora acompanhe seu sistema adquirir a aparência do Mac OS, automaticamente. Quando aparecer a pergunta ‘Do you want to enable Metacity Compositor’, tecle ‘n’ e pressione a tecla ‘Enter’. Isso irá manter o Compiz como o gerenciador padrão de efeitos do Ubuntu.

3.A próxima pergunta será sobre instalar ou não componentes adicionais (sons, tela de login, etc.) que requerem acesso como root. Não há nada pernicioso no script, então tecle ‘y’ e pressione a tecla ‘Enter’. Digite a senha que você utiliza no sistema, e pressione ‘Enter’ novamente.

Ao final, aparecerá uma pequena informação dizendo que o tema foi instalado, e pedindo que você pressione qualquer tecla para continuar.

Faça isso, e o script será fechado automaticamente. Para que todas as alterações aconteçam corretamente, reinicie seu computador.

Utilizando o Tema

O tema estará aplicado a diversos detalhes do computador, e você irá perceber isto no dia-a-dia. Caso venha a arrepender-se das modificações realizadas, e queira desinstalar o tema, basta rodar o script ’Mac4Lin_Uninstall_v1.0.sh’, na mesma pasta do script de instalação.

Roda em Ambiente gráfico Gnome

Também é possível:




Saiu recentemente o Mac4Lin versão 1.0 final, um conjunto de alterações que permitem transformar o seu sistema operativo Linux na interface do macOSx Leopard.


 
O Mac4Lin faz alterações no Gnome, Xfce, na janela de login GDM e algumas aplicações mais conhecidas, como o Firefox, Metacity, Songbird e Pidgin.
 
 

Para fazer estas alterações, só tem que fazer download do pacote pela página oficial no SourceForge, extrair e executar um ficheiro shell (.sh) de forma a que as alterações sejam aplicadas.



Esta e outras notícias você encontra em http://www.computersservicetecnica.blogspot.com/ e em http://www.legaisdaweb.com/

sábado, 31 de março de 2012

História dos sistemas operacionais: Linux

Antes de contar mais uma história, vale explicar um detalhe neste capítulo. Como existem diversos sistemas desenvolvidos nessa plataforma, Linux é o nome usado para qualquer sistema operacional que utilize o núcleo Linux.

O Linux nasceu como um projeto de um estudante finlandês chamado Linus Torvalds. Aliás, o nome Linux surgiu da mistura de Linus com Unix, um sistema operacional de grande porte dos anos 70. A primeira versão oficial do Linux foi lançada em 1991 e, desde então, o número de desenvolvedores e usuários cresceu rapidamente.

No início, o Linux era usado apenas por programadores ou por aqueles que entendiam muito de computação; tudo funcionava apenas em modo de texto e linhas de comando. Mas, isso começou a mudar a partir de 1994, quando diversas empresas criaram ambientes gráficos para a plataforma. Hoje o Linux é um sistema estável e fácil de ser usado. A distribuição Ubuntu é a versão mais popular; além de ser bastante simples de usar ela não requer qualquer conhecimento técnico do sistema.

Ainda hoje, o que mais chama a atenção no Linux é o fato de ser um código livre, ou seja, qualquer pessoa pode personalizá-lo ou adaptá-lo as suas necessidades sem ter que pagar nada por isso. Esse conceito vem de Torvalds que, quando desenvolveu o Linux, não tinha a intenção de ganhar dinheiro, mas sim, criar um sistema que atendesse suas necessidades. Atualmente, milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazê-lo um sistema operacional melhor.

Claro, a popularidade do Linux não chega perto da distribuição do Mac OS, ou, muito menos do Windows. Mas, o sistema operacional é muito usado por governos, grandes empresas e uma legião de seguidores. E antes de acabar essa história, uma curiosidade. Você sabe porque o símbolo do Linux é um pinguim?

Em 1996, muito se discutia sobre um mascote para o Linux. Algumas sugestões da equipe foram de animais agressivos ou paródias de logotipos de sistemas concorrentes. Mas, Linus afirmou que adorava pinguins. Ele declarou que queria uma imagem do animal "gordinho" e com cara de satisfeito.

Não havia razão especial para a escolha. Linus somente os achava engraçados e declarou que, na Austrália, foi mordido por um. O desenho de Larry Ewing foi o escolhido. Mas, e o nome "Tux"? Essa é fácil: vem da junção de Linus Torvalds com Unix. Torvalds UniX.

FONTE: Olhar Digital

História dos sistemas operacionais: Mac

O Mac OS pode não ser tão popular quanto o Windows, mas tem seu espaço garantido no mercado, e também no coração de muitos fanáticos. Na verdade, o Mac OS foi o primeiro sistema operacional a oferecer uma interface gráfica aos usuários. Antes dele, só aquelas telas pretas, com letrinhas verdes.

A história do Mac OS começou em 1984, quando foi lançada a primeira versão do sistema.

Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP, explica que na década de 80 existiam três grandes visionários. Dois deles bem conhecidos: Steve Jobs, que já lançou seu primeiro Macintosh com sistema operacional baseado em janelas e Bill Gates, que desenvolveu o grande sistema operacional para microcomputadores, o MS-DOS. O Mac OS foi o primeiro sistema gráfico a usar ícones para representar os itens do computador. O sistema também foi pioneiro na disseminação do conceito de "Desktop" com uma "Área de Trabalho" com ícones de documentos, pastas e uma lixeira, em analogia ao ambiente de escritório.

Até a versão 7.6 o sistema operacional da Apple era chamado apenas de "System". Só a partir daí ele passou a ser chamado de Mac OS, que evoluiu até sua "versão 10". O lançamento oficial e completo do Mac OS X ocorreu em 24 de março de 2001.

Hoje, o sistema operacional da galera da Maçã já está na sua versão 10.7 – todas as últimas atualizações receberam nomes de felinos agressivos e rápidos. Começamos com o Cheetah, em 2001, depois veio o Puma, o Jaguar, o Panther, o Tiger, o Leopard, o Snow Leopard e, em julho desde ano, nasceu o Lion – a mais recente versão do Mac OS X.

FONTE: Olhar Digital

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Novo de Cavalo de Troia simula assinatura da Apple para enganar usuários de Macs

Descoberta por empresa de segurança Intego, variação Flashback G consegue se instalar sem que usuário precise clicar em aplicativo

A empresa de segurança Intego anunciou nessa quinta-feira, 23/2, que descobriu mais variação do Cavalo de Troia (Trojan) Flashback. A companhia afirma que “muitos usuários de Mac foram infectados por esse malware”, especialmente a variação mais recente, Flashback G.

A Intego descreve três maneiras diferentes pelas quais o Cavalo de Troia infecta os Macs: ele tenta explorar um par de vulnerabilidades Java em sequência, o que a companhia diz que permite a infecção sem nenhuma intervenção seguinte do usuário. Falhando essas abordagens, a outra tentativa é por meio de engenharia social. Nesse último caso, o malware apresenta um certificado digital assinado por ele mesmo, falsamente afirmando que o certificado tem a assinatura da Apple; se você clicar em Continue, o malware então se instala no sistema.

Para ser vítima do Flashback, você primeiro precisa rodar softwares. Por definição, os Cavalos de Troia se disfarçam como outros tipos de programas, levando os usuários a, digamos, clicar duas vezes em um ícone para iniciar um novo download – e assim infectando seus sistemas. Mas tenha em mente que se você ainda estiver usando o sistema anterior Snow Leopard e sua instalação do Java não for atual, uma página web com código malicioso pode fazer com que o malware seja instalado sem intervenções posteriores do usuário, dependendo das configurações de segurança do seu browser.

Segundo a Intego, a variação mais recente do Flashback.G pode injetar códigos em navegadores web e outros aplicativos que se conectam com a Internet, geralmente causando crash neles. O malware tenta roubar nomes de usuários e senhas que você digita em muitos sites famosos (como páginas de banco, Google, PayPal, e outros), presumivelmente para que os autores do software malicioso possam explorar esses dados de maneiras ilegais.

Como parte do processo de instalação, o malware coloca um arquivo invisível na pasta /Users/Shared/ (/Usuários/Compartilhado); o nome desse arquivo é variável, mas ele utiliza uma extensão “.so”. Outros arquivos que o malware cria incluem /Users/Shared/.svcdmp, ~/.MACOSX/environment.plist, e ~/Library/Logs/vmLog. Ele

Também cria um pequeno app Java em  ~/Library/Cachês (“/Biblioteca/Caches)


Novo Cavalo de Troia engana usuários Mac ao dizer que app possui assinatura da Apple

Você não ficará surpreso em descobrir que o software VirusBarrier X6, da própria Intego, pode detectar o Flashback se o malware estiver instalado, e até mesmo evitar que o app seja instalado em primeiro lugar.
Se você suspeitar que já tiver sido infectado, pode verificar isso ao abrir o Terminal (em  /Applications/Utilities/) e colar o código abaixo, e apertar Return depois:

ls /Users/Shared/.*.so

Se a resposta que você ver no Terminal incluir “No such file or directory”, você está limpo. Mas se, em vez disso, você visualizar um ou mais arquivos com uma extensão “.so” e nenhuma declaração “no such file”, você pode muito bem ter sido vítima do malware.

Caso você descubra estar infectado, remover os arquivos citados acima ou instalar programas de antivírus como o da Intego deve remover todos os traços do Cavalo de Troia.