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sexta-feira, 23 de março de 2012

Brasil passa a França e se torna sétimo maior mercado de internet

Segundo comScore, Brasil registrou 46,3 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2011 e deve superar Índia em breve.



As atividades em portais de notícias e em redes sociais, em especial no Facebook, aumentaram o número de visitantes únicos brasileiros na web para 46,3 milhões em dezembro de 2011, o que fez o Brasil superar a França e se tornar o sétimo maior mercado de internet no mundo. Os dados, divulgados hoje pela comScore, mostram que o Brasil deve superar a Índia em breve, mas ainda está bem atrás de países como China, Estados Unidos e Japão, que ocupam os três primeiros lugares do ranking, respectivamente.

Segundo Alex Banks, diretor-geral da comScore para o Brasil, os números consideram apenas os internautas que acessam a web a partir de casa ou do trabalho e que tenham 15 anos ou mais e foram colhidos no segundo semestre de 2011.

Como os dados desconsideram os visitantes únicos provenientes de dispositivos móveis e de computadores localizados em lan houses, Banks estima que o Brasil já deva estar entre os maiores mercados de internet do mundo. “Talvez, quando incluirmos os dados de dispositivos móveis e lan houses, o Brasil chegue a 85 milhões de visitantes únicos”, diz Banks.

O Brasil também está em quinto lugar em tempo gasto na web, de acordo com o estudo. Só na região Sudeste, que concentra 50% de toda audiência da internet no País, o tempo gasto navegando na internet é de 23,5 horas por mês. A região Sul, que representa quase 20% da internet no Brasil, é a que tem maior número de horas gastas na web, com 26,8 horas ao mês. “As pessoas estão passando um período conectadas a web por meio do smartphone no Sudeste, então o número de horas é ainda maior”, diz Banks.

Entre as atividades mais realizadas na web, segundo a comScore, está o acesso a portais de notícias, com 39,2% do tempo total dos internautas. Em segundo lugar aparecem as redes sociais que, em dezembro de 2011, já representavam 23% de todo o tempo gasto na web no País. “A audiência das redes sociais cresceu 174% entre 2007 e 2011, o dobro do crescimento total da internet”, diz Banks. Os jovens com idade entre 15 e 24 anos são os que mais passam tempo conectados a sites de relacionamento, mas o número de pessoas com mais de 55 anos é o que mais cresce.

Assistir a vídeos por streaming se tornou uma das atividades online mais importantes em 2011, quando a audiência dos sites de vídeo aumentou 74%. O Google lidera o ranking de sites de vídeos com maior audiência, com 42 milhões de visitantes únicos, enquanto o Facebook está em sétimo lugar, mas apresenta crescimento rápido. “Os homens com idade inferior a 35 anos são os que mais gostam de assistir vídeos na web”, diz Banks.

Facebook continua crescendo

A rede social Facebook, que chegou a 805,6 milhões de visitantes únicos em dezembro de 2011, continua a crescer no Brasil. De acordo com a comScore, a rede social aumentou sua audiência em 187% em apenas um ano e, com isso, o Brasil ficou em segundo lugar no ranking de países que registraram maior crescimento em audiência do Facebook.

No último ano, as pessoas também passaram mais tempo conectados ao Facebook. Em dezembro de 2010, cada visitante único passava, em média, 37 minutos conectado ao site por mês; em dezembro de 2011, a média de tempo gasto no Facebook aumentou para 4,3 horas ao mês. O Orkut, que era a rede social mais popular do Brasil até ser ultrapassada pelo Facebook no ano passado, apresentou crescimento de apenas 5% na audiência no mesmo período.

Outras redes sociais que apresentaram grande crescimento no Brasil em 2011 foram o Tumblr, que aumentou o total de visitantes únicos em 206% e o LinkedIn que cresceu 79% no mesmo período. O Brasil também é apontado pela comScore como quarto maior mercado para a rede social Google+, com 4,1 milhões de visitantes únicos. Nos Estados Unidos, o Google+ tem 20 milhões de visitantes únicos.

Audiência a partir de tablets e smartphones cresce

O uso de tablets e smartphones para acessar a web também cresce a passos rápidos, segundo a comScore. Em maio de 2011, apenas 0,6% de toda a audiência da internet no Brasil era formada por estes dispositivos. O número aumentou para 1% em agosto de 2011 e, menos de seis meses depois, aumentou para 1,5% do tráfego total da internet no País.

Da audiência total originada em dispositivos móveis, os tablets representam 42%. O iPad é o dispositivo mais usado no Brasil para acessar a web, com 91% dos visitantes únicos registrados pela comScore. O iPhone lidera com 35% da audiência gerada a partir de smartphones, seguido pelo Android, com 31,4%, e dos celulares básicos, com 23%.

Para fazer o estudo, a comScore monitora o comportamento na web de 2 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo cerca de 100 mil brasileiros

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Saiba o que fazer no caso de perda ou roubo de celular, notebook ou tablet

Os dispositivos móveis que carregamos, como notebook, tablet ou celular, tem cada vez mais capacidade de armazenamento e permite acesso fácil a diversos serviços pela internet. No entanto, existe um risco de que esses equipamentos sejam perdidos ou roubados, e é preciso se preocupar com a segurança dos dados caso isso aconteça. Saiba como na coluna de hoje.

No caso de perda ou roubo de um dispositivo, o que se deve fazer é trocar imediatamente todas as senhas de todos os serviços. Por comodidade, é muito comum que uma senha fique armazenada no navegador de internet, por exemplo. No celular ou no tablet, onde a digitação de senhas é lenta e incômoda, é ainda mais comum deixar uma ou mais contas de e-mail e de outros serviços cadastradas.

Essas senhas precisam ser trocadas imediatamente. E não é verdade que os recursos de bloqueio do telefone ou a senha do usuário no notebook vão fazer alguma diferença. Não vão ajudar em nada.

Infelizmente, depois que o fato aconteceu, não há muita coisa que pode ser feita. Dados armazenados estarão perdidos definitivamente, a não ser que o computador ou celular seja recuperado.

Prevenção

É possível atuar na prevenção para ter recursos caso algo assim aconteça. Em celulares e tablets, ter algum recurso para o caso de o celular ser perdido ou roubado é tão importante que isso é oferecido na maioria dos programas de segurança para celular, inclusive os antivírus.

No caso do iPhone, que não tem antivírus, a Apple oferece, junto do iCloud, um serviço que permite rastrear o iPhone e enviar um comando para apagar remotamente os dados que estiverem armazenados no aparelho.

Para o Android, existe um grande número de apps que oferecem serviços. A maioria requer pagamento, inclusive os apps de antivírus como o Kaspersky e o Lookout.

Um app bastante completo e disponível gratuitamente é o Android Lost. Ele usa a conta do Google cadastrada no aparelho. Depois, basta fazer o login no site AndroidLost.com e usar os diversos recursos, que incluem um alarme que ignora o modo silencioso, a captura de fotos com a câmera frontal ou traseira e até um recurso experimental que pode permitir a recuperação dos dados armazenados no celular.

O Android Lost também pode, claro, apagar completamente todos os dados da memória do aparelho. A função deve ser ativada o quanto antes após o roubo, já que, se o aparelho for desconectado da rede, os dados ficarão inacessíveis.

Para notebooks, a melhor saída é utilizar algum tipo de criptografia nos dados do aparelho. O TrueCrypt é capaz de fazer isso muito bem. Se a versão do Windows no notebook for a “Ultimate”, é possível usar o recurso chamado BitLocker, que também irá tornar os dados do notebook inacessíveis no caso de roubo.

Usando o TrueCrypt ou o BitLocker, basta armazenar os arquivos sensíveis em uma unidade protegida. Com isso, os dados ficarão indisponíveis no caso de roubo ou perda. Ainda será preciso trocar senhas armazenadas.

É possível instalar algum software que irá facilitar a recuperação dos dados presentes no notebook após o roubo ou mesmo o rastreamento do computador. Mas a chance de isso não funcionar – por não haver conexão com a internet, por exemplo – é bastante grande. O melhor é fazer uma estratégia de backup: faça cópias frequentes dos dados que estão armazenados em todos os seus eletrônicos, para no caso de perda, roubo ou falha de disco, nenhum dado seja perdido.

Diga adeus ao botão Iniciar do Windows

Tela da última build do sistema mostra a ausência do botão que marcou época no sistema.


O “Menu Iniciar”, um dos maiores símbolos do Windows, parece estar a ponto de ser aposentado. A página Neowin.net teve acesso a algumas telas do novo build do sistema, o 8220, que curiosamente mostra o sumiço do botão.

Contudo, aparentemente a função do botão ainda existe. Ao invés da órbita com o símbolo do Windows, como aparece no 7, agora o menu poderá ser acessado ao levar o mouse até o canto da tela, ou com algum gesto determinado, caso o sistema esteja rodando em um tablet.

Dessa forma, o uso da barra de inicialização rápida parece que vai ser tornar ainda mais imprescindível se você quiser ter acesso fácil aos seus principais aplicativos.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

IBM vai às compras na área de mobilidade



A IBM anunciou nesta terça-feira, 31/01, um acordo para adquirir a Worklight, empresa israelense, especializada no desenvolvimento de software e aplicativos para smartphones e tablets. Os valores da transação não foram revelados.

Com a aquisição, a IBM pretende ampliar a sua oferta de serviços no formato de aplicativos móveis, como serviços de gestão, segurança, e serviços de integração de smartphones e tablets de pessoas físicas aos sistemas corporativos das companhias, informou a IBM em comunicado.

Em um estudo recente conduzido pela IBM com mais de 3 mil executivos de tecnologia da informação (TI) de todo o mundo, 75% apontaram soluções de mobilidade como prioridade de investimentos em TI neste ano.

A Worklight fornece aplicações móveis para indústrias de diferentes setores, incluindo serviços financeiros, varejo, tecnologia, turismo e área hospitalar. A empresa desenvolve aplicações que permitem criar e executar páginas no formato HTML5 em smartphones e tablets, reduzindo o tempo de adaptação de páginas da internet para acesso em dispositivos móveis.