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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Polaroid pode lançar tablet 3D que dispensa o uso de óculos especiais

Modelo deve vir equipado com tela touchscreen de 10 polegadas, Android 4.0, Wi-Fi e 4 GB de memória interna.

A Polaroid, marca que tornou-se conhecida pelas icônicas câmeras fotográficas desde a década de 1930, parece ter novos rumos para boa parte de seus produtos. Segundo o site TabTimes, a empresa cogita a possibilidade de lançar um tablet Android com display 3D, sem a necessidade de usar óculos especiais.

O modelo deve vir equipado com uma tela sensível ao toque 3D de 10 polegadas, com resolução de 1024×768, e com a nova versão do sistema operacional do Google, o Android 4.0 (Ice Cream Sandwich). Além disso, terá processador ARM de 1.5 GHz, 512 MB de memória RAM, rede Wi-Fi, 4 GB de memória interna com suporte para até 3GB de espaço adicional, entrada para cartão de memória, saída HDMI e reprodução de vídeos em alta resolução (1080p).

O site ainda afirma que a Polaroid já recebeu encomendas do novo produto, e está vendendo por US$ 328 cada unidade (cerca de R$ 625 na cotação atual). No entanto, o nome e a data para um lançamento oficial do dispositivo não estão confirmados nem para a Europa e nem para os Estados Unidos.

No passado, outros sites já levantaram a hipótese de que a Polaroid estaria realmente lançando um tablet. A diferença é que, nos rumores antigos, ele viria com tela de 7 polegadas (800×400 de resolução), processador ARM de 1 GHz, 4 GB de armazenamento interno, 512 MB de memória e sistema operacional Ice Cream Sandwich.

Google lança atualização para emulador de aplicativos Android

Android SKD agora tem GPU integrada e apresenta melhor desempenho na emulação de CPUs, oferecendo melhor desempenho para rodar games.



A Google trouxe algumas novidades no mês passado, mas nesta semana a lançou uma atualização para o seu software de desenvolvimento (SDK) de aplicativos Android. A edição traz melhorias e novos recursos, como o suporte embutido para a GPU (unidade de processamento gráfico), que permite executar com maior qualidade os apps no emulador, segundo o blog Android Developers.

O software agora é mais realista, contando com maior uso de animações e outros efeitos de exibição, para oferecer melhor execução de aplicativos mais pesados, como os jogos.

A atualização também traz maior desempenho na emulação de CPUs e suporte a recursos de hardware. É possível que no futuro, a Google adicione ao kit de desenvolvimento simuladores de bluetooth e da tecnologia de pagamentos NFC (Comunicação de Campo Próximo).

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Porque é que os óculos da Google mudarão tudo




Confesso que fiquei de boca aberta quando ví o vídeo promocional dos Óculos do Google. Como muitos, estáva um pouco apreensivo sobre esses óculos, achava que seia algo fossem bem intrusivo, bombardeando-nos com informação confusas e complexas bem na frente dos nossos olhos, mas parece que o sistema operacional e mesmo os óculos em si são bem inteligentes e por inclivel que pareça simplemente úteis. O que foi mostrado no vídeo é apenas o começo de algo imenso, estes óculos de realidade aumentada têm o poder de mudar o nosso dia-a-dia para sempre.

Vejam algumas considerações feitas pelo site Android Pit:

No carro


Imagine que está dirigindo o seu carro quando alguém lhe telefona, em vez de tirar os olhos da estrada, pode ver a informaçao sobre quem é que está a telefonar nos seus Óculos Google em tempo real, sem ter de olhar para o seu telefone, e dizer aos óculos que quer atender a chamada e consequentemente falar com quem quer que seja que lhe está a telefonar. Quando chegar a altura de desligar, não precisará de mexer um único musculo. Claro, provavelmente será mais seguro não falar ao telefone de todo, mas se o terá de fazer, será muito mais seguro fazê-lo com estes óculos.

Nas urgências


Para médicos, ter acesso aos Óculos Google poderá revolucionar o conceito das urgências. Suponhamos que os médicos consiguirão ter acesso a informação sem terem de se distrair com um computador, smartphone ou tablet. Poderão ver quais são os efeitos secundários de um medicamento, ter acesso a uma visualização em 3D de uma cirurgia antes de a realizarem, ou apenas ter acesso aos ficheiros do paciente. Isto tudo poupará tempo, e quem sabe, vidas.

Na sala de aula


Os óculos Google poderão ajudar estudantes a gravar vídeos das suas aulas para reverem depois. Aparentemente, a Google gostaria que as pessoas conseguissem tirar fotos e gravar vídeos apenas pressionando num botão na parte de cima dos óculos. Foi essa mesma característica que tem sido protestada por poder ser uma ameaça à privacidade, a AndroidPIT apenas acha que pode vir a ser extremamente útil em determinadas situações, como na universidade.

Na cozinha


Obviamente, o acesso a receitas sem ter de tocar num smartphone ou num tablet, será realmente útil quando as suas mãos estiverem cheias de massa ou quando estiver a mexer qualquer delicia que esteja a preparar. Conseguimos imaginar que converter medidas ou procurar onde é o supermercado aberto mais próximo também são tarefas que se tornarão muito mais fáceis com este dispositivo.

Nas compras


Imaginemos que a experiência de ir às compras nunca mais será a mesma – pode ser que consigamos ver trailers de filmes nos óculos antes de os comprarmos; ver como um casaco nos fica antes de o experimentar, e claro, ver sugestões de coisas que a Google ache que nós queremos. É claro que a Google irá de alguma forma fazer dinheiro com estes óculos e então supomos que irão ter anúncios.

6º da Tecnologia: O que é Jailbreak : E 100 motivos para você fazer isso no seu iPhone

O que é Jailbreak?

O Jailbreak tem como principal objetivo adicionar recursos extras a um dispositivo, seja por meio da instalação de softwares não autorizados ou pela habilitação de funcionalidades bloqueadas.

No caso do iOS, o Jailbreak visa permitir que os usuários de iPhones, iPads e iPods Touch tenham mais liberdade para utilizar seus aparelhos à sua maneira, sem limitações por parte da fabricante.

Porém muita gente associa o jailbreak do iPhone (ou iPad e iPod touch) à pirataria, pois o processo∑ deixa a plataforma aberta e torna possível instalar aplicativos não aprovados pela Apple.

Mas o site JailbreakMatrix resolveu combater essa imagem negativa ao mostrar na prática o que muda. Para isso, foi publicado um vídeo no último domingo, mostrando mais de cem motivos para efetuar o destravamento do sistema operacional do aparelho.

Dentre os benefícios, de acordo com o JailbreakMatrix, está a possibilidade de personalizar o aparelho com novas funcionalidades, como a capacidade de trocar de aplicativos com gestos (abandonando o botão Home), fechar todos os apps de uma vez só, usar o Facetime pela rede 3G, compartilhar arquivos via Bluetooth, e melhorar a compatibilidade com o recurso AirPrint.

Melhorias visuais também estão disponíveis, como a capacidade de alterar as animações dos ícones e organizar a disposição dos programas livremente na área de trabalho.

Reconhecimento facial é uma das possibilidades com o jailbreak (Foto: Reprodução)

Dentre os benefícios, de acordo com o JailbreakMatrix, está a possibilidade de personalizar o aparelho com novas funcionalidades, como a capacidade de trocar de aplicativos com gestos (abandonando o botão Home), fechar todos os apps de uma vez só, usar o Facetime pela rede 3G, compartilhar arquivos via Bluetooth, e melhorar a compatibilidade com o recurso AirPrint.

Melhorias visuais também estão disponíveis, como a capacidade de alterar as animações dos ícones e organizar a disposição dos programas livremente na área de trabalho.

Outra adição visual interessante é a inclusão de temas, por onde você pode, inclusive, deixar a tela inicial como a de um Android. Se preferir um papel de parede dinâmico, dá até para utilizar a câmera para exibir um efeito semelhante ao de realidade aumentada.

Claro, isso significa também um maior uso da bateria.

Siri continua em inglês, mas pode ter sotaque brasileiro (Foto: Reprodução)

Utilidades

De fato, donos de iPhones destravados conseguem desfrutar de funções antes apenas associadas a plataformas abertas, como o Android.

Como exemplo, é extremamente útil poder bloquear chamadas (é o fim daqueles números desconhecidos insistentes ligando nas horas mais convenientes), assim como propagandas chatas em apps gratuitos.

E se você quiser ficar no controle do uso do plano de voz e dados pelo telefone, também há apps com notificações de consumo avançados.

Os recursos já oferecidos pela Apple também podem ser incrementados.

O acesso à câmera pela tela de bloqueio pode ser personalizado com diferentes tipos de animações (ou mesmo trocar o atalho da câmera para acessar qualquer outro app). Se preferir, você também pode colocar a barra de multitarefas na Central de Notificações.

Outras boas adições são a possibilidade de anexar arquivos em mensagens a partir do próprio cliente de e-mail. Para o desbloquear a tela inicial do aparelho, é possível trocar o esquema padrão pelo desenho do tipo “conecte os pontos” do Android, ou escolher o reconhecimento facial pela câmera frontal.

Ou então você também pode tirar completamente a tela de bloqueio, deixando o acesso livre por meio do botão de home.

O jailbreak torna possível também se livrar de uma das amarras mais chatas da Apple: a utilização do iTunes.

Com ele, o usuário consegue carregar músicas sem precisar do programa no computador.

Mas, se preferir usá-lo, ao menos dá para sincronizar o iPhone por entre várias bibliotecas de máquinas diferentes.

O assistente pessoal Siri no iPhone 4S também pode ser modificado, ficando disponível por meio de comandos de voz. Ele também se torna disponível em inglês com 30 tipos diferentes de sotaque – incluindo o brasileiro, embora bem capenga – para a voz robotizada.

Infelizmente, não dá ainda para usá-lo inteiramente em português. Outras funções, como emulador de Nintendo, download de torrents e vídeos do YouTube, dock com cinco ícones (ou oito, por meio de rolagem) e aumento de sinal Wi-Fi são também exibidos no vídeo.

Segundo o site, há uma estimativa de mais de 10 milhões de aparelhos com jailbreak no mundo. A “apresentadora” do vídeo, inexplicavelmente com trajes mínimos, diz que o recurso “é 100% seguro, legal e de graça”. É verdade, mas é importante atentar para uma coisa: se na App Store alguns aplicativos com brechas de segurança passam de vez em quando, com a liberdade do jailbreak é bem provável que alguns programas possam comprometer a proteção do aparelho. Então, se optar pelo desbloqueio, tenha consciência na hora de instalar softwares de fontes bem confiáveis.


Nova versão do Android roda em somente 3% dos dispositivos

Muitos aparelhos ainda rodam a versão Gingerbread do sistema operacional da Google e a situação não deve mudar até o final deste ano, diz o portal Android Developers.



Com as atualizações sendo lançadas em momentos diferentes em todo o mundo, você pode estar curioso sobre a quantidade de aparelhos que já estão rodando o Android Ice Cream Sandwich, a versão 4.0 do sistema operacional da Google. O portal Android Developers publicou alguns dados informando que a nova edição do sistema já funciona em 2,9% dos dispositivos. Em janeiro, apenas 1,6% dos aparelhos usavam o Android 4.0.

A Platform Versions, onde os números foram publicados, é uma ferramenta usada por desenvolvedores para planejar quais versões do Android são melhores para criar aplicativos. A versão 2.3 do sistema, conhecida como GingerBread, ainda roda em muitos dispositivos atualmente. É provável que isso não mude até o final desde ano, quando mais dispositivos, até mesmo os de baixo custo, começarão a rodar a edição mais recentre do Android

terça-feira, 3 de abril de 2012

Produtividade: Sete pacotes Office para Android

Não faltam opções para quem precisa consultar e editar documentos, planilhas e apresentações. Veja as melhores em nossa opinião

Se você precisa (ou gosta de) levar trabalho pra casa, está com sorte: há uma enorme variedade de pacotes Office que permitem que você veja e edite seus documentos, planilhas e apresentações em um aparelho Android, seja um smartphone ou tablet. Conheça abaixo nossos sete favoritos, em ordem reversa. Ou seja, do menos para o mais útil.

7. Google Docs (grátis)

O popular pacote da Google permite ver e editar documentos, planilhas, apresentações, imagens e arquivos PDF armazenados em sua conta no Google Docs. Você também pode criar documentos e planilhas, mas não é possível criar apresentações. É possível copiar documentos da nuvem para o smartphone (opção Tornar disponível off-line), para que possam ser vistos ou modificados mesmo que você não esteja conectado à internet. Mas isso deve ser feito em cada documento que você quiser acessar offline, manualmente.

Infelizmente não é possível fazer o upload de documentos do smartphone para o Google Docs usando o app, embora seja possível fazer o upload de imagens, e os recursos de edição são muito básicos: na hora de criar um documento texto, por exemplo, não é possível nem mudar a fonte. Ao menos é possível deixar o texto em negrito, itálico ou sublinhado, criar listas (numeradas ou com bullets) e mudar a cor da fonte ou do fundo. Tabelas, notas de rodapé, controle de revisão, nada disso existe aqui.

6. Documents To Go (R$ 18,20)

Entre os principais recursos do pacote da DataViz estão a capacidade de visualizar, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, bem como visualizar arquivos PDF. É possível enviar documentos para o Google Docs, para que você possa vê-los e editá-los mais tarde em um PC. Um destaque é um aplicativo gratuito fornecido pela fabricante que sincroniza documentos criados com o Documents to Go entre um aparelho Android e um PC com Windows.

A compatibilidade com o Office deixou a desejar. O app não conseguiu exibir imagens armazenadas em documentos no formato .docx, e não mostrou gráficos ou imagens em planilhas nos formatos .xls e .xlsx. Além disso, não conseguimos abrir algumas apresentações no formato .ppt.

Considerando tudo o que o Documents To Go não faz, e o conjunto extremamente básico de recursos na ferramenta de apresentação, ele é caro demais.

5. Kingsoft Office (Free)

Este desconhecido permite ver, editar e criar documentos e planilhas, além de ver e editar apresentações e ver arquivos PDF. Se integra ao serviço Box.net e permite ver e editar documentos armazenados “na nuvem”. Infelizmente, não se integra com o Google Docs.

Nos testes de compatibilidade com o Microsoft Office o Kingsoft Office conseguiu abrir e exibir vários arquivos .doc, .docx, .ppt e .pptx, mas foi o pacote que teve mais problemas com arquivos do Excel (.xsl e .xslx), sendo incapaz de mostrar gráficos ou a formatação de células e tabelas em vários casos.

Ficamos desapontados com a falta de integração com o Google Docs, e a planilha é realmente limitada. Entretanto, quando usado num tablet tem uma interface eficiente, e serve como um visualizador razoável para arquivos do Word e PowerPoint. Para muitos, isso pode ser o suficiente. No geral é um programa que não se destaca muito, a não ser pelo preço.

4. OfficeSuite Pro 5 (R$ 5,46)

Permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, e também exibe arquivos PDF. Se integra ao Google Docs e permite ver e editar documentos armazenados online. A desenvolvedora, Mobile Systems, também vende módulos opcionais contendo dicionários que podem ser usados com seu produto.

O editor de textos se destaca por oferecer vários dos recursos que você espera encontrar em um programa similar no desktop. E a planilha inclui uma ferramenta útil e conveniente para auxiliar na criação de gráficos. Infelizmente ela teve dificuldade em mostrar gráficos e imagens embutidos em alguns arquivos .xls.

Embora o preço baixo seja um grande atrativo, a dificuldade do Office Suite Pro em lidar com imagens e gráficos em planilhas do Excel e os recursos mínimos na ferramenta de apresentações o colocam atrás de alguns dos outros programas que analisamos.

3. QuickOffice Pro (R$ 27,38)

Projetado especialmente para o uso em tablets, o QuickOffice Pro permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, além de exibir arquivos em PDF. Se integra a vários serviços de armazenamento online, como o Box.net, Dropbox, Huddle, SugarSync e Google Docs.

Entre seus destaques estão uma interface com uma barra de ferramentas unificada no editor de textos, planilha e ferramenta de apresentações, que fornece acesso rápido a recursos de formatação. Também permite ao usuário tirar uma foto usando a câmera do tablet ou smartphone e incorporá-la rapidamente a um documento ou apresentação que esteja sendo editado. A compatibilidade com o Office é ótima, e ele exibiu com sucesso todos os nossos arquivos de teste (em formatos como o .doc, .docx, ppt, .pptx, .xls e .xlsx).

A integração com vários serviços de armazenamento online, compatibilidade com o Microsoft Office e interface unificada entre os três aplicativos fazem do QuickOffice Pro um pacote que deve ser levado a sério. Mas infelizmente ele é caro quando comparado aos dois próximos concorrentes, que tem mais recursos.

2. Smart Office 2 (R$ 17,35)

Assim como seus concorrentes, este pacote permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, bem como visualizar arquivos em PDF, e pode acessar documentos armazenados em serviços como o Dropbox ou Google Docs.

Sua interface é bastante atraente, e mostra miniaturas das páginas do documento ou das folhas da planilha, organizadas como um carrossel. Também permite capturar imagens usando a câmera de seu aparelho, que podem ser inseridas em documentos. A compatibilidade com arquivos do Microsoft Office é ótima, e todos os arquivos que testamos foram abertos e exibidos corretamente.

Entretanto, o editor de textos não tem muitos dos recursos de formatação que estão disponíveis nos outros pacotes analisados. Gostamos de um recurso que permite arrastar blocos de texto ou imagens e movê-los entre documentos.

1. ThinkFree Office Mobile (R$ 15,87)

Feito para uso em tablets Android, o ThinkFree Office Mobile permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, além de exibir arquivos PDF. Pode acessar arquivos armazenados no Google Docs, e além disso a desenvolvedora, Hancom, oferece gratuitamente 2 GB de espaço em seus próprios servidores para que os usuários armazenem seus documentos.

A ferramenta de desenho permite o desenho à mão livre com a possibilidade de escolha da largura e cores da linha (e do fundo). Também tem um conjunto de 64 formas (shapes) pré-definidas, e permite a captura de imagens com a câmera do aparelho. Fotos e desenhos podem ser inseridos em um documento, planilha ou apresentação.

A compatibilidade com o Microsoft Office é ótima, e todos os nossos arquivos de teste foram abertos e exibidos sem problemas. Por causa de seu amplo conjunto de opções para criação de imagens, este pacote é uma ótima opção para quem precisa criar apresentações, especialmente quando usado em um tablet ou um smartphone de tela grande como o Galaxy Note. A ótima compatibilidade com o Microsoft Office e o baixo preço fazem do ThinkFree Office Mobile o melhor pacote office, no geral, para quem tem um aparelho Android.

Fonte Howard Wen

sábado, 31 de março de 2012

Android ultrapassará Windows e será sistema mais usado do mundo

Consultoria divulgou uma previsão que mostra que a Microsoft apresentará uma queda de mais de 10% nos próximos quatro anos; iOS ficará em terceiro.


Em 2016, o número de aparelhos com o sistema Windows será menor que a quantidade de aparelhos com o Android, da Google, segundo uma previsão da consultoria IDC. Em quatro anos, a liderança de mercado da Microsoft cairá de 36% para 25%, enquanto a concorrente terá um crescimento de apenas 2%, passando de 29% do domínio do segmento, para 31%, segundo informações do Daily Mail.

Apesar da queda, ao menos 90% dos PCs ainda rodarão o Windows. O aquecido segmento de smartphones deve crescer mais em relação ao de computadores, fazendo com que o sistema da Microsoft caia para a segunda posição mundial.




No ano passado, 916 milhões de dispositivos móveis e PCs foram vendidos em todo o mundo e esse número de continuar a crescer até 2016, segundo a previsão, atingindo 1.84 bilhão de unidades. Já o número de aparelhos com o sistema iOS, da Apple apresentará um aumento dos atuais 14,6% para 17,3%.

Mesmo com o lançamento de tablets com o Windows 8, previstos para este ano, a consultoria IDC ainda prevê uma “mudança dramática” para os aparelhos Android. O baixo preço e o grande número de dispositivos rodando o sistema da Google devem ser as razões para a predominância sobre o Windows.

No ano que vem, 1.1 bilhão de aparelhos smart (com conexão à internet) serão vendidos em todo o planeta, mantendo a média de crescimento anual de 15,4%.

“Estamos em uma era de diversos dispositivos e acreditamos que a quantidade de pessoas que usam mais um de aparelho continuará a crescer”, declarou o vice-presidente de clientes e displays da IDC, Bob O’Donnell.

terça-feira, 6 de março de 2012

Android Robot é o navegador mais usado em dispositivos móveis

Pela 1ª vez em 12 meses, navegador nativo do sistema tirou a primeira posição do popular concorrente. No Brasil, o aplicativo da Opera manteve hegemonia.

A versão móvel do navegador Opera perdeu o primeiro lugar e agora o Android Robot é o aplicativo mais usado para navegar na internet em dispositivos móveis com o sistema, segundo dados da consultoria StatCounter.

De acordo com o Mashable, o navegador nativo obteve uma parcela de mercado de 22,7% em fevereiro. O Opera ficou em segundo, com 21,7%, seguido pelo Safari, exclusivo para iPhone, usado por 21% dos usuários de plataformas móveis em todo o mundo.

A Nokia e a BlackBerry ficaram em quarto e quinto lugar, com 11,2% e 6,5%, respectivamente.

O software da Opera, que manteve a posição de mais usado pelos últimos 12 meses, começou a perder popularidade em janeiro deste ano, enquanto o Android Robot e o Safari se saíram muito bem neste período de dois meses.


É importante lembrar que a versão móvel do popular Google Chrome foi lançado no mês passado e pode lutar pelo pódio dessa disputa. E é importante destacar que a navegação a partir de iPods Touch é considerada separadamente no gráfico da StatCounter, e que sua parcela de 4,3% não é insignificante.

Já no Brasil, o Opera manteve a posição de navegador mais usado, com 25,9%, seguido pelo navegador nativo da Nokia (23,85%). O Android Robot ficou com o terceiro lugar com 23% e o Safari foi usado por apenas 7,11% da base de internautas móveis.

Até 2019 Microsoft e Intel podem abrir falência! Culpa dos ARM

O que 1º de Abril adiantado?

Não realmente não.

A realidade é que os Tablets em especial os da Apple, Amazon e Samsung que estão no topo dos mais vendidos do mundo, com processadores ARM que em breve estão entrando nos mercado dos Notebooks para concorrer direto com os processadores do padrão x86.



Mas no que isso influencia no final da Microsoft ou mesmo da Apple?

Intel

Se perguntássemos, em 1995, para qualquer usuário de computador qual era o futuro da Intel, seria difícil encontrar alguém dizendo algo diferente de “sucesso”. Infelizmente a história está mudando e, a cada ano, fica mais claro que a empresa precisa mudar de visão se não quiser entrar para o plantel de fabricantes esquecidas pelo tempo.

(Fonte da imagem: divulgação/Intel)

A Intel jamais perderá terreno para outras concorrentes, mas temos vários motivos para dizer isso. Apesar de todos os indícios que mostram a tecnologia caminhando para o mundo dos portáteis, ainda há pouca movimentação da empresa para a fabricação de processadores ARM.

Essa arquitetura que está sendo explorada por Texas Instruments, Samsung, Qualcomm e NVIDIA tem conseguido resultados cada vez melhores e os principais eletrônicos da atualidade a utilizam (o que inclui os tablets e smartphones mais vendidos do mundo).

Os ultrabooks não ainda utilizam chips ARM.

Vale lembrar que há muitos rumores que afirmam que a versão portátil do Windows 8 não será compatível com processadores comuns, apenas com ARM.

Observando que o mundo caminha para os portáteis, dificilmente a Intel conseguirá manter-se na liderança do mercado nos próximos anos, a menos que sejam realizadas mudanças rápidas no posicionamento da empresa.

Há também a briga pelo mercado de processadores para notebooks e desktops. Mesmo com a Intel desfrutando de uma larga vantagem sobre a AMD, os resultados obtidos com os chips APU (que integram CPU e GPU em um único dispositivo) têm mostrado que a AMD pode voltar a sonhar com o topo do ranking mundial.

(Fonte da imagem: divulgação/Asus)

Enquanto os processadores Intel Sandy Bridge ainda não conseguiram fazer com que os jogos rodem com boa qualidade (sem a utilização de placas de vídeo externas), os últimos testes da AMD mostram que os processadores A8 podem rodar o game Crysis com detalhes e sem demandar placas gráficas.

Perdendo espaço no mercado de computadores e sem grandes expectativas para os portáteis, a Intel pode estar em seus últimos anos de vida. Repetimos: ou a Intel volta a se preocupar com pesquisas ou será absorvida pelo impiedoso mercado.

Microsoft

É indiscutível: o Windows é o sistema operacional mais utilizado no mundo. O problema é que, assim como a Intel, a Microsoft demorou muito tempo para perceber que o futuro está nos portáteis.

Mais do que isso, que o futuro está nas nuvens. Pois é, a empresa acomodou-se com o mercado e se esqueceu de que era necessário renovar-se.

Hoje, o número de usuários de computadores cresce muito pouco em relação ao número de consumidores que adotam sistemas portáteis. Por essa razão, o iOS e o Android conquistam muito mais corações do que Windows, Linux e Mac.

Notebooks e netbooks têm sido trocados por tablets e smartphones, que ainda oferecem jogos excelentes.

(Fonte da imagem: divulgação/Microsoft)

No segmento dos sistemas portáteis, o Windows Phone 7 ainda não conseguiu deslanchar. Mesmo com a parceria firmada com a Nokia, há poucos aparelhos disponibilizados para o sistema e poucos desenvolvedores parecem apostar fichas na Microsoft.

É necessário dizer que dificilmente alguma empresa conseguirá tirar o domínio da Microsoft no mercado dos sistemas operacionais para computadores, mas aos poucos esse segmento vai perdendo espaço e o império criado por Bill Gates pode realmente nunca mais possuir a força que já teve.

E você o que acha?

Os processadores ARM podem acabar com o x86?

A Intel vai conseguir emplacar novos super processadores?

domingo, 4 de março de 2012

Broadcom prepara chips para smartphones otimizados para Android 4.0

Sistemas em um Chip” altamente integrados poderão ajudar a reduzir o preço de aparelhos com o novo sistema da Google pela metade ainda em 2012.

A Broadcom anunciou nesta semana um novo conjunto de processadores para smartphones, compatíveis com redes 3G e especialmente projetados para tirar melhor proveito do Android 4.0, também conhecido como “Ice Cream Sandwich”. Os chips tem foco especial na melhoria do desempenho gráfico.

Baseados na arquitetura ARM e disponíveis em versões com um ou dois núcleos, os chips são voltados ao crescente mercado mundial de smartphones Android, e oferecerão aos fabricantes mais uma opção de baixo custo e bom desempenho. Todos os três modelos são “Sistemas em um Chip” (SoC, System on Chip) altamente integrados.

“O Ice Cream Sandwich é um salto espetacular em relação ao Gingerbread (a versão anterior do Android para smartphones), disse Bob Rango, vice-presidente sênior do grupo de mobilidade e wireless na Broadcom. “No Android 4.0 o desempenho gráfico é mais importante que o desempenho do processador”, diz Rango. “Nossa GPU é tecnologia própria, e está de acordo com o padrão OpenGL”.

Outra otimização é o suporte a “dual-band Wi-Fi”, ou seja, redes que operam a 5 GHz, além da frequência mais comum de 2.4 GHz, e suporte à especificação Wi-Fi Direct da Wi-Fi Alliance, que permite uma conexão direta e segura entre dois aparelhos sem a necessidade de um ponto de acesso ou roteador como intermediário. Um smarpthone pode se conectar diretamente a uma TV, Tablet ou PC Desktop, por exemplo, para compartilhar um vídeo.

Os novos chips também implementam o novo padrão Bluetooth 4.0 e o protocolo Bluetooth Low Energy (BLE). Segundo Rango, este protocolo permite que um periférico Bluetooth funcione com uma bateria menor que uma moeda de um centavo durante um ano, e é voltado para uso com equipamentos de telemetria e monitoramento, que poderão compartilhar dados com um smartphone ou tablet.

O SoC BCM21654G é um modelo com um núcleo ARM Cortex A9 operando a 1 GHz, com um modem HSPA de 7.2/5.8 Mbps integrado e suporte a gravação e reprodução de vídeo em resolução VGA com baixo consumo de energia. Já os modelos BCM28145 e BCM28155 tem dois núcleos ARM Cortex A9 operando a 1.3 GHz, e modems HSPA+ de 21/8.8 Mbps.

O primeiro suporta gravação e reprodução de vídeo em 720p e o segundo em 1080p usando o que a fabricante chama de tecnologia VideoCore, que terceira o processamento das imagens para um co-processador, liberando a CPU para outras tarefas. A Broadcom diz que os chips tem o menor consumo de energia na reprodução e gravação de vídeo em alta-definição em sua categoria.

Comum a todos os modelos é um novo processador de imagem (Image Signal Processor), que suporta câmeras de até 42 MP, tem melhor desempenho ao capturar imagens em situações de pouca luz e um modo “wide dynamic range” para produzir imagens mais nítidas e com cores mais fiéis.

Em seus novos produtos a Broadcom adotou um processo de produção em 40 nanômetros, em vez do processo de 65 nanômetros da geração anterior, o que reduz o consumo de energia dos chips entre 40 e 50% e resulta em um produto mais compacto e integrado.

Segundo Rango smartphones equipados com seus novos chips estarão disponíveis nos próximos seis a nove meses. O executivo estima que o alto nível de integração dos SoCs, que exigem poucos componentes externos adicionais, irá tornar possível reduzir o preço dos aparelhos pela metade, para cerca de US$ 300, já na segunda metade de 2012.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ubuntu para Android é anunciado pela Canonical

“Ubuntu is the killer app for multi-core phones in 2012”

O Ubuntu for Android será mostrado ao público na semana que vem na Mobile World Congress.
 

Mark Shuttleworth acaba de anunciar o “Ubuntu for Android” em seu blog oficial. A alguns meses haviam muitos rumores de um “Ubuntu Fone” e hoje sabemos que não é um sistema Ubuntu para smarthphones.

O bacana deste anúncio é que o Ubuntu desktop terá total integração com seu smarthphone com o Ubuntu for Android. O desktop reconhecerá seu dispositivo automaticamente e vários programas serão integrados.
 
 


Requerimentos do Sistema:

Dual-core 1GHz CPU

Video acceleration: shared kernel driver with associated X driver; Open GL, ES/EGL

Storage: 2GB for OS disk image

HDMI: video out with secondary frame buffer device

USB host mode

512 MB RAM

Tacada de mestre!

Eu vejo esta ação da Canonical como uma jogada de mestre. Usar o Android é é muito inteligente. Nada de criar um sistema que competisse com o Android e isso poderia desagregar os usuários. Depois do Ubuntu TV, agora o Ubuntu for Android.

Bem-vindo hein? Mas…será que teremos o Unity nele? hehe



Google lançará óculos Android ainda em 2012


Segundo o site do New York Times, o Google está desenvolvendo uma espécie de “óculos inteligente”, que será capaz de transmitir informações de dispositivos móveis ou da internet diretamente para o globo ocular, em tempo real.

De acordo com vários funcionários anônimos do Google que estão próximos ao projeto, os óculos estão em desenvolvimento e estarão disponíveis no mercado até o final de 2012. As fontes afirmam que o produto foi concebido para custar algo próximo do valor médio dos smartphones mais avançados do mercado, ou seja, entre US$ 250 e US$ 600.

As fontes também informam que os óculos inteligentes do Google serão compatíveis com o sistema operacional Android, e basicamente vão atuar como pequenas telas projetoras, posicionadas a poucos centímetros do olho do usuário. O acessório também vai contar com uma conexão de dados 3G ou 4G, vários sensores de movimento, e conectividade GPS. Como era de se esperar, o Google se recusou a comentar qualquer informação sobre o projeto.


Os rumores do óculos inteligente do Google surgiram pela primeira vez em dezembro, quando Seth Weintraub, editor do blog 9 to 5 Google falou sobre o projeto pela primeira vez. Posteriormente, Seth descobriu mais detalhes sobre o produto, e nesse mês de fevereiro, ele afirmou que os óculos eram parecidos com modelos da Oakley. Weintraub também afirmou que o produto possui um sistema de navegação único, onde o usuário poderia navegar facilmente pelos menus de sua interface com simples movimentos de cabeça.

Os óculos também possuem uma câmera de baixa resolução integrada, para captar os objetos, pessoas e prédios em tempo real, e exibir as informações registradas sobre cada rua, praça, edifício e amigos que encontramos pelo caminho. As fontes de dentro do Google alertam que os óculos não foram projetados para serem usados constantemente, embora acreditem que os usuários mais “nerds” vão utilizar o dispositivo de forma constante. Mas a ideia é que o produto tenha um perfil de uso semelhante a um smartphone, ou seja, quando necessário.

Uma das principais pessoas envolvidas com o projeto é Steve Lee, o engenheiro do Google responsável pelo Latitude. Como resultado do seu envolvimento com o software de localização, ele é peça fundamental para o desenvolvimento da primeira versão comercial do óculos. Outro que esta liderando o projeto é Sergey Brin, co-fundador do Google, que segundo as fontes do NYT, está passando a maior parte do seu tempo no Google X Labs, um laboratório secreto próximo do campus principal do Google.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

iPad lidera no índice de satisfação de tablets

Um estudo feito pela empresa ChangeWave revela que o iPad, da Apple, é o líder no quesito “satisfação do usuário” em sua categoria. O estudo também mostra que mesmo com o avanço dos tablets Android, os usuários do iPad não pretendem deixar a plataforma da Apple tão cedo.

A pesquisa foi realizada em novembro do ano passado e foi realizada com usuários de tables dos principais sistemas do mercado. Segundo o estudo, 74% dos entrevistados disseram que estavam “muito satisfeitos” com o iPad, enquanto apenas 54% dos donos do Kindle Fire estavam com o mesmo nível de satisfação com o seu tablet. A média de clientes muito satisfeitos com os demais tablets citados combinados foi de 49%.

Segundo a pesquisa da ChangeWave, a diferença de 20% entre os usuários do iPad e do Kindle Fire está nas características que faltam no tablet da Amazon. O maior ponto de insatisfação dos usuários do Fire estão na ausência de um botão físico de controle de volume, uma baixa autonomia de bateria, ausência de conectividade com as redes 3G e baixa oferta de aplicativos. Já dentre os principais pontos de satisfação dos consumidores em relação ao tablet da Amazon, destacam-se o seu baixo preço e o tamanho da tela.


Apple e Amazon possuem objetivos distintos em relação aos dois produtos. A Apple foca na experiência do usuário, conquistando o consumidor no pós-compra, e indiretamente fazendo o consumidor o principal elemento da propaganda positiva do iPad. Já a Amazon se concentra em oferecer um produto de baixo custo, e pelos resultados da pesquisa os usuários já perceberam que “algo está faltando” quando usa o Kindle Fire.

A proposta funcionou bem em curto prazo, já que a Amazon vendeu mais de 6 milhões de unidades do Kindle Fire no último trimestre de 2011. Porém, com o passar do tempo, os usuários foram percebendo as diferenças entre ele o iPad, e como consequência, as vendas do iPad aumentaram, uma vez que as pessoas queriam usufruir daquela experiência de produto mais completa.

Esse reflexo pode se acentuar de forma mais clara se a Apple realmente lançar o iPad 3 em 2012 e, por causa do novo tablet, decidir reduzir o preço do iPad 2. Se a previsão acontecer, a vantagem do Kindle Fire em oferecer um tablet mais barato não será tão destacada assim, e a tendência é que as vendas dos tablets da Apple recebam mais impulso.

Por outro lado, a Amazon pode muito bem corrigir tais deficiências nas futuras versões do Kindle Fire, encontrando uma forma de realizar essas melhorias e manter a proposta de preço competitivo. O problema é que o padrão Apple de experiência de usuário está consolidado, e como clientes satisfeitos são clientes fiéis, a vantagem que a empresa de Cupertino conta em vendas futuras já é considerável.

Saiba o que fazer no caso de perda ou roubo de celular, notebook ou tablet

Os dispositivos móveis que carregamos, como notebook, tablet ou celular, tem cada vez mais capacidade de armazenamento e permite acesso fácil a diversos serviços pela internet. No entanto, existe um risco de que esses equipamentos sejam perdidos ou roubados, e é preciso se preocupar com a segurança dos dados caso isso aconteça. Saiba como na coluna de hoje.

No caso de perda ou roubo de um dispositivo, o que se deve fazer é trocar imediatamente todas as senhas de todos os serviços. Por comodidade, é muito comum que uma senha fique armazenada no navegador de internet, por exemplo. No celular ou no tablet, onde a digitação de senhas é lenta e incômoda, é ainda mais comum deixar uma ou mais contas de e-mail e de outros serviços cadastradas.

Essas senhas precisam ser trocadas imediatamente. E não é verdade que os recursos de bloqueio do telefone ou a senha do usuário no notebook vão fazer alguma diferença. Não vão ajudar em nada.

Infelizmente, depois que o fato aconteceu, não há muita coisa que pode ser feita. Dados armazenados estarão perdidos definitivamente, a não ser que o computador ou celular seja recuperado.

Prevenção

É possível atuar na prevenção para ter recursos caso algo assim aconteça. Em celulares e tablets, ter algum recurso para o caso de o celular ser perdido ou roubado é tão importante que isso é oferecido na maioria dos programas de segurança para celular, inclusive os antivírus.

No caso do iPhone, que não tem antivírus, a Apple oferece, junto do iCloud, um serviço que permite rastrear o iPhone e enviar um comando para apagar remotamente os dados que estiverem armazenados no aparelho.

Para o Android, existe um grande número de apps que oferecem serviços. A maioria requer pagamento, inclusive os apps de antivírus como o Kaspersky e o Lookout.

Um app bastante completo e disponível gratuitamente é o Android Lost. Ele usa a conta do Google cadastrada no aparelho. Depois, basta fazer o login no site AndroidLost.com e usar os diversos recursos, que incluem um alarme que ignora o modo silencioso, a captura de fotos com a câmera frontal ou traseira e até um recurso experimental que pode permitir a recuperação dos dados armazenados no celular.

O Android Lost também pode, claro, apagar completamente todos os dados da memória do aparelho. A função deve ser ativada o quanto antes após o roubo, já que, se o aparelho for desconectado da rede, os dados ficarão inacessíveis.

Para notebooks, a melhor saída é utilizar algum tipo de criptografia nos dados do aparelho. O TrueCrypt é capaz de fazer isso muito bem. Se a versão do Windows no notebook for a “Ultimate”, é possível usar o recurso chamado BitLocker, que também irá tornar os dados do notebook inacessíveis no caso de roubo.

Usando o TrueCrypt ou o BitLocker, basta armazenar os arquivos sensíveis em uma unidade protegida. Com isso, os dados ficarão indisponíveis no caso de roubo ou perda. Ainda será preciso trocar senhas armazenadas.

É possível instalar algum software que irá facilitar a recuperação dos dados presentes no notebook após o roubo ou mesmo o rastreamento do computador. Mas a chance de isso não funcionar – por não haver conexão com a internet, por exemplo – é bastante grande. O melhor é fazer uma estratégia de backup: faça cópias frequentes dos dados que estão armazenados em todos os seus eletrônicos, para no caso de perda, roubo ou falha de disco, nenhum dado seja perdido.

Google Chrome ganha versão para Android

Navegador tem como destaques o desempenho e a capacidade de sincronizar as abas abertas com o Chrome no desktop.

A Google anunciou nesta terça-feira uma versão do navegador Chrome para tablets e smartphones Android. Baseado no mesmo código do Chrome para PCs, a versão “mobile” tem como destaques a velocidade no carregamento das páginas e de resultados de buscas, suporte a um número ilimitado de abas, uma interface otimizada para trocar entre abas abertas e navegação privada.

Mas o recurso mais interessante é a capacidade de sincronizar o Chrome no desktop com o o smartphone: basta fazer “login” com sua conta do Google e cada aba que você abrir no PC irá aparecer na versão mobile. Favoritos também são sincronizados entre os navegadores.

No momento o Chrome para Android está disponível em versão beta (como é de praxe com produtos do Google) no Android Market e roda apenas em aparelhos com o Android 4.0, como os smartphones Nexus S e Galaxy Nexus. Assim como em lançamentos recentes, o acesso é limitado aos usuários de alguns poucos países, mas felizmente desta vez o Brasil está na lista, junto com EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Austrália, Japão, Coréia, México e Argentina.

Mais informações sobre o Chrome para Android estão disponíveis no Google Mobile Blog.