Saudação


Bem vindo ao nosso Blog !!

Informática - Segurança Eletrônica - Automação Comercial e Residencial - Telecom
Mostrando postagens com marcador apple. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador apple. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de abril de 2012

6º da Tecnologia: O que é Jailbreak : E 100 motivos para você fazer isso no seu iPhone

O que é Jailbreak?

O Jailbreak tem como principal objetivo adicionar recursos extras a um dispositivo, seja por meio da instalação de softwares não autorizados ou pela habilitação de funcionalidades bloqueadas.

No caso do iOS, o Jailbreak visa permitir que os usuários de iPhones, iPads e iPods Touch tenham mais liberdade para utilizar seus aparelhos à sua maneira, sem limitações por parte da fabricante.

Porém muita gente associa o jailbreak do iPhone (ou iPad e iPod touch) à pirataria, pois o processo∑ deixa a plataforma aberta e torna possível instalar aplicativos não aprovados pela Apple.

Mas o site JailbreakMatrix resolveu combater essa imagem negativa ao mostrar na prática o que muda. Para isso, foi publicado um vídeo no último domingo, mostrando mais de cem motivos para efetuar o destravamento do sistema operacional do aparelho.

Dentre os benefícios, de acordo com o JailbreakMatrix, está a possibilidade de personalizar o aparelho com novas funcionalidades, como a capacidade de trocar de aplicativos com gestos (abandonando o botão Home), fechar todos os apps de uma vez só, usar o Facetime pela rede 3G, compartilhar arquivos via Bluetooth, e melhorar a compatibilidade com o recurso AirPrint.

Melhorias visuais também estão disponíveis, como a capacidade de alterar as animações dos ícones e organizar a disposição dos programas livremente na área de trabalho.

Reconhecimento facial é uma das possibilidades com o jailbreak (Foto: Reprodução)

Dentre os benefícios, de acordo com o JailbreakMatrix, está a possibilidade de personalizar o aparelho com novas funcionalidades, como a capacidade de trocar de aplicativos com gestos (abandonando o botão Home), fechar todos os apps de uma vez só, usar o Facetime pela rede 3G, compartilhar arquivos via Bluetooth, e melhorar a compatibilidade com o recurso AirPrint.

Melhorias visuais também estão disponíveis, como a capacidade de alterar as animações dos ícones e organizar a disposição dos programas livremente na área de trabalho.

Outra adição visual interessante é a inclusão de temas, por onde você pode, inclusive, deixar a tela inicial como a de um Android. Se preferir um papel de parede dinâmico, dá até para utilizar a câmera para exibir um efeito semelhante ao de realidade aumentada.

Claro, isso significa também um maior uso da bateria.

Siri continua em inglês, mas pode ter sotaque brasileiro (Foto: Reprodução)

Utilidades

De fato, donos de iPhones destravados conseguem desfrutar de funções antes apenas associadas a plataformas abertas, como o Android.

Como exemplo, é extremamente útil poder bloquear chamadas (é o fim daqueles números desconhecidos insistentes ligando nas horas mais convenientes), assim como propagandas chatas em apps gratuitos.

E se você quiser ficar no controle do uso do plano de voz e dados pelo telefone, também há apps com notificações de consumo avançados.

Os recursos já oferecidos pela Apple também podem ser incrementados.

O acesso à câmera pela tela de bloqueio pode ser personalizado com diferentes tipos de animações (ou mesmo trocar o atalho da câmera para acessar qualquer outro app). Se preferir, você também pode colocar a barra de multitarefas na Central de Notificações.

Outras boas adições são a possibilidade de anexar arquivos em mensagens a partir do próprio cliente de e-mail. Para o desbloquear a tela inicial do aparelho, é possível trocar o esquema padrão pelo desenho do tipo “conecte os pontos” do Android, ou escolher o reconhecimento facial pela câmera frontal.

Ou então você também pode tirar completamente a tela de bloqueio, deixando o acesso livre por meio do botão de home.

O jailbreak torna possível também se livrar de uma das amarras mais chatas da Apple: a utilização do iTunes.

Com ele, o usuário consegue carregar músicas sem precisar do programa no computador.

Mas, se preferir usá-lo, ao menos dá para sincronizar o iPhone por entre várias bibliotecas de máquinas diferentes.

O assistente pessoal Siri no iPhone 4S também pode ser modificado, ficando disponível por meio de comandos de voz. Ele também se torna disponível em inglês com 30 tipos diferentes de sotaque – incluindo o brasileiro, embora bem capenga – para a voz robotizada.

Infelizmente, não dá ainda para usá-lo inteiramente em português. Outras funções, como emulador de Nintendo, download de torrents e vídeos do YouTube, dock com cinco ícones (ou oito, por meio de rolagem) e aumento de sinal Wi-Fi são também exibidos no vídeo.

Segundo o site, há uma estimativa de mais de 10 milhões de aparelhos com jailbreak no mundo. A “apresentadora” do vídeo, inexplicavelmente com trajes mínimos, diz que o recurso “é 100% seguro, legal e de graça”. É verdade, mas é importante atentar para uma coisa: se na App Store alguns aplicativos com brechas de segurança passam de vez em quando, com a liberdade do jailbreak é bem provável que alguns programas possam comprometer a proteção do aparelho. Então, se optar pelo desbloqueio, tenha consciência na hora de instalar softwares de fontes bem confiáveis.


sábado, 31 de março de 2012

História dos sistemas operacionais: Mac

O Mac OS pode não ser tão popular quanto o Windows, mas tem seu espaço garantido no mercado, e também no coração de muitos fanáticos. Na verdade, o Mac OS foi o primeiro sistema operacional a oferecer uma interface gráfica aos usuários. Antes dele, só aquelas telas pretas, com letrinhas verdes.

A história do Mac OS começou em 1984, quando foi lançada a primeira versão do sistema.

Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da USP, explica que na década de 80 existiam três grandes visionários. Dois deles bem conhecidos: Steve Jobs, que já lançou seu primeiro Macintosh com sistema operacional baseado em janelas e Bill Gates, que desenvolveu o grande sistema operacional para microcomputadores, o MS-DOS. O Mac OS foi o primeiro sistema gráfico a usar ícones para representar os itens do computador. O sistema também foi pioneiro na disseminação do conceito de "Desktop" com uma "Área de Trabalho" com ícones de documentos, pastas e uma lixeira, em analogia ao ambiente de escritório.

Até a versão 7.6 o sistema operacional da Apple era chamado apenas de "System". Só a partir daí ele passou a ser chamado de Mac OS, que evoluiu até sua "versão 10". O lançamento oficial e completo do Mac OS X ocorreu em 24 de março de 2001.

Hoje, o sistema operacional da galera da Maçã já está na sua versão 10.7 – todas as últimas atualizações receberam nomes de felinos agressivos e rápidos. Começamos com o Cheetah, em 2001, depois veio o Puma, o Jaguar, o Panther, o Tiger, o Leopard, o Snow Leopard e, em julho desde ano, nasceu o Lion – a mais recente versão do Mac OS X.

FONTE: Olhar Digital

sábado, 24 de março de 2012

Superaquecimento não é o único problema do Novo iPad

Consumidores relatam problemas com a conexão Wi-Fi


Ao que tudo indica, não é apenas o aquecimento anormal que tem incomodado os compradores do Novo iPad. Nesta semana, diversos consumidores também reclamaram do sistema de Wi-Fi do tablet.

De acordo com o site Apple Insider, dezenas de usuários relataram que a conectividade sem fio da novidade da Apple é inferior às versões anteriores do aparelho, apresentando uma recepção fraca ou até mesmo nula em alguns locais.

Segundo a publicação, alguns proprietários do Novo iPad chegaram a fazer comparações entre essa versão do tablet e outros gadgets da Apple, como o iPhone 4S e o MacBook Pro, tendo ainda mais certeza do problema. "Enquanto o MacBook e o iPhone mostravam 'sinal cheio', o Novo iPad mostrava apenas um ponto ou simplesmente derrubava a conexão", contou um dos compradores.

Em 2010, o primeiro tablet da maçã também gerou queixas similares. O problema foi resolvido pela Apple com a atualização de seu software.






sexta-feira, 23 de março de 2012

Opinião: Será o começo do fim para o Google?

A falta de capacidade da Google de aprender com os erros dos outros pode estar ambientando o palco para seu fracasso.

Recentemente li um post interessante escrito por um funcionário da Microsoft que havia deixado a companhia para juntar-se ao Google e depois retornou após descobrir que a grama não era tão verde assim lá do outro lado da cerca. O Google é bem conhecido por fornecer um dos melhores ambientes de trabalho do mundo, mas como muitas companhias que têm sido reverenciadas de forma similar, parece estar eliminando esse ambiente, pelo menos de acordo com este post. Tudo isto soou muito familiar e vejo no Google uma repetição de todos os erros catastróficos cometidos pela IBM, Apple, Microsoft, Netscape, Sun, e Yahoo em algum momento da história das comapnhias.

Deste grupo, a Microsoft sobreviveu, a IBM está quase restaurada e a Apple, na verdade, se tornou maior do que nunca, sugerindo que o padrão não precisa ser terminal. Mas a Sun, Netscape e possivelmente o Yahoo ilustram que esse pode ser certamente o fim de empresas que um dia foram bem sucedidas. Vamos dar uma olhada em como a falta de capacidade da Google de aprender com os erros dos outros está ambientando o palco para seu fracasso.

O blog Microsoft-Google-Microsoft

Várias vezes em minha própria carreira eu poderia ter escrito algo similar ao post que descreve como o Google perdeu sua forma. Ele conta a triste história de uma companhia que iniciou fundada com pó de fada e sonhos e que, de repente, teve de enfrentar duas realidades: perder o foco e começar a ser tornada obsoleta pelo Facebook. O que é interessante é que o escritor, James Whittaker, deixou e depois voltou para a Microsoft. Imagino que isto seja devido ao fato de a Microsoft estar em um estado estável, enquanto o Google está em transição, e transições são incrivelmente dolorosas e desmotivadoras, principalmente quando elas vêm à custa de queridos direitos.

Whittaker também conta a história de uma companhia que perdeu sua essência e que tem a necessidade desesperada de ser vista como bem sucedida. Uma companhia que interpretou errado o conselho de Steve Jobs sobre ter foco e simplicidade. O Google está simplificando e se focando nas pessoas, o que é algo consistente ao conselho de Jobs, mas a companhia parece ter pulado a parte sobre decidir no que eles são bons e focarem-se nisso. O Google ainda parece estar atrás da Microsoft, Apple ou, neste post, do Facebook.

A IBM agora está mais focada

Quando passei por um problema semelhante pela primeira vez, eu era um analista interno da IBM. A companhia dominava o mercado da tecnologia e estava operando atualmente sob o modelo que conhecemos por SaaS. De fato, era ainda mais avançado. Tudo era basicamente serviço. Líderes corporativos viram os computadores pessoais emergirem e a Apple crescer como uma ameaça. Responderam a essa ameaça através da criação do IBM PC e da formação de uma parceria com a Microsoft para formar um bloqueio para a Apple e então eles viram a Sun aparecer e decidiram sacrificar a estrutura principal no altar da computação cliente-servidor. Depois, identificaram a Microsoft como uma ameaça e decidiram fazer softwares terceirizados para a plataforma OS/2.

Cada tentativa de se tornar outra companhia enfraqueceu a IBM a um ponto onde a empresa quase foi à falência. Agora que a IBM mudou suas engrenagens e está se focando em ser a melhor IBM que ela pode ser, sem tentar parecer ser o Google ou o Facebook, suas ações estão sendo negociadas pelo preço mais alto do que eles já venderam.

A Microsoft ainda encara desafios

A próxima da lista é a Microsoft, a qual o sucesso foi ligado à terceirização de software. Os engenheiros de hardware nunca entenderam o software realmente e a grande ideia da Microsoft foi a de fornecer serviços terceirizados. Primeiro o fizeram para a Apple e depois para a IBM. O que, eventualmente, resultou no Windows. Contudo, a IBM ficou preocupada por estar tendo seu lugar tomado pela Microsoft, e então as duas companhias entraram em guerra. A Microsoft começou a vender diretamente para corporações.

Depois, a Microsoft viu a AOL como uma ameaça e criou o MSN, mas faltou a parte de Web nele e ele foi emboscado pelo Netscape. No processo, a Microsoft perdeu o foco nos usuários e nos OEMs. Começou a se preocupar com o fato de a Sony estar planejando transformar o PlayStation em um PC e então criou o Xbox, o que mais tarde alienou os OEMs e, basicamente, acabou com o negócio de jogos de computador.

Finalmente, o Google chegou e a Microsoft gastou bilhões tentando ser melhor que o Google. Mas a Microsoft não pareceu entender o modelo central do Google. O modelo uma vez imbatível de software terceirizado para a plataforma Windows já não era mais tão imbatível assim. A Microsoft continua, mas os OEMs que inicialmente fizeram a companhia imbatível agora estão usando o Google, e a Microsoft perdeu seu lugar no campo dos smartphones e tablets.

A Apple, que uma vez esteve perto de seu fim, agora está mais forte que nunca

A Apple, que começou como uma companhia de computadores pessoais, teve seu lugar inicialmente tomado pela Commodore, que se focava melhor no cliente, e quase chegou ao seu fim tentando ser uma melhor fornecedora de computadores para negócios. Após perder Jobs, a Apple pareceu ter se perdido, primeiro ao tentar ser como a Compaq, Sony/HP e então Microsoft. A companhia expandiu massivamente suas linhas de hardware e depois se aventurou em softwares terceirizados através do licenciamento com o MacOS.

A Apple estava apenas meses de distância de falir quando Jobs voltou. Ele reconcentrou a companhia nos negócios voltados aos clientes de computadores e então, prevendo que o crescimento do PC estava diminuindo e reconhecendo que acertaria a Microsoft em seu ponto fraco, passou para o entretenimento. O novo foco nos clientes e na excelência permitiu que a companhia recriasse a sua própria imagem. A Apple é a única empresa que, após perder seu foco, emergiu mais forte do que em sua melhor época.

O Netscape culpou a Microsoft equivocadamente

O Netscape foi o primeiro exemplo do que acontece ao esquecer sua essência. O Netscape era a Internet e, quando as pessoas inicialmente começaram a usar a Web virtualmente, todas elas utilizavam um produto Netscape. Mas o Netscape não conseguiu entender como fazer o que o Google eventualmente viria a fazer mais tarde: monetizar a Web da forma correta. No lugar disso, a companhia decidiu focar-se em eliminar a Microsoft.

Milhões de dólares foram gastos por muitas companhias nas últimas três décadas neste esforço de derrubar a Microsoft do que de qualquer outra estratégia fracassada, e isso ocorreu com quase todas as companhias. O que é fascinante é que quando você conversa com um ex-executivo do Netscape, ele irá muitas vezes dizer que a companhia foi retirada dos negócios pela Microsoft, a qual, em uma briga similar com o Google, não tem tido muito sucesso. Cada grande fracasso levou a uma decisão tomada pelos executivos do Netscape que era ligada, em grande parte, a algo que não tinha nada a ver com seu domínio da Internet.

O sol se pôs para a Sun ao passo que ela tentava ser a Microsoft

A Sun protagonizou algo similar ao efeito que o Google teve para a Microsoft com a IBM. A companhia foi, em grande parte, responsável por fazer a IBM esquecer seu modelo de sucesso e quebrar sua fórmula. Mas logo depois a Sun se fixou na Microsoft, criando uma estratégia que ‘comoditizava’ a indústria, ainda que não fosse conseguir sobreviver em um mercado de comodities. Resultado: a Sun causou uma quantidade significativa de danos a Microsoft, mas, durante esse processo, faliu.

A Sun foi um dos exemplos mais catastróficos do que ocorre quando uma companhia esquece seu propósito e foca-se excessivamente no modelo de outra companhia. Na realidade, a Sun deveria ter entendido que ela não era uma concorrente direta da Microsoft e sim ter identificado a IBM, HP e a crescente Dell como suas rivais primárias. A Sun estava em guerra com o modelo de terceirização que a Microsoft representava, mas em vez de seguir os passos da Apple e focar-se em concluir soluções e ser proprietária das mesmas a Sun tentou se transformar na Microsoft e foi paralisada no meio dessa transição.

Yahoo: A história mais triste de todas

Talvez a companhia que mais esteja sofrendo seja a Yahoo. Possuía redes sociais antes de começarmos a chamá-las de redes sociais. Ainda mais triste é o fato de que a AOL e a Compuserve (que se fundiram) também as possuíram, antes do Yahoo. O Yahoo se fascinou pelo Google, companhia na qual o Yahoo pôs um grande investimento. Mas em vez de alavancar a parceria e reconhecer que o Yahoo estava mais perto do objetivo de fornecer informações de propaganda de alto valor do que o Google (dado o envolvimento mais acentuado dos clientes), os executivos da companhia foram atrás do objeto brilhante além do Google e o perseguiram.

É irônico que o Facebook seja hoje a maior ameaça ao Google e tanto a Microsoft quanto o Yahoo não tenham sido nada além de um estimulo que manteve o Google focado na sua busca. De fato, vou argumentar que caso os dois tivessem evitado o negócio de buscas, o Google teria se tornado tanto regulado como um monopólio óbvio e vulnerável aos avanços na tecnologia que teria deixado passar.

O Yahoo perdeu sua essência completamente e foi forçado a processar o Facebook por causa de uma tecnologia que ele não utiliza mais. Em vez de ser uma fornecedora dominante de redes sociais a companhia é agora um exemplo patético do que acontece quando se perde sua essência.

A Google em negação, a beira do precipício

A Google está no negócio de propaganda e ainda assim parece estar em algum tipo de estado de negação. Todo o seu foco deveria estar centrado em encontrar maneiras de tornar as propagandas na internet mais rentáveis e em ser a fonte primária de gestão de receitas de propagandas para todos. Sua fórmula vencedora estava monetizando a Web, constituída na verdade por um super conjunto de propagandas. Mas é claro, institucionalmente, que a Google está em negação sobre a fonte real de seu sucesso.

A Google deveria ter trabalhado para ter a Microsoft e o Facebook como seus parceiros, não concorrentes. Julgando pelo blog do ex-funcionário da Google que nos botou para pensar, a Google parece estar deixando a ideia de se tornar a Microsoft e tentando se tornar o Facebook, e fracassando nesse processo.

O que é particularmente triste é que a Google parece ter vindo ao mercado com a ideia de ser uma anti-Microsoft, com a percepção implícita de que a gigante dos softwares era uma força do mal. Hoje, se você fizer uma busca nas duas companhias, você possivelmente encontrará referências durante os últimos cinco anos que denunciam que a Google está fazendo mais coisas ruins do que a Microsoft.

Essa busca sugere que nas melhores universidades (e a Google só contrata das melhores) eles simplesmente não ensinam muita história e, possivelmente, aparentam focarem-se em falar mal de quem esteja no poder, o que indica que a próxima geração possivelmente sairá da faculdade desejando acabar com a Google, bem como a geração do Google, que saiu desejando destruir a Microsoft, que por sua vez teve uma geração que entrou no mercado querendo tomar o lugar da IBM.

Será que o Facebook poderá evitar tais erros?

Dada esta tendência, o Facebook pode parecer ser a próxima companhia a cometer o erro de esquecer sua essência e focar-se excessivamente em outra companhia. A Pinterest começou a emergir como uma desafiante a coroa e, enquanto a Pinterest está no espaço do Facebook, seria tolo tentar ser uma Pinterest melhor se isso significasse abandonar tudo pelo o que o Facebook já é conhecido. Por hora, não há indicação de que o Facebook esteja cometendo esse erro, mas dado o histórico de outras empresas é fácil imaginar que ela eventualmente o fará, seja para ir atrás da Pinterest ou de alguma outra companhia.

Três passos fáceis para destruir uma companhia

A lição? Parece existir um caminho bem definido sobre como destruir uma companhia de sucesso. Tudo começa de dentro, com a companhia esquecendo sua essência ou deixando de entender a fórmula que criou o seu sucesso em primeiro lugar. Segue-se com um foco excessivo no concorrente, o que faz a companhia competir com aquele novo concorrente na zona de conforto do mesmo. Tudo isso termina com uma série de esforços mal executados e cada vez mais desesperados para se tornar a companhia que tanto os assusta.

Reciprocamente, existem três passos fáceis para garantir o sucesso. Conheça sua fórmula para o sucesso e a proteja. Concentre-se no objetivo – o cliente – não no competidor. E tente ver para onde o mercado está caminhando e chegue lá antes, o que normalmente significa que você precisará guiar o mercado para aquele objetivo.

A IBM e a Apple representam o que pode acontecer quando executivos esquecem a essência e, mais recentemente, elas são índices de como competir em um mercado que muda constantemente.

Seria sábio para os executivos atuais, particularmente aqueles do Google, darem um passo atrás e decidir se eles querem ser a próxima IBM ou Apple ou a próxima Netscape ou Yahoo.

Eu sei em qual lado eu gostaria de estar, ainda assim continuo a me surpreender com o número de executivos que estão fazendo estratégias que os colocam no caminho mal sucedido.

Como é aquele antigo ditado? Aqueles que não aprendem com a história estão condenados a repeti-la? Pode parecer que, a menos que algo mude, este possa ser o epitáfio do Google.

No centro deste padrão estão os conceitos de predisposição de confirmação, a noção de que favorecemos raciocínios que confirmam nossas crenças e uma armação para explicar porque o raciocínio muitas vezes resulta em decisões irracionais. Uma vez que você entenda isso, você poderá explicar porque os executivos cometem esses erros repetidas vezes.

Por Rob Enderle

Duração da bateria é principal queixa de usuários de smartphone

Estudo mostra que insatisfação aumentou entre os usuários de dispositivos que suportam 4G, devido à escassez de sinal

Conforme os smartphones apresentam recursos mais avançados, a insatisfação dos consumidores com a bateria do aparelho aumenta, de acordo com novo estudo da consultoria J. D. Power. Dados colhidos no segundo semestre de 2011 mostram que a bateria é o item que deixa os consumidores menos satisfeitos, principalmente quando demanda que o aparelho seja recarregado durante o período de maior uso. O índice de satisfação com a bateria, segundo a J. D. Power, caiu de 6,9 para 6,7 (em uma escala de 10) em seis meses.

Um dos motivos da queda na satisfação dos usuários com a bateria dos smartphones é a chegada de dispositivos que suportam redes de telefonia celular de quarta geração (4G ou LTE).

Como essas redes são escassas, mesmo nos Estados Unidos, os aparelhos consomem muita energia para localizar o sinal, o que faz a bateria acabar mais rápido. Segundo a J. D. Power, o índice de satisfação dos clientes que compraram celulares 4G é ainda menor, 6,1 na escala de 10.

De acordo com Kirk Parsons, diretor de serviços wireless da J. D. Power, a satisfação com a bateria do aparelho é um dos fatores que mais influenciam a escolha da mesma marca na hora da troca do aparelho. O estudo mostra que cerca de 25% dos usuários de smartphones 4G entrevistados afirmaram estar “muito satisfeitos” com a autonomia de bateria do aparelho e que, por conta disso, pretendiam comprar outro aparelho da mesma marca no futuro.

Para fazer o estudo, a consultoria entrevistou 7.080 donos de smartphones e 8.335 usuários de celulares comuns nos Estados Unidos, no período entre julho e dezembro de 2011.

Apple e HTC são as mais populares

De acordo com o estudo, a Apple ficou em primeiro lugar entre as marcas de celulares com maior índice de satisfação dos consumidores. Trata-se da sétima vez que a marca fica no topo do ranking da J. D. Power. A japonesa HTC ficou em segundo lugar, com índice um pouco abaixo da primeira colocada. Para atribuir o índice à fabricante, a consultoria analisa as respostas dos consumidores em diversos itens. A Apple se destacou nos quesitos “Recursos” e “Facilidade de uso”. LG, Sony Ericsson e Samsung também aparecem no ranking de satisfação dos consumidores.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Hackers já fazem jailbreak do novo iPad

Falha no iOS 5.1 permite o desbloqueio do tablet da Apple. Processo completo deve ser divulgado nas próximas semanas.


O tão aguardado novo iPad começou a ser vendid em lojas da Apple de 12 países, como Estados Unidos, Austrália, França e Canadá. Em pré-venda desde o anúncio oficial no dia 07 de março, o dispositivo superou as expectativas da empresa. Só nesta sexta-feira de seu lançamento, espera-se que mais de 1 milhão de unidades sejam vendidas.

Como todo produto de sucesso, muitos hackers – e crackers – veem a oportunidade de desvendar os segredos técnicos por trás desses aparelhos. Assim foi com os primeiros dois iPads, e outros itens de grandes vendagens mundiais, o que inclui videogames (Xbox 360 e PlayStation 3, por exemplo) e celulares. E agora, com o novo iPad, não foi diferente, já que um usuário conseguiu realizar o “jailbreak”, ou seja, desbloquear o tablet, em poucas horas.

MuscleNerd, líder do blog Dev Team, fez o anúncio em sua conta do Twitter ao postar fotos com o primeiro passo para invadir o dispositivo por completo. Segundo o programador, existe uma falha no iOS 5.1, já apontada em outros produtos da Apple, e que possivelmente facilitou o desbloqueio. Com isso, este se torna o jailbreak mais rápido já feito em aparelhos com sistema operacional iOS.

Ainda não se sabe quando o lançamento do jailbreak será disponibilizado para os demais usuários, pois o processo é complexo e pode demorar algumas semanas.



sábado, 10 de março de 2012

Mundo superou computador pessoal, diz ex-executivo da Microsoft

Ray Ozzie, o homem que sucedeu Bill Gates como visionário tecnológico da Microsoft, acredita que o mundo tenha superado o computador pessoal, o que pode ter deixado para trás a maior produtora mundial de software.

O computador pessoal, que serviu de fundação ao poderio da Microsoft e ainda determina seu desempenho financeiro, foi deixado para trás por poderosos celulares e tablets acionados por softwares do Google e da Apple, disse o antigo executivo da Microsoft.

"As pessoas discutem se estamos ou não em um mundo pós-PC. Não existe o que discutir: é claro que estamos em um mundo pós-PC", disse Ozzie em uma conferência sobre tecnologia promovida pelo blog tecnológico GeekWire, em Seattle, na quarta-feira.

"Isso não significa que o computador pessoal vai morrer, mas apenas que, nos cenários em que o usamos, deixamos de nos referir aos aparelhos como computadores e os designamos por outros nomes", acrescentou.

Ozzie estava fazendo seus primeiros comentários públicos sobre a Microsoft desde que saiu abruptamente da gigante da tecnologia, em 2010. Ele falou horas depois que Tim Cook, presidente-executivo da Apple, a maior rival da Microsoft, enfatizou a emergência do "mundo pós-PC", criado pelo iPad.

As vendas de celulares inteligentes já superaram as de computadores, e as de tablets estão se aproximando delas rapidamente. Ozzie, 56 anos, um programador lendário que desenvolveu o aplicativo de e-mail Lotus Notes nos anos 1980 e 1990, foi selecionado diretamente por Gates para o posto de vice-presidente de arquitetura de software da Microsoft em 2006, para fazer de sua capacitação em colaboração via Web a peça central do pensamento da empresa.

Ozzie teve papel central no projeto Azure, da Microsoft -o principal esforço da companhia no campo da computação em nuvem-, mas se demitiu quatro anos depois com a Microsoft ainda atrás da Amazon.com e Google em desenvolvimento para soluções na web.

"Meu trabalho lá era administrar mudanças. Bill (Gates) e Steve (Ballmer, o presidente-executivo) me pediram para estudar a companhia, descobrir o que não funcionava e tentar o melhor para consertar os defeitos", disse Ozzie.

"Estou feliz com algumas das mudanças que promovemos. A companhia mudou muito, avançou muito, e estou feliz sobre algumas coisas, mas impaciente quanto a outras", acrescentou.

Ozzie disse que o destino do Windows 8 determinará o futuro da Microsoft. A mais recente versão do sistema operacional funcionará em tablets com chips da ARM, e a Microsoft espera poder competir com o iPad, da Apple, e colocar a companhia de volta no topo da cadeia de consumo tecnológico.

Estas e outras notícias você encontra em www.computersservicetecnica.blogspot.com e em www.legaisdaweb.com



FONTE: Tecnologia Terra

Por que a Apple não precisa mais do Google Maps

A nova versão do iPhoto não usa o Google Maps para as habilidades de mapas do Journals e do Slideshows. É uma mudança pequena, claro, mas é um sinal de algo bem maior. Porque, basicamente, a Apple não precisa mais do Google Maps. E é só questão de tempo até que ele suma dos aparelhos da empresa.

Deixando claro, o iOS ainda está bem conectado com os dados do Google Maps. Quase todas as funcionalidades do iOS utilizam suas informações. Mas se esse realmente foi o tiro de aviso, a Apple tem em mãos as ferramentas para mudar isso sem sofrimento.

Não pode vencê-los? Compre-os

Durante os últimos anos, a Apple silenciosamente comprou uma série de empresas de mapas. Nenhum produto final surgiu delas até então, mas aquisições importantes deram à Apple os músculos para, muito no mínimo, melhorar algumas habilidades periféricas por contra própria — mesmo que isso ainda signifique usar o Google Maps como backbone principal

No ano passado, a Apple comprou a C3 Technologies, que é especializada em mapas 3D ultrarrealistas. Nos dois anos anteriores, ela também levou a Placebace, empresa que customiza camadas de informações em mapas, e a Poly9, que tem um produto bem parecido com o Google Earth.

Essas empresas dão à Apple uma base sólida, mas nenhuma delas opera na escala do Google Maps. Elas são boas contribuidoras, sistemas interessantes, mas o Google Maps continua sendo o único mecanismo capaz de criar um app tão completo de mapas. Pelo menos até agora.

O inimigo do inimigo

Você lembra do Bing, né? Seu sistema de busca é bom. Seus mapas, nos EUA, são ainda melhores. Trata-se de um produto bem finalizado que chega a superar o Google Maps em vários sentidos, e o Maps sem dúvida empurraria o termo “Bing” para debaixo do tapete se tivesse a oportunidade. Mas em certas situações, o Google é superior demais em relação ao Bing, e qualquer tipo de queda de performance (que não venha de um produto de dentro da empresa, pelo menos) é o necessário para a Apple abandonar uma ideia. Por isso, o TNW confirma que este novo sistema de dados de mapas não é movido pelo Bing. E há também o problema de o Bing Maps estar sendo rebatizado aos poucos como Nokia Maps. É muito improvável pensar que a Apple deixaria alguma parte de seu iPhone com o nome de um concorrente de hardware.


Apesar disso, o Bing continua tendo seu apelo óbvio. É impossível calcular o valor de um backbone já pronto de um sistema de mapas, especialmente um que já esteja conectado a seu próprio mecanismo de busca. A Apple aprendeu na marra como é difícil criar um sistema de busca do zero. Além disso, trocar o Google pela Microsoft é um movimento lateral do tipo “colaborando com a competição”. E a Microsoft já deu grandes sinais de que gosta de fazer dinheiro com plataformas rivais. É só ver o que ela está fazendo com as fabricantes de Android. E o lance da parceria com a Nokia, bem, é só um nome. Isso pode ser modificado ou simplesmente ignorado.

Assim, um casamento entre iOS e Bing parece um tanto absurdo, mas há sentido em juntá-los também. E, lembre-se, não faz muito tempo que a Apple e a Microsoft consideraram uma parceria de buscas no Bing.

Gratuito e fácil

Ou talvez a Apple não precise nem disso. O OpenStreetMaps, um projeto de mapas open source, poderia por um fim na corrida de renderização de mapas. O OSM junta dados de aparelhos GPS móveis, conhecimento local, fotos aéreas e dados oficiais disponíveis de monte, como informações do governo ou dados doados por empresas.


O The Next Web e o 512 Pixels deram uma boa esmiuçada no novo sistema de mapas da Apple e determinaram que, pelo menos graficamente, os novos mapas do iPhoto não parecem ser do OSM. Isso não significa que o OSM não está sendo usada: ela confirmou que a Apple está sim usando seus mapas customizados no iPhoto. Porém, a empresa não avisou o OSM e nem deu créditos aos contribuidores do projeto. Ainda segundo a empresa, a Apple usa dados do OSM desde abril de 2010, o que é bem estranho. No futuro, no entanto, ela pode usá-lo de forma mais legítima como motor de seus mapas. Sem pagar nada.

Tudo, menos o Google

Apesar de a relação entre a Apple e o Google Maps ter funcionado muito bem até então, o pessoal de Cupertino provavelmente odeia o fato de o Google ser o poder principal de um dos apps mais importantes do iOS. É difícil começar uma guerra termonuclear com um inimigo em suas próprias máquinas. A Apple mostrou em seus estapeamentos com a Samsung que ela não vê problemas nisso — a Samsung vende diversos tipos de componentes para as iCoisas — mas obviamente esta não é a situação ideal.

Independente de como a Apple arrancará o band-aid do Google Maps, isso irá acontecer. Estamos falando de duas empresas em guerra. Socos. Chutes. Mistura de chutes e socos — chocos. Elas sempre terão que interagir entre elas — é isso que acontece quando duas gigantes fazem negócios no mesmo lugar — mas quando a Apple deixou passar alguma oportunidade de expandir seus jardins? Quando ela deixou uma situação confortável para um rival?

Então, apesar de os dados de localização do Places ainda serem movidos pelo Google e o Google Maps ainda ser padrão do iOS, essa trégua deve acabar. A Apple vem há anos contratando seus cartógrafos digitais. E esse é o primeiro sinal de que a empresa pretende usá-los.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Autor de biografia de Steve Jobs será entrevistado hoje (5) no Roda Viva

Walter Isaacson será entrevistado de programa da TV Cultura a partir das 22h; livro vendeu mais de 379 mil cópias apenas na primeira semana nos EUA.


O programa Roda Vida irá exibir nesta segunda-feira (5/3) uma entrevista com o jornalista e escritor Walter Isaacson, que lançou no fim de 2011 a biografia de Steve Jobs, CEO da Apple. O executivo faleceu em outubro de 2011, o que fez com que o lançamento do livro fosse então adiantado em um mês.

Ex-presidente da CNN e atual CEO do Aspen Institute, Isaacson já biografou outras figuras muito importantes como Albert Einstein, Benjamin Franklin e Henry Kissinger, e fez mais de 40 entrevistas durante dois anos para montar o perfil de Jobs, além de conversar com seus familiares, amigos e rivais.

A morte do executivo fez com que o livro, em apenas dois meses após seu lançamento, se tornasse a obra mais vendida da Amazon em 2011. Nos EUA, o livro vendeu mais de 379 mil cópias apenas na primeira semana, de acordo com a Nielsen.

A entrevista será exibida na TV Cultura a partir das 22h e será apresentada pelo jornalista Mario Sergio Conti. Na bancada, estarão presentes Ethevaldo Siqueira, colunista do jornal O Estado de S. Paulo, Paula Leite, editora do jornal Folha de S. Paulo, Carlos Eduardo Lins da Silva, professor de pós-graduação de Jornalismo da ESPM, Todd Benson, diretor de redação da Reuters no Brasil e Caio Túlio Costa, jornalista e professor da Faculdade Cásper Líbero.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ubuntu para Android é anunciado pela Canonical

“Ubuntu is the killer app for multi-core phones in 2012”

O Ubuntu for Android será mostrado ao público na semana que vem na Mobile World Congress.
 

Mark Shuttleworth acaba de anunciar o “Ubuntu for Android” em seu blog oficial. A alguns meses haviam muitos rumores de um “Ubuntu Fone” e hoje sabemos que não é um sistema Ubuntu para smarthphones.

O bacana deste anúncio é que o Ubuntu desktop terá total integração com seu smarthphone com o Ubuntu for Android. O desktop reconhecerá seu dispositivo automaticamente e vários programas serão integrados.
 
 


Requerimentos do Sistema:

Dual-core 1GHz CPU

Video acceleration: shared kernel driver with associated X driver; Open GL, ES/EGL

Storage: 2GB for OS disk image

HDMI: video out with secondary frame buffer device

USB host mode

512 MB RAM

Tacada de mestre!

Eu vejo esta ação da Canonical como uma jogada de mestre. Usar o Android é é muito inteligente. Nada de criar um sistema que competisse com o Android e isso poderia desagregar os usuários. Depois do Ubuntu TV, agora o Ubuntu for Android.

Bem-vindo hein? Mas…será que teremos o Unity nele? hehe



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Adolescente autodidata encontra bugs nos sites das maiores empresas de internet e software do mundo

Não foram divulgados precisamente quais seriam os defeitos encontrados pelo jovem; Google incluiu o nome de Stordal na Google Security Hall of Fame

Isso sim é o que pode ser chamado de uma ação hacker genuína. Cim Stordal, um jovem norueguês de 15 anos, encontrou e relatou falhas nos sites da Apple, Google, Facebook e Microsoft. Programador autodidata e caçador de bus por hobby, Stordal recebeu recompensas das empresas pelo serviço.

Não foram divulgados precisamente quais seriam os defeitos encontrados pelo jovem, no entanto foram prontamente corrigidos pelas companhias. O Google incluiu o nome de Stordal na Google Security Hall of Fame - como sempre homenageia voluntários que encontram falhas no sistema. O Facebook o presenteou com um cartão de crédito no valor de US$ 500. Já a Apple e a Microsoft apenas lhe atribuíram os créditos da descoberta.

Experiente, Stordal afirma que consegue encontrar com certa facilidade bugs em sites, apenas inserindo um trecho em HTML que não pode ser filtrado pelo código-fonte. "Muitas vezes, eles selecionam alguns elementos, mas se esquecem de algumas coisas embutidas na programação de seus sites e aplicativos", disse em entrevista ao Techtudo.

Sem citar quais, ele explica que em alguns sites ele demora apenas cinco minutos para localizar as brechas, enquanto outros demandam dias inteiros de pesquisa. Seu objetivo agora é começar a testar a segurança de dispositivos móveis através de sua própria ferramenta de testes automatizados para iPhone.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

iPad lidera no índice de satisfação de tablets

Um estudo feito pela empresa ChangeWave revela que o iPad, da Apple, é o líder no quesito “satisfação do usuário” em sua categoria. O estudo também mostra que mesmo com o avanço dos tablets Android, os usuários do iPad não pretendem deixar a plataforma da Apple tão cedo.

A pesquisa foi realizada em novembro do ano passado e foi realizada com usuários de tables dos principais sistemas do mercado. Segundo o estudo, 74% dos entrevistados disseram que estavam “muito satisfeitos” com o iPad, enquanto apenas 54% dos donos do Kindle Fire estavam com o mesmo nível de satisfação com o seu tablet. A média de clientes muito satisfeitos com os demais tablets citados combinados foi de 49%.

Segundo a pesquisa da ChangeWave, a diferença de 20% entre os usuários do iPad e do Kindle Fire está nas características que faltam no tablet da Amazon. O maior ponto de insatisfação dos usuários do Fire estão na ausência de um botão físico de controle de volume, uma baixa autonomia de bateria, ausência de conectividade com as redes 3G e baixa oferta de aplicativos. Já dentre os principais pontos de satisfação dos consumidores em relação ao tablet da Amazon, destacam-se o seu baixo preço e o tamanho da tela.


Apple e Amazon possuem objetivos distintos em relação aos dois produtos. A Apple foca na experiência do usuário, conquistando o consumidor no pós-compra, e indiretamente fazendo o consumidor o principal elemento da propaganda positiva do iPad. Já a Amazon se concentra em oferecer um produto de baixo custo, e pelos resultados da pesquisa os usuários já perceberam que “algo está faltando” quando usa o Kindle Fire.

A proposta funcionou bem em curto prazo, já que a Amazon vendeu mais de 6 milhões de unidades do Kindle Fire no último trimestre de 2011. Porém, com o passar do tempo, os usuários foram percebendo as diferenças entre ele o iPad, e como consequência, as vendas do iPad aumentaram, uma vez que as pessoas queriam usufruir daquela experiência de produto mais completa.

Esse reflexo pode se acentuar de forma mais clara se a Apple realmente lançar o iPad 3 em 2012 e, por causa do novo tablet, decidir reduzir o preço do iPad 2. Se a previsão acontecer, a vantagem do Kindle Fire em oferecer um tablet mais barato não será tão destacada assim, e a tendência é que as vendas dos tablets da Apple recebam mais impulso.

Por outro lado, a Amazon pode muito bem corrigir tais deficiências nas futuras versões do Kindle Fire, encontrando uma forma de realizar essas melhorias e manter a proposta de preço competitivo. O problema é que o padrão Apple de experiência de usuário está consolidado, e como clientes satisfeitos são clientes fiéis, a vantagem que a empresa de Cupertino conta em vendas futuras já é considerável.