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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Conheça 9 redes sociais que prometem bombar

Muitas delas possuem o mesmo conceito que o Foursquare, com funções baseadas na localização do usuário, enquanto outras lembram versões mais avançadas do Pinterest

Se você acha que está por dentro das últimas tendências no que se trata de redes sociais, aí vão mais 9 para confundir a sua cabeça. Nem só de Facebook, Twitter, Foursquare, e agora Pinterest, vive um verdadeiro antenado. Há novas redes sociais que estão prestes a bombar.

Muitas delas possuem o mesmo conceito que o Foursquare, com funções baseadas na localização do usuário, enquanto outras lembram versões mais avançadas do Pinterest.

Conheça cada uma delas:

1) Path

Um aplicativo que serve como diário de percurso por meio do qual você pode compartilhar fotos, músicas, viagens e se comunicar com amigos e familiares. O seu "path" (caminho em inglês) pode ser compartilhado diretamente no Facebook, Twitter e Tumblr.


Um serviço que alerta quando um outro usuário do Highlight está por perto. O aplicativo possui um GPS integrado que fica ligado o dia todo, garantindo uma conexão contínua.


O aplicativo é similar com o Highlight, no entanto ele "fuça" outras redes sociais como Facebook e Foursquare em busca de pessoas da mesma região e com interesses similares aos seus. É ideal para quem está a procura de um novo relacionamento.


É um aplicativo que avisa quando seus amigos do Facebook, Twitter, Foursquare ou Instagram estão por perto. Também avisa o que está rolando de bom na área, como festas, eventos, restaurantes.


É um aplicativo que avisa quando um amigo seu está por perto, mesmo conceito que o Banjo, só que serve também de diário de encontros, no qual você pode fazer anotações sobre os últimos eventos dos quais você participou.


Um aplicativo que recolhe informações locais sobre eventos, restaurantes, festas..etc. No entanto, tem um diferencial, ele recolhe dados dos seus últimos check-ins no Foursquare e Facebook, e partir destas informações, cria um perfil personalizado de eventos que ele julga do seu interesse, tipo um Tivo só que para curtição. Ele também oferece pontinhos de "karma" se você da dicas para os seus amigos.


O Fancy é um Pinterest mais evoluído, porque não somente ele permite que você "fancy" (curtir) imagens e produtos, mas você também pode clicar no link e comprar o produto diretamente do site.


Forecast não pergunta o que você gosta ou o que você fez, ele quer saber o que você planeja fazer. Se for pensar, ele meio que funciona como uma agenda, mas neste caso você pode convidar os seus amigos, que podem confirma a participação. Tipo um Foursquare do dia seguinte.


O Gogobot é um tipo de Pinterest de viagens, através do qual você pode escolher destinos, planejar viagens, pedir dicas para seus amigos e compartilhar suas aventuras.


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Especial Hackers: D-Link e Intelbras anunciam correção urgente de falhas que permitem acesso irrestrito a alguns modems

Criminosos virtuais estão usando uma falha presente em diversos modems ADSL para realizar redirecionamentos que podem permitir, por exemplo, o roubo de senhas bancárias mesmo sem instalar qualquer tipo de vírus no computador da vítima.

A brecha permite que a configuração do modem seja trocada e é reconhecida por dois dos principais fabricantes desse tipo de modem do Brasil, a D-Link e a Intelbrás.

Em 2011, se revelou que os criminosos brasileiros estavam atacando provedores e também modems quando a senha padrão deste último não era trocada. Agora o risco não está apenas nas senhas fracas, mas em uma falha que permite o acesso irrestrito a alguns modems mesmo sem a senha de acesso.

Sem muito alarde, a vulnerabilidade foi divulgada em março de 2011 na internet. Não se sabe quando os criminosos começaram a explorá-la.

O problema não está em um modem específico, mas sim no chipset, controlador que realiza as principais funções do equipamento e é comprado pelos fabricantes de modems, que dão a ele forma em um produto final utilizável pelos consumidores.

A falha é de um chipset da Broadcom, que é usado por vários fabricantes, inclusive em modems vendidos no Brasil e homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Nem todos os chips da Broadcom têm o problema, mas não existem dados precisos a respeito das versões e equipamentos afetados. Essas informações dependem dos fabricantes.

A fabricante D-Link confirmou que 2 modelos estão vulneráveis: o 500B e o 2640B.

A empresa disponibilizou no início de março uma atualização que pode ser instalada pelos clientes para corrigir o problema (clique aqui para ver, no site da empresa).

A companhia disse ainda que havia identificado o problema “recentemente”, em um teste de segurança realizado no equipamento, e que a falha é “originada em peças produzidas por terceiros”.


A Intelbrás confirmou a existência da falha no modem GKM-1220. A empresa foi a primeira a comunicar que lançou uma atualização para corrigir o erro, disponível na página oficial do produto.

A TP-Link informou que teria encontrado o problema ainda na fábrica, mas que nenhum equipamento da empresa que foi vendido no Brasil teria a falha e que nenhum modem atualmente em venda possui chipset da Broadcom. A coluna, porém, encontrou várias fontes afirmando que os modelos TD-W8950ND e TD-W8950N, vendidos no Brasil e homologados pela Anatel, possuem chip Broadcom, embora não seja possível saber se eles têm a vulnerabilidade. A TP-Link adicionou que “como não há nenhuma confirmação de que os equipamentos da TP-Link possuem este problema, não houve nenhuma necessidade de resposta à população”.

Linksys, Comtrend e LG-Ericsson (herdeira da marca LG-Nortel) também foram procuradas, mas não responderam. Os responsáveis pela divulgação da falha na internet, em março de 2011, revelaram o problema como sendo de um modem da Comtrend. Todos esses fabricantes trabalham com chips da Broadcom em algum equipamento, porém não necessariamente em ADSL. É possível que ainda outros fabricantes tenham produzido modelos vulneráveis e que equipamentos não vendidos oficialmente no Brasil também tenham a falha. A melhor maneira de verificar se o seu modem é vulnerável é por meio do teste ao final do texto.

Em comunicado, a Anatel disse que “os requisitos estabelecidos pela agência verificam as funcionalidades mínimas que permitem o funcionamento do produto, mas não verificam questões de vulnerabilidade quanto à segurança da informação”, alegando que ataques de hackers “não seguem um padrão”.

Responsabilidade


Renato Leite Monteiro, advogado especializado em direito eletrônico, diz que as empresas podem ser consideradas responsáveis por danos que tenham como causa um erro na prestação do serviço.

“Caso esse modem venha a apresentar qualquer problema que cause um prejuízo ao consumidor, a empresa que o cedeu ou fabricou será responsável e deverá ressarcir o cliente pelos danos”, afirmou. Essa responsabilidade, diz Monteiro, vale tanto para os fabricantes e fornecedores quanto para a operadora de telefonia, quando esta cedeu o equipamento usado.

“São eles responsáveis por eventuais danos causados aos clientes que sofreram ataques por uma brecha nos modems. Todavia, cabe ao consumidor escolher quem irá processar, se o fornecedor ou o fabricante. Quem destes dois posteriormente se sentir lesado poderá entrar com uma ação contra o outro, para ter os valores perdidos ressarcidos”, explica o advogado.

O que dizem as operadoras


O G1 procurou a Oi, a GVT e a Telefônica, principais empresas do país que promovem conexão via ADSL, embora outras menores também usem essa tecnologia, e questionou se elas sabiam dos ataques e estavam orientando clientes de alguma forma.

As respostas foram dadas ainda em fevereiro, quando os ataques estavam ocorrendo.

Apenas a Telefônica afirmou ter conhecimento da falha, revelando que foram detectados problemas em cerca de 800 modems em sua rede, todos em clientes com IP fixo (usados principalmente por clientes de linhas empresariais). A operadora disse que estava trabalhando para atualizar os softwares ou trocar os equipamentos vulneráveis e acrescentou que o Speedy tem quatro milhões de clientes, e que o número de consumidores com problema representaria apenas 0,02% da base de usuários.

A Oi disse que “os modems citados pela reportagem não fazem parte do portfólio das soluções fornecidos no modelo de comodato” e que está “reforçando a verificação de segurança dos seus modems”. A reportagem, porém, não tinha nenhuma lista em fevereiro, apenas algumas suspeitas. A coluna pediu uma lista dos equipamentos que a empresa fornecia em comodato, mas a solicitação não foi atendida.

A GVT afirmou que não havia sido notificada a respeito de nenhuma falha por nenhum fabricante e que “não identificou até o presente momento [início de fevereiro] qualquer anormalidade na prestação do serviço de banda larga aos seus clientes”.

A Anatel diz que, “num primeiro momento, o assunto deve ser analisado pela empresa prestadora do serviço, para que junto aos fabricantes, possa avaliar quais as causas do problema.”

A agência afirma que entraria na questão se, após a análise das causas, ficasse evidenciado que, no processo de avaliação da conformidade do produto, poderia ser tomada alguma atitude quanto a incluir novos requisitos de avaliação que minimizassem este tipo de problema.

Como funciona o ataque

Os criminosos varrem a internet em busca de modems que estejam expostos na rede.

Isso acontece principalmente com clientes de linhas empresariais de ADSL, porque as linhas ADSL domésticas, mais baratas, muitas vezes bloqueiam o acesso ao modem, se este for liberado de forma acidental.

Quando um modem é encontrado, uma tentativa para explorar a falha é realizada.

A vulnerabilidade é muito simples e vai revelar a senha de administração cadastrada no modem.

Com a senha, o criminoso entra no painel de administração do modem e altera a configuração do Domain Name System (DNS).

O DNS é a “lista telefônica” da internet e é responsável por converter um endereço como “g1.com.br” em um número de endereço IP no qual o computador pode se conectar.

Como os criminosos controlam a “lista”, eles podem fazer o site dos bancos serem direcionados para servidores que irão registrar a senha da vítima e realizar a fraude. Outra ação que pode ocorrer é o redirecionamento de anúncios de sites.

Os golpistas trocavam a senha de muitos modems, após realizar o ataque, deixando cadastrada a senha “dnschange” (“troca de DNS”, em inglês).

Como saber se o seu modem é vulnerável

Abra o seu navegador de internet e digite o IP do seu modem e acrescente “/password.cgi”. Se o IP for 10.0.0.1, o link será “http://10.0.0.1/password.cgi“. Ao abrir a página, visualize o código fonte (CTRL-U no Firefox e no Chrome; no Internet Explorer, aperte a tecla ALT, vá ao menu Exibir e selecione Código-Fonte).

Se o modem for vulnerável, no meio do código será possível ver a senha de administração configurada no modem. As senhas padrão costumam ser “admin”, “1234″, “epicrouter”, “root”, entre outros.

Se você não sabe o IP do seu modem, segure a tecla Windows no teclado e aperte a tecla R (combinação Win+R). A caixa do “Executar” vai se abrir.

Digite o “cmd” e clique em OK.

Na tela que aparece, digite o comando “ipconfig”.

Procure o “Gateway Padrão”.

Feche a janela e digite aquele IP no seu navegador web, conforme as instruções acima.


Verificando IP do modem e acessando arquivo que com a falha.


Fonte: g1

domingo, 1 de abril de 2012

Brasil lançará satélite para levar banda larga a todo país, diz ministro

O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para oferecer banda larga a todos os municípios do país, anunciou nesta quarta-feira (28) em Nova Déli o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.

O país busca na Índia uma cooperação técnica para o satélite, cuja construção e lançamento, sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, tem um custo avaliado de R$ 750 milhões (cerca de US$ 412 milhões). Apenas o lançamento custará cerca de R$ 145,5 milhões.

“Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante”, disse o ministro.

O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros de acessarem a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.

Brasil, Índia e África do Sul – três integrantes do grupo dos emergentes Brics, ao lado de China e Rússia – também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para “entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas”.

Com a China, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014, informou o ministro, que considera “estratégica” a cooperação Sul-Sul. O Brasil mantém uma intensa cooperação desde os anos 80 com a China, com o lançamento conjunto de três satélites.

Visita

Raupp integra a delegação da presidente Dilma Rousseff na reunião de cúpula desta quarta-feira dos Brics na capital indiana.

Durante a visita bilateral à Índia na sexta-feira, Raupp assinará com as autoridades indianas um acordo para o programa “Ciências Sem Fronteiras”, que permitirá o treinamento no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.

O programa já enviou 100 mil brasileiros ao exterior, em particular aos Estados Unidos (20 mil), Alemanha (10 mil) e França (8.000).

No caso da Índia, o Brasil espera estimular o intercâmbio nas áreas de tecnologia, saúde, em particular o combate a Aids, malária e tuberculose, assim como a farmacêutica, a nanotecnologia e as ciências de forma geral.

Fonte: UOL

Os Brasileiros estão estragando o Facebook, diz mark zuckerberg

Se o Facebook abrir espaço para os Gifs, o compartilhamento entre os usuários brasileiros ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas


Os Brasileiros estão estragando o Facebook, diz fundador.

O mau comportamento dos brasileiros na internet é conhecido em todo o mundo, assim como fizerão com o Orkut, estragando, tornando-o um show de Spams e imagens animadas e brilhantes com recados carinhosos, religiosos e alguns com muitos interesses publicitários, o Facebook está sofrendo.

O canal de notícias  CNN disse que Mark Zuckerberg está triste com o comportamento dos brasileiros na rede social Facebook. "Se por um lado, os brasileiros fazem o Facebook crescer, por outro estragam tudo", disse.

Os engenheiros do Facebook estavam pensando em permitir a inserção de imagens no formato gifs animados (imagens com movimento), mas Mark impediu a ideia por causa do Brasil. Segundo Mark, se  o Facebook abrir espaço para os gifs, o compartilhamento entre usuários brasileiros ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas, se mexendo, com mensagens de carinho e amor.

Sobre a possibilidade de fechar o Facebook no Brasil, Mark descarta. "Não irei censurar os brasileiros de usarem a rede, mas criarei um manual de comportamento".

Ao ser interrogado sobre o Facebook está se transformando em um Orkut, no Brasil, Mark disse que não existe diferença entre as redes sociais, a diferença está em quem usa. "Qualquer serviço na internet que tenha usuários brasileiros, em grandes proporções, vira um problema", disse.

sábado, 24 de março de 2012

Microsoft quer convencer internautas a usarem o IE9

Em campanha bem humorada, navegador tenta ganhar mais adeptos


Depois de perder espaço para concorrentes como o Google Chrome 17 e o Mozilla Firefox 11 , o Internet Explorer ainda tenta se manter popular entre os internautas. Neste mês, a Microsoft divulgou uma campanha com a intenção de chamar a atenção dos usuários para a edição mais recente do navegador, o Internet Explorer 9.

Nada comum, a ação intitulada "Browser You Loved to Hate" ("Navegador que você amava odiar"), tenta convencer as pessoas a utilizarem o programa (mesmo que não seja o navegador padrão). "Você não precisa abandonar seu browser atual, mas há provavelmente alguns portais, como o Facebook , que você pode fixar com o IE9", declarou Roger Capriotti, diretor de marketing do Explorer, em entrevista recente.

Perdendo popularidade, de acordo com o StatCounter, serviço de análise de tráfego na web, o IE representa 35,8% do mercado, seguido pelo Chrome (com 29,8%) e pelo Firefox (com 24,8%). A Microsoft não concorda e diz que, se levarem em conta todas as suas versões, segue bem à frente da concorrência, com 52,8%.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Brasil passa a França e se torna sétimo maior mercado de internet

Segundo comScore, Brasil registrou 46,3 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2011 e deve superar Índia em breve.



As atividades em portais de notícias e em redes sociais, em especial no Facebook, aumentaram o número de visitantes únicos brasileiros na web para 46,3 milhões em dezembro de 2011, o que fez o Brasil superar a França e se tornar o sétimo maior mercado de internet no mundo. Os dados, divulgados hoje pela comScore, mostram que o Brasil deve superar a Índia em breve, mas ainda está bem atrás de países como China, Estados Unidos e Japão, que ocupam os três primeiros lugares do ranking, respectivamente.

Segundo Alex Banks, diretor-geral da comScore para o Brasil, os números consideram apenas os internautas que acessam a web a partir de casa ou do trabalho e que tenham 15 anos ou mais e foram colhidos no segundo semestre de 2011.

Como os dados desconsideram os visitantes únicos provenientes de dispositivos móveis e de computadores localizados em lan houses, Banks estima que o Brasil já deva estar entre os maiores mercados de internet do mundo. “Talvez, quando incluirmos os dados de dispositivos móveis e lan houses, o Brasil chegue a 85 milhões de visitantes únicos”, diz Banks.

O Brasil também está em quinto lugar em tempo gasto na web, de acordo com o estudo. Só na região Sudeste, que concentra 50% de toda audiência da internet no País, o tempo gasto navegando na internet é de 23,5 horas por mês. A região Sul, que representa quase 20% da internet no Brasil, é a que tem maior número de horas gastas na web, com 26,8 horas ao mês. “As pessoas estão passando um período conectadas a web por meio do smartphone no Sudeste, então o número de horas é ainda maior”, diz Banks.

Entre as atividades mais realizadas na web, segundo a comScore, está o acesso a portais de notícias, com 39,2% do tempo total dos internautas. Em segundo lugar aparecem as redes sociais que, em dezembro de 2011, já representavam 23% de todo o tempo gasto na web no País. “A audiência das redes sociais cresceu 174% entre 2007 e 2011, o dobro do crescimento total da internet”, diz Banks. Os jovens com idade entre 15 e 24 anos são os que mais passam tempo conectados a sites de relacionamento, mas o número de pessoas com mais de 55 anos é o que mais cresce.

Assistir a vídeos por streaming se tornou uma das atividades online mais importantes em 2011, quando a audiência dos sites de vídeo aumentou 74%. O Google lidera o ranking de sites de vídeos com maior audiência, com 42 milhões de visitantes únicos, enquanto o Facebook está em sétimo lugar, mas apresenta crescimento rápido. “Os homens com idade inferior a 35 anos são os que mais gostam de assistir vídeos na web”, diz Banks.

Facebook continua crescendo

A rede social Facebook, que chegou a 805,6 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2011, continua a crescer no Brasil. De acordo com a comScore, a rede social aumentou sua audiência em 187% em apenas um ano e, com isso, o Brasil ficou em segundo lugar no ranking de países que registraram maior crescimento em audiência do Facebook.

No último ano, as pessoas também passaram mais tempo conectados ao Facebook. Em dezembro de 2010, cada visitante único passava, em média, 37 minutos conectado ao site por mês; em dezembro de 2011, a média de tempo gasto no Facebook aumentou para 4,3 horas ao mês. O Orkut, que era a rede social mais popular do Brasil até ser ultrapassada pelo Facebook no ano passado, apresentou crescimento de apenas 5% na audiência no mesmo período.

Outras redes sociais que apresentaram grande crescimento no Brasil em 2011 foram o Tumblr, que aumentou o total de visitantes únicos em 206% e o LinkedIn que cresceu 79% no mesmo período. O Brasil também é apontado pela comScore como quarto maior mercado para a rede social Google+, com 4,1 milhões de visitantes únicos. Nos Estados Unidos, o Google+ tem 20 milhões de visitantes únicos.

Audiência a partir de tablets e smartphones cresce

O uso de tablets e smartphones para acessar a web também cresce a passos rápidos, segundo a comScore. Em maio de 2011, apenas 0,6% de toda a audiência da internet no Brasil era formada por estes dispositivos. O número aumentou para 1% em agosto de 2011 e, menos de seis meses depois, aumentou para 1,5% do tráfego total da internet no País.

Da audiência total originada em dispositivos móveis, os tablets representam 42%. O iPad é o dispositivo mais usado no Brasil para acessar a web, com 91% dos visitantes únicos registrados pela comScore. O iPhone lidera com 35% da audiência gerada a partir de smartphones, seguido pelo Android, com 31,4%, e dos celulares básicos, com 23%.

Para fazer o estudo, a comScore monitora o comportamento na web de 2 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo cerca de 100 mil brasileiros

segunda-feira, 19 de março de 2012

O PayPal lança sistema que permite transações com um app para iPhone

O sistema permite que comerciantes processem transações com um app para iPhone; serviço ainda não está disponível no Brasil.

O PayPal lançou um sistema de pagamentos focado em pequenas empresas, procedores de serviços e vendedores casuais que estão sempre viajando. A nova ferramenta permite que os vendedores processem uma variedade de transações com cartões usando seus smartphones.

O novo serviço da empresa de pagamentos do eBay, chamado Pay Pal Here, foi disponibilizado na úiltima quinta-feira (15/3) oferece um aplicativo gratuito e um pequeno leitor de cartões criptografado, que permite que os comerciantes utilizem o iPhone, e a partir de abril, smartphones Android, para processar as transações.


Os vendedores podem aceitar o pagamento inserindo cartões de crédito ou débito no leitor, escanenando-os usando a câmera do aparelho ou digitando os dados deles manualmente no aplicativo, segundo a empresa. Os usuários do novo serviço também poderão enviar faturas, estabelecer termos de pagamento e aceitar transferências do aplicativo.

A versão do leitor de cartões e o aplicativo para iPhone foram lançados nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Hong Kong, mas a funcionalidade total do serviço só deve estar disponível em abril. A empresa anunciou que nessa época planeja já ter uma versão do app para os aparelhos Android e que em breve vai levar o serviço a outros países

Com o serviço de pagamentos móveis, o PayPal passa a competir com empresas como Square e Intuit. O diferencial do PayPal Here é que ele é oferecido por uma marca confiável no mercado de transações online, que conta com mais de 100 milhões de clientes em todo o planeta, de acordo com uma postagem de blog publicada pelo vice-presidente de mobilidade na empresa, David Marcus.

“Com o PayPal Here, poderemos oferecer para pequenas empresas uma loja online, offline e multi-canal de uma vez só”, escreveu Marcus.

Os 10 (dez) melhores antivírus para 2012

Uma lista com os 10 melhores antivírus feita por The Soft Help.

Se você concorda ou descorda de algum deles deixe sua opinião.



Vipre Antivirus 4 é um software antivírus novo, que ostenta um motor muito leve e eficiente . Embora seja muito bom em termos de eficiência, não fornecem proteções grande contra spam, phishing e proteção contra roubo de identidade.





Avira Antivirus Premium é bom em ambos, proteção e desempenho. Tem Análise heurística avançada ea detecção (AHeAD) do sistema, que por vezes podem bandeira não-malware incorretamente.




Trend Micro apenas renovou seu software. Trend Micro Titanium Antivirus + 2012 oferece proteção rápida e leve contra vírus e malware e até mesmo utiliza a tecnologia cloud para dar atualizações em tempo real para o seu software. Mas, ainda assim, não é muito grande na prestação de defesa contra spam e phishing, e esta coisa torna queda behing outros.




McAfee tem sido um dos antivírus mais famosos de todos os tempos. McAffee Antivirus Plus 2012 fornece proteção surpreendente contra vírus , trojans, spyware e outras ameaças.

A única coisa que faz cair para trás seus concorrentes é a sua falta de proteção por senha e uma defesa não é bom contra keyloggers.




AVG é um outro nome muito famoso no mercado de antivírus. AVG Antivirus 2012 oferece proteção contra malware incrível, atualizações contínuas, tecnologia LinkScanner e Proteção Social Media. Todas essas coisas fazem dele um dos melhores antivírus lá fora. Contudo, a protecção incrível afetará a velocidade do seu PC.




ESET NOD32 Antivirus 5 fornece realmente ferramentas sofisticadas de diagnostico, detecção heurística e quase desaceleração do seu PC. Este antivírus oferece proteção excepcional por um preço muito bom. O ponto baixo deste antivírus é a sua interface de desatualizada.




Webroot Antivirus SecureAnywhere 2012 é um novo antivírus baseado na tecnologia nas nuvens que fornece uma proteção rápida e eficaz contra vários tipos de malware. Oferece scans rápidos , o uso de recursos mínimos do sistema, atualizações automáticas e suporte técnico gratuito. Todas estas coisas fazem deste um dos melhores antivírus deste ano. Totalmente excelente!




Norton é o antivírus mais famoso e amplamente utilizado. Este ano, Norton Antivirus novamente vem com segurança excepcionais, uma pegada leve e suporte técnico incrível. Assim, Norton Antivirus 2012 é um dos antivírus top para o ano de 2012.





Kaspersky Anti- Virus 2012 vem no número dois da nossa lista por um motivo. Ele fornece uma excepcional proteção contra vírus e malware a 100% de sucesso. Possui uma excelente varredura de seu sistema que mantém as ameaças longe de seu sistema. É uma forma abrangente, sempre antivírus up-to-date, que garante que você esteja sempre protegido e seguro. O infortúnio é apenas o seu preço mas tendo em mente a grande performance que proporciona, este preço pode ser totalmente vale a pena.





Sentimos falta do Panda Antivirus bem como do Antivirus da Microsoft, que são excelentes antivirus.

Poderia substituir na lista tranquilamente o AVG e o Avira que assim como o Avast já deram o que tinham que dar, e já não tem mais espaço no mercado.

Fonte: http://cssti.wordpress.com/

sábado, 10 de março de 2012

Por que a Apple não precisa mais do Google Maps

A nova versão do iPhoto não usa o Google Maps para as habilidades de mapas do Journals e do Slideshows. É uma mudança pequena, claro, mas é um sinal de algo bem maior. Porque, basicamente, a Apple não precisa mais do Google Maps. E é só questão de tempo até que ele suma dos aparelhos da empresa.

Deixando claro, o iOS ainda está bem conectado com os dados do Google Maps. Quase todas as funcionalidades do iOS utilizam suas informações. Mas se esse realmente foi o tiro de aviso, a Apple tem em mãos as ferramentas para mudar isso sem sofrimento.

Não pode vencê-los? Compre-os

Durante os últimos anos, a Apple silenciosamente comprou uma série de empresas de mapas. Nenhum produto final surgiu delas até então, mas aquisições importantes deram à Apple os músculos para, muito no mínimo, melhorar algumas habilidades periféricas por contra própria — mesmo que isso ainda signifique usar o Google Maps como backbone principal

No ano passado, a Apple comprou a C3 Technologies, que é especializada em mapas 3D ultrarrealistas. Nos dois anos anteriores, ela também levou a Placebace, empresa que customiza camadas de informações em mapas, e a Poly9, que tem um produto bem parecido com o Google Earth.

Essas empresas dão à Apple uma base sólida, mas nenhuma delas opera na escala do Google Maps. Elas são boas contribuidoras, sistemas interessantes, mas o Google Maps continua sendo o único mecanismo capaz de criar um app tão completo de mapas. Pelo menos até agora.

O inimigo do inimigo

Você lembra do Bing, né? Seu sistema de busca é bom. Seus mapas, nos EUA, são ainda melhores. Trata-se de um produto bem finalizado que chega a superar o Google Maps em vários sentidos, e o Maps sem dúvida empurraria o termo “Bing” para debaixo do tapete se tivesse a oportunidade. Mas em certas situações, o Google é superior demais em relação ao Bing, e qualquer tipo de queda de performance (que não venha de um produto de dentro da empresa, pelo menos) é o necessário para a Apple abandonar uma ideia. Por isso, o TNW confirma que este novo sistema de dados de mapas não é movido pelo Bing. E há também o problema de o Bing Maps estar sendo rebatizado aos poucos como Nokia Maps. É muito improvável pensar que a Apple deixaria alguma parte de seu iPhone com o nome de um concorrente de hardware.


Apesar disso, o Bing continua tendo seu apelo óbvio. É impossível calcular o valor de um backbone já pronto de um sistema de mapas, especialmente um que já esteja conectado a seu próprio mecanismo de busca. A Apple aprendeu na marra como é difícil criar um sistema de busca do zero. Além disso, trocar o Google pela Microsoft é um movimento lateral do tipo “colaborando com a competição”. E a Microsoft já deu grandes sinais de que gosta de fazer dinheiro com plataformas rivais. É só ver o que ela está fazendo com as fabricantes de Android. E o lance da parceria com a Nokia, bem, é só um nome. Isso pode ser modificado ou simplesmente ignorado.

Assim, um casamento entre iOS e Bing parece um tanto absurdo, mas há sentido em juntá-los também. E, lembre-se, não faz muito tempo que a Apple e a Microsoft consideraram uma parceria de buscas no Bing.

Gratuito e fácil

Ou talvez a Apple não precise nem disso. O OpenStreetMaps, um projeto de mapas open source, poderia por um fim na corrida de renderização de mapas. O OSM junta dados de aparelhos GPS móveis, conhecimento local, fotos aéreas e dados oficiais disponíveis de monte, como informações do governo ou dados doados por empresas.


O The Next Web e o 512 Pixels deram uma boa esmiuçada no novo sistema de mapas da Apple e determinaram que, pelo menos graficamente, os novos mapas do iPhoto não parecem ser do OSM. Isso não significa que o OSM não está sendo usada: ela confirmou que a Apple está sim usando seus mapas customizados no iPhoto. Porém, a empresa não avisou o OSM e nem deu créditos aos contribuidores do projeto. Ainda segundo a empresa, a Apple usa dados do OSM desde abril de 2010, o que é bem estranho. No futuro, no entanto, ela pode usá-lo de forma mais legítima como motor de seus mapas. Sem pagar nada.

Tudo, menos o Google

Apesar de a relação entre a Apple e o Google Maps ter funcionado muito bem até então, o pessoal de Cupertino provavelmente odeia o fato de o Google ser o poder principal de um dos apps mais importantes do iOS. É difícil começar uma guerra termonuclear com um inimigo em suas próprias máquinas. A Apple mostrou em seus estapeamentos com a Samsung que ela não vê problemas nisso — a Samsung vende diversos tipos de componentes para as iCoisas — mas obviamente esta não é a situação ideal.

Independente de como a Apple arrancará o band-aid do Google Maps, isso irá acontecer. Estamos falando de duas empresas em guerra. Socos. Chutes. Mistura de chutes e socos — chocos. Elas sempre terão que interagir entre elas — é isso que acontece quando duas gigantes fazem negócios no mesmo lugar — mas quando a Apple deixou passar alguma oportunidade de expandir seus jardins? Quando ela deixou uma situação confortável para um rival?

Então, apesar de os dados de localização do Places ainda serem movidos pelo Google e o Google Maps ainda ser padrão do iOS, essa trégua deve acabar. A Apple vem há anos contratando seus cartógrafos digitais. E esse é o primeiro sinal de que a empresa pretende usá-los.

Google: ECAD não pode cobrar por vídeos do YouTube inseridos em blogs

Em comunicado, gigante defende que o “ato de inserir vídeos não pode ser tratado como retransmissão” e diz que conduta ameaça a liberdade de expressão.

A Google Brasil deixou claro nesta sexta-feira (9/03) sua insatisfação com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), por este ter começado a cobrar dos usuários pelos vídeos musicais do YouTube que inserem em seus blogs. A gigante discorda da alegação de que se trata de uma nova utilização e, por isso, passível de nova arrecadação pelos direitos autorais utilizados.

“O ECAD não pode cobrar por vídeos do YouTube inseridos em sites de terceiros. Na prática, esses sites não hospedam nem transmitem qualquer conteúdo quando associam um vídeo do YouTube em seu site e, por isso, o ato de inserir vídeos oriundos do YouTube não pode ser tratado como retransmissão”, afirmou Marcel Leonardi, diretor de políticas públicas e relações governamentais, via blog oficial.

A polêmica teve início na última sexta-feira (2/03), quando o Caligraffiti anunciou – em post intitulado “Por Uma Internet Livre” – que estava sendo cobrado pelos vídeos embedados no portal. Por mais que não possua fins lucrativos, os autores teriam de arcar com uma mensalidade de 352 reais, calculados a partir de sua audiência, de 1 500 visitas diárias.

“O ECAD, além de ganhar do Google e Facebook, agora está começando a taxar todos os sites que têm algum tipo de sonorização, mesmo sendo um compartilhamento”, escreveu Uno de Oliveira, um dos responsáveis pelo blog. “O pior de tudo é que o Caligraffiti não é uma empresa e nem tem fluxo de caixa. O projeto é bancado pelos próprios escritores que acreditam em poder contribuir com a evolução do design nacional”.

O Escritório cita a Lei 9.610/98 para justificar sua conduta. Diz também que a prática não é nova, e que possui 1 170 sites cadastrados que pagam pela utilização pública de música na Internet. A Google, porém discorda e afirma que “o entendimento sobre o conceito de ‘execução pública na Internet’ levanta sérias preocupações”.

“Tratar qualquer disponibilidade ou referência a conteúdos online como uma execução pública é uma interpretação equivocada da Lei Brasileira de Direitos Autorais. Mais alarmante é que essa interpretação pode inibir a criatividade e limitar a inovação, além de ameaçar o valioso princípio da liberdade de expressão”, defende.

Por fim, a companhia disse esperar que o ECADE interrompa a “conduta e retire as reclamações contra os usuários que inserem vídeos do YouTube em seus sites ou blogs”. Afirmou também que continuará a oferecer a cada autor de conteúdo “a opção de decidir se eles querem que seus vídeos tenham a opção de serem inseridos (embedados)” a partir do botão “editar informações”.

quinta-feira, 8 de março de 2012

O Ecad e a Palhaçada de Cobrar de Blogueiros Por Vídeos Postados do Youtube

Ai, gente, que preguiça, viu! Das grandes! É cada babaquice que surge por aí que não me sobra mais nada a não ser me revoltar. E, claro, dividir a revolta com vocês. #SouDesses



O Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) deveria ser, a princípio, uma entidade capaz de assegurar que alguns direitos fossem repassados a quem é devido. Por exemplo, um cantor que tem sua música executada em diversos meios e, por isso, deve ser reembolsado, o que é lusho e glamour. Entretanto, não é de hoje que a entidade decepciona e se envolve em questões idiotas e surreais como a mais nova polêmica envolvendo o blog Caligraffiti.

Formado por sete colaboradores, o Caligraffiti é um blog sobre design, arte, tecnologia e cultura em geral. Dentro de um nicho específico, o blog recebe aproximadamente 1.500 acessos diários, mas não rende lucro para os colaboradores, assim como a maioria dos blogs da internet.

A surpresa aconteceu quando os responsáveis pelo Caligraffiti receberam um email do Ecad avisando que teriam de pagar o valor de R$ 352,59 mensais, relativo aos direitos autorais dos vídeos do Youtube e Vimeo que foram postados no blog. Que babaquice, darlings, que babaquice! E a resposta do Ecad quando se questionou a cobrança foi a seguinte:

“Esclarecemos que, toda pessoa física ou jurídica que utiliza músicas publicamente, inclusive através de sites na Internet, deve efetuar o recolhimento dos direitos autorais de execução pública junto ao ECAD, conforme a Lei Federal 9.610/98.”

Por orientação de advogados, o Caligraffiti chegou a ser retirado do ar por um tempo, enquanto tentava-se entender o disparate. Mas na última sexta-feira, Uno Oliveira, um dos responsáveis, colocou a boca do trambone num post intitulado Por Uma Internet Livre!, que reproduzo, em partes, a seguir:

“(…) Então o ECAD além de ganhar do Google e Facebook agora está começando a taxar todos os sites que têm algum tipo de sonorização, mesmo sendo um compartilhamento. E o valor não é barato! (…)

E pasmem, a nossa legislação atual compactua e protege o ECAD a fazer esse tipo de cobrança. Não temos saída, a não ser colocar a boca no mundo e cobrar leis mais flexíveis quando o assunto é internet.

Conversamos com muita gente, blogueiros, advogados especializados e formadores de opinião, todos concordam que esse tipo de atitude inibiria a blogosfera brasileira, que utiliza muito material compartilhado de grandes canais de vídeo online. Por opiniões unânimes decidimos recolocar o site no ar e encarar a briga, caso realmente eles queiram isso.”

Aos meninos do Caligraffiti a minha solidariedade. Acho um A-BU-SO esse tipo de cobrança, principalmente porque é ridículo o que está sendo feito, já que o Ecad está cobrando em dobro (mesmo dizendo que não) e lucrando em cima disso. Afinal, o Youtube já paga os direitos ao Ecad, por que motivo cobrar NOVAMENTE por algo que já foi pago? Eu, heim! Aloka agora não sou eu! #MuitoFranco

A legislação brasileira ainda tem muito que se definir sobre o uso da internet no país. Enquanto isso, as “entidades” que deveriam servir aos cidadãos buscam brechas nas leis existentes para lucrar em cima dos mesmos. É uma vergonha, isso sim!

Mas não podemos nos calar e sim, nos juntar aos meninos do Caligraffiti e prostestar. Eu faço a minha parte, e você?

Comentário

Embaixador on 08/03/2012 às 19:59 said:


Jovem, nos anos 60 o caminho da tal ditadura foi exatamente esse , censurar os veiculos de informação, de comunicação , de lazer cultural; hoje o grande top é a Internet, mas a censura é a msm, o caminho tbm. Ninguem obriga o artista a postar o seu trabalho na Net, o faz pra que? Não sabe que vai ser copiado ou usado? Qdo o fez liberou para o compartilhamento, ora então, pra que o codigo ref ao video, é postado? Caso contrario o site deverá ser processado por indução e cumplicidade com a pirataria, má fé, indução ao roubo dos direitos autorais, no caso ; se é que há direitos, qdo o autor libera sua obra e se torna punlica. O que se torna publico não pode ser taxado.



A 3º Guerra Mundial Está Querendo Ser Decretada, Veja Porque!

Iniciamos o ano de 2012 com fatos que abalaram muitos usuários da internet, como exemplo o site de compartilhamento megaupload que foi paralisado e com os donos presos.
Após isso outros sites pelo mundo a fora foram cassados e fechados.
Agora esta onda começa a afetar o Brasil; recentemente o orgão de fiscalização ECAD entra com ação sobre blogueiros, sites e rádios web querendo cobrar taxas sobre os direitos autorais.
Parece que estamos regredindo no tempo, como se estivéssemos entrado na "máquina do tempo", pois não muito distante (Entre o fim da 2º grande guerra e os anos 60), tínhamos a liberdade de expressão vedada, a imprensa era policiada não podendo expressar as notícias, e hoje começamos em pleno século aonde a tecnologia nos coloca a par de tudo que acontece em um único click esta recordação.
Segue abaixo os fatos que culminaram nesta semana na grande rede.


Direitos autorais na internet e o comportamento da nova geração
Como as pessoas vêm tratando os direitos e os materiais produzidos para a internet segundo a lei brasileira.


Por Pablo de Assis em 24 de Junho de 2009

A internet é uma ferramenta incrível que, entre outras coisas, permite a distribuição em larga escala de qualquer informação. Antes da internet, qualquer tipo de informação precisava vir em um meio material, físico, seja um livro, um disco ou até mesmo um disquete de um programa de computador. Mas agora, tudo é informação que circula livremente pela rede.

Acontece que a legislação brasileira protege qualquer tipo de informação produzida no país, seja ela virtual ou não. A lei 9.610 de 1998 diz que qualquer tipo de produção intelectual produzida, seja ela registrada ou não, publicada ou não, está protegida. Mas o que isso quer dizer para o usuário da internet? Que cuidados é preciso ter?

Panorama Geral dos Direitos Autorais no Brasil


A lei que versa sobre os direitos autorais no Brasil é bastante extensa e rege muitas áreas e detalhes sobre os autores e suas obras. Mas, aplicando essa lei para a internet, podemos pensar em quatro grupos básicos: a propriedade intelectual, o direito de uso, o direito de distribuição e a exploração comercial.

Propriedade Intelectual e Plágio


Basicamente, todo autor é considerado dono de sua obra, pelo menos dono do conteúdo enquanto criador. É isso que se chama de “propriedade intelectual”. Ninguém pode pegar uma obra, texto, vídeo, música ou qualquer outra coisa e publicar ou distribuir como se fosse de outra pessoa sem autorização do criador daquele conteúdo. O roubo de propriedade intelectual é conhecido como “plágio” e é considerado crime

Mas, incrivelmente, muita gente faz isso na internet e vive disso. Um site de sucesso fez sua fama copiando conteúdo de sites menores e colocando tudo em seu site dizendo que é conteúdo dele. De tanto que ele fez isso, já se cunhou o verbo “kibar” como sinônimo de plágio feito na internet. Isso é bastante comum entre blogs pessoais, pois não há como fiscalizar nem comprovar propriedade do conteúdo. Quase ninguém irá processar o “kibador” por causa de um vídeo ou postagem copiado.

Direitos de Uso e de Distribuição


O direito de uso geralmente é cedido às pessoas pelo próprio autor, contanto que mantida a integridade da obra original. Em outras palavras, o direito de uso permite que uma pessoa possa usar uma foto , citando o nome e site do autor se não modificar em nada a foto original. Esse é o caso das imagens de divulgação disponibilizadas online por produtoras.

O direito de distribuição rege basicamente como e quanto uma obra pode ser repassada a outras pessoas. Um vídeo feito e lançado na internet pode ter sua distribuição limitada pela lei ou por desejo do autor ou detentor dos direitos sobre a obra. O problema é conseguir meios tecnológicos para limitar a distribuição

E por que alguém iria querer limitar que sua obra fosse divulgada? Talvez o autor prefira que só pessoas que paguem por sua obra possam vê-la, ou talvez ele queira que só pessoas que morem em determinada cidade tenham acesso. São limitações que o autor pode impor à sua obra e é um direito dele


Exploração Comercial e Pirataria


A última e talvez mais complicada dessas questões é a exploração comercial. Se alguma pessoa lucra direta ou indiretamente com algum conteúdo distribuído pela internet, diz-se que ela está explorando comercialmente essa obra. Acontece que somente o autor ou quem ele autorizar pode lucrar com a obra. Lucrar com venda não autorizada de qualquer conteúdo, seja ele um livro, música ou filme, é considerado pirataria, ou seja é crime.

Panorama do Conteúdo Distribuído pela Internet

Na internet, basicamente, quem produz o conteúdo tem o direito sobre ele, seja de uso ou distribuição. Muitos criadores de conteúdo mantêm sites ou blogs onde distribuem seu material gratuitamente ou não. Isso é muito comum em portais de notícias, onde as matérias são disponibilizadas para leitura por qualquer um que tenha acesso a elas.

Podem-se encontrar, inclusive, músicos e autores independentes que distribuem gratuitamente em formato digital sua obra. Um bom exemplo disso é a banda “O Teatro Mágico”, que mantém em seu site todas as suas músicas para download gratuitamente. Como eles são os detentores dos direitos sobre as músicas, eles distribuem da forma como preferirem.

Direito de uso VS. Direito de Distribuição de conteúdo online

Muita gente acredita que, se o conteúdo está disponível, ele pode ser baixado livremente. Acontece que não é bem assim. Uma pessoa, ao comprar uma música em um CD ou em uma loja virtual como a iTunes Store, adquire o direito de uso, mas não de distribuição, comercialização ou alteração da obra. O mesmo acontece com filmes. Comprar o filme não quer dizer que você seja o dono dele. Só quer dizer que você pode assisti-lo quando e como quiser. Mas você não pode passar adiante, reproduzir em lugares públicos ou disponibilizá-lo para qualquer pessoa assistir.

Isso se torna complicado na internet. Por mais que a pessoa não esteja lucrando com a distribuição de um determinado conteúdo, o fato de torná-lo disponível para qualquer um infringe os direitos de distribuição da obra. Colocar no YouTube, por exemplo, um filme inteiro para qualquer pessoa assistir é considerado crime, pois rompe com o direito do autor de vender e lucrar com a sua obra. Muita gente pode argumentar que isso não é pirataria, pois não há ninguém lucrando, mas mesmo assim é crime, pois vai contra os direitos autorais

Isso passa a ser complicado nos meios de distribuição P2P (Peer to Peer), ou pessoa a pessoa. Quem começou com isso foi o Napster há 10 anos atrás, quando criou uma rede de usuários que compartilhavam arquivos em MP3. Depois surgiram outros programas como o Morpheus e o Kazaa e atualmente temos o Emule e o Ares Galaxy que servem para o mesmo propósito. Foram criados inclusive outros sistemas e protocolos de transferência de dados, como o Torrent.

O grande problema das redes P2P e Torrents é que eles em si não são meios para pirataria, mas sim para a distribuição de conteúdo. A legalidade do material depende na verdade de quem o distribui, se ele detém ou não o direito de distribuição. Muitos músicos independentes utilizam as redes P2P para distribuir suas músicas legalmente, mas usuários comuns também fazem o mesmo ilegalmente com o conteúdo cujo direito é de gravadoras ou de outras pessoas.

O que prestar atenção na hora de colocar informação na Internet

Por mais que exista uma lei que proteja o direito autoral de conteúdo intelectual, existem formas de disponibilizar tal conteúdo sem infringir a lei. A melhor delas é sempre citar a fonte de onde você tirou tal informação e nunca usar tal conteúdo para obtenção de lucro.

Por exemplo, é aceito que uma pessoa copie a informação de um blog, contanto que cite a fonte original e coloque um link para a postagem . Além disso, a pessoa que copiou o conteúdo não pode vendê-lo sem a autorização do autor

Outra forma que funciona é justamente conseguir a autorização de uso ou distribuição do autor. Muitos se sentirão prestigiados em ter sua obra distribuída, mas irão querer créditos e que as pessoas saibam quem são eles.

Uma terceira forma é procurar o Escritório Central de Arrecadação de Direitos Autorais, o ECAD, e verificar se é possível e como se faz para utilizar um conteúdo cujo direito pertence a outra pessoa. Geralmente, isso é possível através do pagamento do Direito Autoral. Isso lhe dará algum direito sobre a obra, dependendo do acordo com o ECAD.

Conclusão

Por mais que os direitos autorais sejam um campo um tanto quanto complicado, principalmente na internet onde não se entende muito bem como tudo isso funciona, vale sempre o bom senso. Será que o que estou fazendo com esta obra musical, audiovisual ou literária é algo que eu gostaria que fizessem com uma obra de minha autoria? Saber respeitar o conteúdo alheio é o ponto mais importante para saber se estamos agindo corretamente.

Ao mesmo tempo, sabemos que por mais que as leis protejam os direitos dos autores, não existe regulamentação que garanta sua aplicação. Dificilmente alguém será processado por plágio na internet, principalmente porque é extremamente difícil alguém provar propriedade por um conteúdo jogado online. E por mais que se consiga provar, o Brasil ainda precisa de muita discussão sobre direito digital para aprofundar o tema

Mas os tempos estão mudando. Por mais que os Direitos Autorais sejam a força regente, um movimento tenta quebrar essa exigência, criando material exclusivamente para internet com os direitos liberados, conhecido como “Esquerdos Autorais” (livre tradução do termo em inglês Copyleft). Mas isso é assunto para um outro artigo.

Este artigo foi claro? Conseguiu tirar as dúvidas com relação aos direitos autorais na internet? Dê sua opinião e participe também desta discussão!


Para saber mais, consulte estes sites:

http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/l9610.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral

terça-feira, 6 de março de 2012

O avanço da tecnologia e seu reflexo nas organizações

No atual momento da economia mundial, as companhias pautam suas estratégias de negócios tendo como base de sustentação o uso da tecnologia da informação (TI). Seja para construir ou expandir uma unidade industrial, integrar as operações com uma empresa adquirida ou suas filiais, lançar um novo produto ou serviço, adequar-se a uma nova regulamentação. Ou seja, todo o processo de transformação nos negócios passa também pela transformação da própria TI.

Felizmente, este setor evoluiu muito nos últimos anos e hoje o Brasil é internacionalmente reconhecido por suas iniciativas nesta área. Nosso sistema bancário, por exemplo, é tido como um dos mais seguros e modernos do mundo, assim como nosso sistema de votação eletrônica, já exportado para tantos países. Podemos afirmar que nossas principais indústrias têm hoje um nível de automatização e integração de processos comparável às nações desenvolvidas. Não é à toa que grande parte das 500 maiores empresas do ranking da Fortune têm no Brasil suas bases de operação para a América Latina.

Atualmente o Brasil é o oitavo maior mercado do mundo em TI, movimentando cerca de US$ 37 bilhões, de acordo com dados da IDC. E a previsão para 2011 é de fecharmos com um crescimento da ordem de 13%. O país já cresce bem acima da média americana e europeia e para as empresas de tecnologia essa é uma oportunidade sem precedentes de oferecer serviços que permitam a melhoria do desempenho, a expansão das operações e a solidez dos negócios. E para isso o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento é fundamental. Obviamente que o percentual que o Brasil investe em P&D (1,19% do PIB em 2010) ainda não é suficiente para chegarmos ao nível de maturidade esperada.

Sou otimista em relação ao país e fico satisfeito em ver tantas iniciativas de transformação dos negócios por meio da inovação. Esse movimento está sendo conduzido, principalmente, pelas multinacionais brasileiras, que vêm investindo maciçamente em tecnologia para alavancar suas operações e conquistarem novos mercados, tais como Petrobras, Vale, Usiminas, CSN, entre tantas outras.

O papel da TI nesse processo de mudança pela inovação é fundamental. Felizmente na Neoris temos a política de fomentar uma cultura de inovação, mudando e evoluindo para antecipar as necessidades dos nossos clientes. Quando implementamos um software de missão crítica em uma empresa de manufatura, por exemplo, como o que gerencia a linha de produção da fábrica e o integra aos demais sistemas da organização, temos que pensar que além de sua função principal ele também deve servir como uma ferramenta de inovação, que trará a reboque oportunidades de transferência de conhecimento e boas práticas.

Acredito que o Brasil de uma forma geral passa por um momento muito importante, tanto na esfera econômica quanto social. O poder de compra da população tem crescido, assim como o acesso à informação, o que consequentemente leva a uma maior exigência por parte do consumidor. Logo, as empresas têm de se adequar a esta nova realidade, utilizando muito mais a tecnologia como algo inerente ao seu negócio.

Já estamos vivenciando o que os especialistas chamam de ‘terceira onda de tecnologia’, com a explosão dos dispositivos móveis (sobretudo smartphones e tablets). A era da mobilidade já chegou e traz consigo novas demandas por soluções especialmente criadas para esse ambiente. Há uma sensível mudança de hábitos de consumo e da relação das pessoas com o ambiente móvel, com as redes sociais corporativas, os meios eletrônicos de pagamento, a migração de tudo que era papel para o formato digital, o armazenamento de dados fora do ambiente físico (cloud computing). Em resumo, vivemos uma nova era, na qual a forma de se utilizar a tecnologia será cada vez mais um fator determinante para o sucesso ou o fracasso de uma organização.

Internautas ganham dinheiro com blogs no norte do Espírito Santo

Nessa semana foi ao ar a entrevista que havia concedido a TV Gazeta (afiliada da Rede Globo aqui no Espírito Santo).

A entrevista foi inserida na série “Mundo Digital” que passou durante a semana, abordando vários temas sobre a internet e sua utilização e a minha reportagem passou na quinta-feira (01/03/2012).

Se você não assistiu a reportagem ou não é do Espírito Santo, você pode conferir a matéria no link abaixo.

•Internautas utilizam blogs para ganhar dinheiro, no norte do ES

Alguns esclarecimentos se fazem necessários para que você entenda alguns pontos que foram citados na reportagem:

1- Essa entrevista foi gravada no mês de dezembro de 2011

2- Ser blogueiro é uma profissão como outra qualquer, ou seja, alguns iram se adequar mais facilmente que outros, e muitos não serão bons profissionais nessa área

3- Realmente hoje ganho, no mínimo, 5 vezes mais que no meu emprego no serviço público, com todas as atividades que realizo nos blogs, como publicidade, consultoria em criação, desenvolvimento e monetização de sites e blogs e outros serviços que presto, relacionados a blogs

4- Hoje não sou só blogueiro, sou também professor universitário na rede Pitágoras (período noturno), mas quando me desliguei do meu emprego público ainda não estava na faculdade, então sai mesmo para ser ProBlogger (blogueiro profissional)

5- Recebi alguns e-mails depois da reportagem me perguntando se ministro cursos para criação de blogs. No momento não, mas estou pensando seriamente em começar essa atividade. No momento o que sugiro é que leia meus e-books, que já irão lhes ajudar a entender como criar um blog de sucesso e ganhar dinheiro com ele e se precisar, contrate uma de minhas consultorias



Relação de blogs que mantenho no momento

Para os que ainda não conhecem todos os meus projetos, segue uma pequena relação:

•GF Soluções – Esse blog em que você lê esse artigo. Foi meu primeiro blog e já falei aqui sobre vários assuntos, mas no momento utilizo ele para abordar assuntos relacionados a blogosfera, redes sociais (Twitter, Facebook, Google+, Pinterest) e web 2.0 em geral


•Quero Criar um Blog - Blog que conta com outros autores e fala sobre dicas para criação de blogs. Nos artigos falamos também sobre como ganhar dinheiro com blogs, como aumentar as visitas e muito mais

•Revista Blogosfera – Revista gratuita, em pdf, com artigos de vários blogueiros ensinando como tornar seu blog melhor. Foi uma iniciativa minha, que depois contou com a participação do Leonardo Machado e do Jota Fagner.

•Mundo do Futebol – Blog com assuntos relacionados a paixão nacional, o futebol. Esse projeto teve mais de 1 milhão de visitas em 2011 e conta com vários autores que escrevem sobre futebol.

•GF Cursos Grátis – Blog que divulga cursos gratuitos encontrados na internet.

•Celular 4 Chips – Nesse blog minha esposa (Penha Pauli) e o Gladson Costa escrevem sobre celulares e outras tecnologias.

•Celular Android – Nesse blog minha filha mais velha (Débora) escreve sobre o mundo do Android (celulares, jogos, aplicativos, notícias).

•Oportunidade Profissional – Aqui você encontra artigos relacionados a profissões, vagas de emprego, concursos públicos e muito mais. Meu irmão, Ryan Carlos Freitas, é quem comanda os artigos, na sua grande maioria.

•Como Trabalhar – Como queria deixar os artigos no GF Cursos Grátis apenas voltados para cursos gratuitos, criei o Como Trabalhar para relacionar os artigos de vagas de emprego.

•Gustavo Freitas.Net – Esse não é propriamente um blog, mas uma página na internet onde relaciono meus projetos online, como os blogs, e-books e divulgo minhas consultorias. Então se você quer saber um pouco mais sobre meus projetos ou contratar uma de minhas consultorias, o lugar é esse.

Para esse ano pretendo lançar, pelo menos, mais 1 blog. Já estou em estudos e ele deve ir ao ar até o mês de abril. Se você tem alguma ideia para um blog, entre em contato, quem sabe podemos ser sócios no “negócio”?

domingo, 4 de março de 2012

Zynga quer se afastar do Facebook?

Atualmente vinculada ao Facebook, empresa permitirá que os usuários joguem eu seu próprio site, sem se desligar totalmente da rede social.

A Zynga irá lançar sua própria plataforma de games e pretende a abrir para desenvolvedores terceirizados, de acordo com um anúncio feito pela companhia essa semana. O novo site deve chegar “ainda este mês” e será disponibilizado em 16 línguas, inclusive português,conforme o comunicado da empresa.

A criadora de títulos como “FarmVille” e “Mafia Wars” terá seu próprio site, no qual os usuários poderão logar e jogar com seus amigos. Os títulos atualmente são acessados apenas no Facebook, Yahoo e outros poucos endereços, assim como em smartphones. Em uma grande mudança, a empresa irá permitir que outras pessoas desenvolvam títulos que rodem em sua plataforma, incluindo MobScience, Row Sham Bow e Sava TransMedia.

Isso não significa que a empresa está deixando o Facebook: a companhia afirmou que a plataforma será “totalmente integrada” à rede social, permitindo que os usuários comecem um jogo no site e continuem do ponto que o deixaram diretamente no Facebook, por exemplo. Todavia, a estratégia dará à Zynga mais independência em relação ao site de Mark Zuckerberg, local no qual os games ganharam notoriedade.

Diferentemente do que acontece no Facebook, o futuro site da Zynga permitirá que os gamers conversem com seus amigos e façam pedidos em relação aos games sem deixar a tela dos aplicativos. A Zynga mostrou planos para abrir seu próprio website (que possuía o codinome Projeto Z) pela primeira vez em outubro do ano passado. Todavia, a versão final do site levará o nome da companhia, zynga.com.

Os primeiros relatórios de lucros da Zynga como uma companhia pública em fevereiro mostraram como a empresa ainda é dependente da rede social. A receita anual foi afetada quando a empresa foi obrigada migrar para os créditos do Facebook, por exemplo. Por outro lado, a desenvolvedora de games também faz muito pela rede social de Mark Zuckerberg. Em janeiro, quando o Facebook fez a primeira investida para a oferta pública de ações (IPO), dados mostraram que cerca de 12% da receita do site depende exclusivamente da Zynga.

Brasil deve ter "internet a cobrar" em março

Projeto foi anunciado na Campus Party pelo ministro das comunicações, Paulo Bernardo

"O internauta entra no site de uma empresa para fazer uma reclamação ou solicitar algum atendimento e esse acesso é subsidiado pela empresa", explicou o ministro


O Ministério das Comunicações, juntamente com a Anatel e o NIC.br, estão trabalhando em um projeto de conectividade à cobrar, cujo piloto deve ser iniciado ainda no primeiro trimestre deste ano. A informação é do próprio ministro das comunicações, Paulo Bernardo, que nesta terça-feira, 7, participou de um painel na Campus Party, evento de internet realizado em São Paulo.

Fazendo uma analogia, o serviço seria equivalente à popular ligação a cobrar, cuja tarifa é paga pelo receptor ou destinatário da chamada telefônica. Só que neste caso, o serviço em questão seria o de internet. Segundo o ministro, o piloto do projeto deve acontecer na primeira quinzena de março, na região de Varjão, em Brasília.

“A ideia é criar uma conexão não tarifada, assim como já existe na telefonia. O internauta entra no site de uma empresa para fazer uma reclamação ou solicitar algum atendimento e esse acesso é subsidiado pela empresa. É uma espécie de 0800 digital”, explica. “É importante lembrar que esse serviço não vai eliminar o 0800 telefônico, apenas complementá-lo. Pode ser uma boa alternativa para bancos, que têm o interesse de estimular o acesso eletrônico e a redução de custos operacionais, e outras centrais de call center”.

O ministro não quis dar mais detalhes sobre o projeto, alegando que ainda há muito a ser analisado na área de domínios, acessos a sítios e transações a cobrar, mas ressaltou que a tecnologia para isso já existe e foi desenvolvida em conjunto por técnicos do Minicom, Anatel e NIC.br.

A ideia, vale lembrar, não é nova. Em 2000, para aliviar o efeito dos chamados "sumidouros de tráfego" (denominação dada aos grandes portais que utilizavam acesso discado), a Anatel chegou a trabalhar em uma proposta de um código específico para internet, com tarifação diferenciada. O projeto era chamado de 0i00. Essa mesma ideia foi recuperada em 2008 pelo ministério e pela Anatel, mas sem efeitos concretos, e agora parece estar de novo na pauta.