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sábado, 31 de março de 2012

Microsoft e Google divergem sobre como tornar a internet mais veloz

Microsoft e Google têm planos para o encontro da Internet Engineering Task Force (IETF) esta semana para tornar a Web – especificamente o protocolo HTTP – mais rápida.

A proposta da Microsoft inclui algumas das idéias do Google, mas há bastante diferença entre elas.

O HTTP comanda como os servidores e navegadores respondem a vários comandos. Digitar uma URL, por exemplo, envia um comando HTTP solicitando uma página web específica. A proposta SPDY, do Google, sugere quatro melhorias no protocolo atual para acelerar páginas da Web:

- emitir várias solicitações simultâneas

- priorizar pedidos

- comprimir cabeçalhos para diminuir o impacto de informações redundantes

- enviar dados a partir de servidores para clientes sem pedidos específicos

A equipe do Google assinala que o SPDY "tenta preservar a semântica existente do HTTP", um conceito que a Microsoft também afirma acreditar.

O projeto da Microsoft, chamado de "Velocidade+Mobilidade", acredita na manutenção da semântica, na integridade da arquitetura em camadas, e no uso de padrões existentes. Mas não concorda com boa parte do que o Google está sugerindo.

A Microsoft propõe a atualização do WebSocket para a criação e manutenção da sessão, e usar o SPDY para multiplexação e camadas de HTTP. O que difere as propostas está em suas últimas duas sugestões: "Esta proposta remove todos os controles de gerenciamento de congestionamento propostos no SPDY, de acordo com o princípio da preservação de uma arquitetura em camadas. Em vez disso, todas as questões referentes ao TCP na proposta SPDY deverão ser apresentadas ao grupo de trabalho competente para apreciação. Finalmente, esta proposta considera que o servidor push está fora do âmbito do HTTP 2.0 porque não é compatível com a atual semântica da HTTP."

Em linguagem simples, a Microsoft acredita que o Google está latindo para a comissão IETF errada. Em um post no blog da empresa, Jean Paoli escreveu: "Já existe um amplo consenso sobre a necessidade de tornar a navegação na web muito mais rápida. Acreditamos que as aplicações – não apenas os navegadores – deve ser mais velozes também. Mais e mais, as pessoas acessam serviços web via apps, além de seu navegador. Melhorar o HTTP deve também deve tornar a web móvel mais rápida".

No entanto, não está claro como a proposta da Microsoft vai fazer isso acontecer, enquanto a do Google, não.

FONTE: IDG NOW

sexta-feira, 23 de março de 2012

Opinião: Será o começo do fim para o Google?

A falta de capacidade da Google de aprender com os erros dos outros pode estar ambientando o palco para seu fracasso.

Recentemente li um post interessante escrito por um funcionário da Microsoft que havia deixado a companhia para juntar-se ao Google e depois retornou após descobrir que a grama não era tão verde assim lá do outro lado da cerca. O Google é bem conhecido por fornecer um dos melhores ambientes de trabalho do mundo, mas como muitas companhias que têm sido reverenciadas de forma similar, parece estar eliminando esse ambiente, pelo menos de acordo com este post. Tudo isto soou muito familiar e vejo no Google uma repetição de todos os erros catastróficos cometidos pela IBM, Apple, Microsoft, Netscape, Sun, e Yahoo em algum momento da história das comapnhias.

Deste grupo, a Microsoft sobreviveu, a IBM está quase restaurada e a Apple, na verdade, se tornou maior do que nunca, sugerindo que o padrão não precisa ser terminal. Mas a Sun, Netscape e possivelmente o Yahoo ilustram que esse pode ser certamente o fim de empresas que um dia foram bem sucedidas. Vamos dar uma olhada em como a falta de capacidade da Google de aprender com os erros dos outros está ambientando o palco para seu fracasso.

O blog Microsoft-Google-Microsoft

Várias vezes em minha própria carreira eu poderia ter escrito algo similar ao post que descreve como o Google perdeu sua forma. Ele conta a triste história de uma companhia que iniciou fundada com pó de fada e sonhos e que, de repente, teve de enfrentar duas realidades: perder o foco e começar a ser tornada obsoleta pelo Facebook. O que é interessante é que o escritor, James Whittaker, deixou e depois voltou para a Microsoft. Imagino que isto seja devido ao fato de a Microsoft estar em um estado estável, enquanto o Google está em transição, e transições são incrivelmente dolorosas e desmotivadoras, principalmente quando elas vêm à custa de queridos direitos.

Whittaker também conta a história de uma companhia que perdeu sua essência e que tem a necessidade desesperada de ser vista como bem sucedida. Uma companhia que interpretou errado o conselho de Steve Jobs sobre ter foco e simplicidade. O Google está simplificando e se focando nas pessoas, o que é algo consistente ao conselho de Jobs, mas a companhia parece ter pulado a parte sobre decidir no que eles são bons e focarem-se nisso. O Google ainda parece estar atrás da Microsoft, Apple ou, neste post, do Facebook.

A IBM agora está mais focada

Quando passei por um problema semelhante pela primeira vez, eu era um analista interno da IBM. A companhia dominava o mercado da tecnologia e estava operando atualmente sob o modelo que conhecemos por SaaS. De fato, era ainda mais avançado. Tudo era basicamente serviço. Líderes corporativos viram os computadores pessoais emergirem e a Apple crescer como uma ameaça. Responderam a essa ameaça através da criação do IBM PC e da formação de uma parceria com a Microsoft para formar um bloqueio para a Apple e então eles viram a Sun aparecer e decidiram sacrificar a estrutura principal no altar da computação cliente-servidor. Depois, identificaram a Microsoft como uma ameaça e decidiram fazer softwares terceirizados para a plataforma OS/2.

Cada tentativa de se tornar outra companhia enfraqueceu a IBM a um ponto onde a empresa quase foi à falência. Agora que a IBM mudou suas engrenagens e está se focando em ser a melhor IBM que ela pode ser, sem tentar parecer ser o Google ou o Facebook, suas ações estão sendo negociadas pelo preço mais alto do que eles já venderam.

A Microsoft ainda encara desafios

A próxima da lista é a Microsoft, a qual o sucesso foi ligado à terceirização de software. Os engenheiros de hardware nunca entenderam o software realmente e a grande ideia da Microsoft foi a de fornecer serviços terceirizados. Primeiro o fizeram para a Apple e depois para a IBM. O que, eventualmente, resultou no Windows. Contudo, a IBM ficou preocupada por estar tendo seu lugar tomado pela Microsoft, e então as duas companhias entraram em guerra. A Microsoft começou a vender diretamente para corporações.

Depois, a Microsoft viu a AOL como uma ameaça e criou o MSN, mas faltou a parte de Web nele e ele foi emboscado pelo Netscape. No processo, a Microsoft perdeu o foco nos usuários e nos OEMs. Começou a se preocupar com o fato de a Sony estar planejando transformar o PlayStation em um PC e então criou o Xbox, o que mais tarde alienou os OEMs e, basicamente, acabou com o negócio de jogos de computador.

Finalmente, o Google chegou e a Microsoft gastou bilhões tentando ser melhor que o Google. Mas a Microsoft não pareceu entender o modelo central do Google. O modelo uma vez imbatível de software terceirizado para a plataforma Windows já não era mais tão imbatível assim. A Microsoft continua, mas os OEMs que inicialmente fizeram a companhia imbatível agora estão usando o Google, e a Microsoft perdeu seu lugar no campo dos smartphones e tablets.

A Apple, que uma vez esteve perto de seu fim, agora está mais forte que nunca

A Apple, que começou como uma companhia de computadores pessoais, teve seu lugar inicialmente tomado pela Commodore, que se focava melhor no cliente, e quase chegou ao seu fim tentando ser uma melhor fornecedora de computadores para negócios. Após perder Jobs, a Apple pareceu ter se perdido, primeiro ao tentar ser como a Compaq, Sony/HP e então Microsoft. A companhia expandiu massivamente suas linhas de hardware e depois se aventurou em softwares terceirizados através do licenciamento com o MacOS.

A Apple estava apenas meses de distância de falir quando Jobs voltou. Ele reconcentrou a companhia nos negócios voltados aos clientes de computadores e então, prevendo que o crescimento do PC estava diminuindo e reconhecendo que acertaria a Microsoft em seu ponto fraco, passou para o entretenimento. O novo foco nos clientes e na excelência permitiu que a companhia recriasse a sua própria imagem. A Apple é a única empresa que, após perder seu foco, emergiu mais forte do que em sua melhor época.

O Netscape culpou a Microsoft equivocadamente

O Netscape foi o primeiro exemplo do que acontece ao esquecer sua essência. O Netscape era a Internet e, quando as pessoas inicialmente começaram a usar a Web virtualmente, todas elas utilizavam um produto Netscape. Mas o Netscape não conseguiu entender como fazer o que o Google eventualmente viria a fazer mais tarde: monetizar a Web da forma correta. No lugar disso, a companhia decidiu focar-se em eliminar a Microsoft.

Milhões de dólares foram gastos por muitas companhias nas últimas três décadas neste esforço de derrubar a Microsoft do que de qualquer outra estratégia fracassada, e isso ocorreu com quase todas as companhias. O que é fascinante é que quando você conversa com um ex-executivo do Netscape, ele irá muitas vezes dizer que a companhia foi retirada dos negócios pela Microsoft, a qual, em uma briga similar com o Google, não tem tido muito sucesso. Cada grande fracasso levou a uma decisão tomada pelos executivos do Netscape que era ligada, em grande parte, a algo que não tinha nada a ver com seu domínio da Internet.

O sol se pôs para a Sun ao passo que ela tentava ser a Microsoft

A Sun protagonizou algo similar ao efeito que o Google teve para a Microsoft com a IBM. A companhia foi, em grande parte, responsável por fazer a IBM esquecer seu modelo de sucesso e quebrar sua fórmula. Mas logo depois a Sun se fixou na Microsoft, criando uma estratégia que ‘comoditizava’ a indústria, ainda que não fosse conseguir sobreviver em um mercado de comodities. Resultado: a Sun causou uma quantidade significativa de danos a Microsoft, mas, durante esse processo, faliu.

A Sun foi um dos exemplos mais catastróficos do que ocorre quando uma companhia esquece seu propósito e foca-se excessivamente no modelo de outra companhia. Na realidade, a Sun deveria ter entendido que ela não era uma concorrente direta da Microsoft e sim ter identificado a IBM, HP e a crescente Dell como suas rivais primárias. A Sun estava em guerra com o modelo de terceirização que a Microsoft representava, mas em vez de seguir os passos da Apple e focar-se em concluir soluções e ser proprietária das mesmas a Sun tentou se transformar na Microsoft e foi paralisada no meio dessa transição.

Yahoo: A história mais triste de todas

Talvez a companhia que mais esteja sofrendo seja a Yahoo. Possuía redes sociais antes de começarmos a chamá-las de redes sociais. Ainda mais triste é o fato de que a AOL e a Compuserve (que se fundiram) também as possuíram, antes do Yahoo. O Yahoo se fascinou pelo Google, companhia na qual o Yahoo pôs um grande investimento. Mas em vez de alavancar a parceria e reconhecer que o Yahoo estava mais perto do objetivo de fornecer informações de propaganda de alto valor do que o Google (dado o envolvimento mais acentuado dos clientes), os executivos da companhia foram atrás do objeto brilhante além do Google e o perseguiram.

É irônico que o Facebook seja hoje a maior ameaça ao Google e tanto a Microsoft quanto o Yahoo não tenham sido nada além de um estimulo que manteve o Google focado na sua busca. De fato, vou argumentar que caso os dois tivessem evitado o negócio de buscas, o Google teria se tornado tanto regulado como um monopólio óbvio e vulnerável aos avanços na tecnologia que teria deixado passar.

O Yahoo perdeu sua essência completamente e foi forçado a processar o Facebook por causa de uma tecnologia que ele não utiliza mais. Em vez de ser uma fornecedora dominante de redes sociais a companhia é agora um exemplo patético do que acontece quando se perde sua essência.

A Google em negação, a beira do precipício

A Google está no negócio de propaganda e ainda assim parece estar em algum tipo de estado de negação. Todo o seu foco deveria estar centrado em encontrar maneiras de tornar as propagandas na internet mais rentáveis e em ser a fonte primária de gestão de receitas de propagandas para todos. Sua fórmula vencedora estava monetizando a Web, constituída na verdade por um super conjunto de propagandas. Mas é claro, institucionalmente, que a Google está em negação sobre a fonte real de seu sucesso.

A Google deveria ter trabalhado para ter a Microsoft e o Facebook como seus parceiros, não concorrentes. Julgando pelo blog do ex-funcionário da Google que nos botou para pensar, a Google parece estar deixando a ideia de se tornar a Microsoft e tentando se tornar o Facebook, e fracassando nesse processo.

O que é particularmente triste é que a Google parece ter vindo ao mercado com a ideia de ser uma anti-Microsoft, com a percepção implícita de que a gigante dos softwares era uma força do mal. Hoje, se você fizer uma busca nas duas companhias, você possivelmente encontrará referências durante os últimos cinco anos que denunciam que a Google está fazendo mais coisas ruins do que a Microsoft.

Essa busca sugere que nas melhores universidades (e a Google só contrata das melhores) eles simplesmente não ensinam muita história e, possivelmente, aparentam focarem-se em falar mal de quem esteja no poder, o que indica que a próxima geração possivelmente sairá da faculdade desejando acabar com a Google, bem como a geração do Google, que saiu desejando destruir a Microsoft, que por sua vez teve uma geração que entrou no mercado querendo tomar o lugar da IBM.

Será que o Facebook poderá evitar tais erros?

Dada esta tendência, o Facebook pode parecer ser a próxima companhia a cometer o erro de esquecer sua essência e focar-se excessivamente em outra companhia. A Pinterest começou a emergir como uma desafiante a coroa e, enquanto a Pinterest está no espaço do Facebook, seria tolo tentar ser uma Pinterest melhor se isso significasse abandonar tudo pelo o que o Facebook já é conhecido. Por hora, não há indicação de que o Facebook esteja cometendo esse erro, mas dado o histórico de outras empresas é fácil imaginar que ela eventualmente o fará, seja para ir atrás da Pinterest ou de alguma outra companhia.

Três passos fáceis para destruir uma companhia

A lição? Parece existir um caminho bem definido sobre como destruir uma companhia de sucesso. Tudo começa de dentro, com a companhia esquecendo sua essência ou deixando de entender a fórmula que criou o seu sucesso em primeiro lugar. Segue-se com um foco excessivo no concorrente, o que faz a companhia competir com aquele novo concorrente na zona de conforto do mesmo. Tudo isso termina com uma série de esforços mal executados e cada vez mais desesperados para se tornar a companhia que tanto os assusta.

Reciprocamente, existem três passos fáceis para garantir o sucesso. Conheça sua fórmula para o sucesso e a proteja. Concentre-se no objetivo – o cliente – não no competidor. E tente ver para onde o mercado está caminhando e chegue lá antes, o que normalmente significa que você precisará guiar o mercado para aquele objetivo.

A IBM e a Apple representam o que pode acontecer quando executivos esquecem a essência e, mais recentemente, elas são índices de como competir em um mercado que muda constantemente.

Seria sábio para os executivos atuais, particularmente aqueles do Google, darem um passo atrás e decidir se eles querem ser a próxima IBM ou Apple ou a próxima Netscape ou Yahoo.

Eu sei em qual lado eu gostaria de estar, ainda assim continuo a me surpreender com o número de executivos que estão fazendo estratégias que os colocam no caminho mal sucedido.

Como é aquele antigo ditado? Aqueles que não aprendem com a história estão condenados a repeti-la? Pode parecer que, a menos que algo mude, este possa ser o epitáfio do Google.

No centro deste padrão estão os conceitos de predisposição de confirmação, a noção de que favorecemos raciocínios que confirmam nossas crenças e uma armação para explicar porque o raciocínio muitas vezes resulta em decisões irracionais. Uma vez que você entenda isso, você poderá explicar porque os executivos cometem esses erros repetidas vezes.

Por Rob Enderle

Nokia registra patente de tatuagem que avisa sobre mensagens e ligações

A tatuagem seria feita com tinta desmagnetizada e receberia notificações vibratórias de chamadas e mensagens de texto do seu smartphone.

Parece coisa de filme de ficção científica, mas nossos corpos podem um dia se transformarem em extensões para smarphones e outros dispositivos. Ao menos é o que uma patente registrada recentemente pela Nokia dá a entender.

A fabricante finlandesa patenteou um material magnético que alertaria os usuários sobre ligações, de acordo com o portal Unwired View. O produto seria usado na superfície de nossa pele ou poderíamos fazer uma tatuagem com tinta ferromagnética.

Para isso, seria preciso desmagnetizar a tinta expondo-a a altas temperaturas. O tatuador teria que passar um imã externo sobre o material da imagem diversas vezes, aumentando a sensibilidade para alterar os campos magnéticos.

Terminado o processo, você receberia um alerta vibratório na sua tatuagem quando seu smartphone tocar. O aparelho pareado, que também precisa ter a função de emitir campos magnéticos, poderia até mesmo enviar diferentes tipos de vibrações para chamadas telefônicas, mensagens de texto ou outras vias de comunicação. E sim, você poderá desabilitar as notificações para que sua tatuagem não vibre e te acorde durante a noite.

O conceito é estranho, mas não é totalmente novo. Os projetistas têm sonhado com esse tipo de integração há anos: a PC World até mesmo analisou alguns exemplos junto com outros protótipos malucos de smartphones.

Os rumores dos óculos de realidade aumentada da Google seriam aparelhos que não estão distantes de lentes de contato inteligentes, que no que a Microsoft realmente vem trabalhando. Não é muito maluco imaginar um mundo em que, em vez de smartphones, usamos apenas tecnologias em nossos corpos, o que alguns diriam ser o princípio de Matrix.

Mas por enquanto, a tatuagem háptica da Nokia é apenas mais uma patente extrema que não vai se converter em produtos reais nos próximos anos, se é que um dia virá a ser. Ao menos é engraçado pensar nas possibilidades. Muito provavelmente isso acabaria com desculpas como “Não ouvi meu celular tocar” e “Não vi sua mensagem”.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Depois do Windows 8 já disponível para Download Windows Server 8 Beta

Como era de se esperar a Microsoft entra na era Cloud para arrasar.

Depois do lançamento do Windows 8 para Tablets e demais portáteis, agora disponível para download o Windows 8 Server.




Baseado no que há de melhor das versões anteriores, o Windows Server “8” possui centenas de novas funcionalidades e já causa boas impressões:

Nothing from Microsoft, and I mean literally nothing has ever been this ambitious.”

Jason Perlow – ZDNet

“Microsoft has grasped the fundamental truth about the transition to cloud.”

Richard Fichera – Forrester Research



“Windows Server “8″… takes your breath away…Features will be a boon for enterprises creating private clouds.”

Jonathan Hassel – Computerworld

Algumas funcionalidades a destacar:

· Virtualização

o Suporte a 160 processadores lógicos e 1.024 VM’s por host físico; suporte a 32 vProcs e 1TB de memória RAM por máquina vitual;

o Suporte a estruturas “multi-inquilinos”, ou multi-tenant, ideais para construções de Private Cloud;

o Virtual Fiber Channel para VM’s;

o Hyper-v Replica (replicação ilimitada de VM’s para soluções de disaster recovery);


· Gerenciamento

o NIC nativo de placa de rede;

o Thin Provisioning (ideal para ambientes VDI);

o Powershell 3.0;

o Server Manager totalmente redesenhado, com suporte a instalações múltiplas de funcionalidades, em vários servidores diferentes.

· Acesso de aplicações de qualquer lugar

o Unificação das funções RRAS e Directaccess;

o RemoteFX para ambientes WAN;

o Suporte a USB para sessões RDP;

· … e muito mais.

Teste agora mesmo!

1. Faça o download do beta;

2. Acesse nosso website atualizado com as informações técnicas a respeito do produto!

Mate a sua curiosidade sobre esse novo lançamento da Microsoft e baixe seu Windows 8 Server Beta para testar e avaliar esse novo lançamento Microsoft.

E se você é um dos poucos que ainda não baixou o Windows 8 Developer.

Estas e outras notícias você encontra em http://www.computersservicetecnica.blogspot.com/ e em http://www.legaisdaweb.com/

sábado, 10 de março de 2012

Mundo superou computador pessoal, diz ex-executivo da Microsoft

Ray Ozzie, o homem que sucedeu Bill Gates como visionário tecnológico da Microsoft, acredita que o mundo tenha superado o computador pessoal, o que pode ter deixado para trás a maior produtora mundial de software.

O computador pessoal, que serviu de fundação ao poderio da Microsoft e ainda determina seu desempenho financeiro, foi deixado para trás por poderosos celulares e tablets acionados por softwares do Google e da Apple, disse o antigo executivo da Microsoft.

"As pessoas discutem se estamos ou não em um mundo pós-PC. Não existe o que discutir: é claro que estamos em um mundo pós-PC", disse Ozzie em uma conferência sobre tecnologia promovida pelo blog tecnológico GeekWire, em Seattle, na quarta-feira.

"Isso não significa que o computador pessoal vai morrer, mas apenas que, nos cenários em que o usamos, deixamos de nos referir aos aparelhos como computadores e os designamos por outros nomes", acrescentou.

Ozzie estava fazendo seus primeiros comentários públicos sobre a Microsoft desde que saiu abruptamente da gigante da tecnologia, em 2010. Ele falou horas depois que Tim Cook, presidente-executivo da Apple, a maior rival da Microsoft, enfatizou a emergência do "mundo pós-PC", criado pelo iPad.

As vendas de celulares inteligentes já superaram as de computadores, e as de tablets estão se aproximando delas rapidamente. Ozzie, 56 anos, um programador lendário que desenvolveu o aplicativo de e-mail Lotus Notes nos anos 1980 e 1990, foi selecionado diretamente por Gates para o posto de vice-presidente de arquitetura de software da Microsoft em 2006, para fazer de sua capacitação em colaboração via Web a peça central do pensamento da empresa.

Ozzie teve papel central no projeto Azure, da Microsoft -o principal esforço da companhia no campo da computação em nuvem-, mas se demitiu quatro anos depois com a Microsoft ainda atrás da Amazon.com e Google em desenvolvimento para soluções na web.

"Meu trabalho lá era administrar mudanças. Bill (Gates) e Steve (Ballmer, o presidente-executivo) me pediram para estudar a companhia, descobrir o que não funcionava e tentar o melhor para consertar os defeitos", disse Ozzie.

"Estou feliz com algumas das mudanças que promovemos. A companhia mudou muito, avançou muito, e estou feliz sobre algumas coisas, mas impaciente quanto a outras", acrescentou.

Ozzie disse que o destino do Windows 8 determinará o futuro da Microsoft. A mais recente versão do sistema operacional funcionará em tablets com chips da ARM, e a Microsoft espera poder competir com o iPad, da Apple, e colocar a companhia de volta no topo da cadeia de consumo tecnológico.

Estas e outras notícias você encontra em www.computersservicetecnica.blogspot.com e em www.legaisdaweb.com



FONTE: Tecnologia Terra

terça-feira, 6 de março de 2012

Microsoft usa Kinect para criar PC com interface 3D e tela transparente

“Em parceria com a Samsung, equipamento coloca display à frente do teclado e permite rastrear movimentos da cabeça e dos olhos.




O Windows 8 parece trazer mudanças radicais em relação a todas as suas versões anteriores, contudo algumas possíveis novidades que a Microsoft está preparando em seus laboratórios de pesquisa deixa o novo sistema operacional no chinelo.

Pesquisadores do Grupo de Ciências Aplicadas da companhia de Redmond desenvolveram uma interface que é exibida em uma tela 3D; a tecnologia combina o novo display OLED transparente da Samsung, assim como os próprios sensores do Kinect. A soma de ambos permitiu aos especialistas criarem um desktop em três dimensões, no qual o usuário pode manipular e interagir a partir de gestos.

Os sensores do acessório do Xbox podem rastrear movimentos feitos com as mãos, assim como gestos feitos com a cabeça e olhos, ajustando a perspectiva da tela de acordo com o usuário. O que pode parecer mais estranho é que a tela é posicionada à frente do teclado, fazendo com que seja possível alternar entre a interação com objetos em 3D atrás da tela e a mais convencional, via teclado. E como a monitor é transparente o usuário consegue enxergar o que está digitando.

Obviamente, essa tecnologia é puramente experimental. Independentemente de algum dia esse conceito deixar as pranchetas ou não (e dependendo de quão práticas telas transparentes se tornem), fica claro que a gigante está procurando maneiras de que as pessoas possam, cada vez mais, interagir com seus computadores.

Até 2019 Microsoft e Intel podem abrir falência! Culpa dos ARM

O que 1º de Abril adiantado?

Não realmente não.

A realidade é que os Tablets em especial os da Apple, Amazon e Samsung que estão no topo dos mais vendidos do mundo, com processadores ARM que em breve estão entrando nos mercado dos Notebooks para concorrer direto com os processadores do padrão x86.



Mas no que isso influencia no final da Microsoft ou mesmo da Apple?

Intel

Se perguntássemos, em 1995, para qualquer usuário de computador qual era o futuro da Intel, seria difícil encontrar alguém dizendo algo diferente de “sucesso”. Infelizmente a história está mudando e, a cada ano, fica mais claro que a empresa precisa mudar de visão se não quiser entrar para o plantel de fabricantes esquecidas pelo tempo.

(Fonte da imagem: divulgação/Intel)

A Intel jamais perderá terreno para outras concorrentes, mas temos vários motivos para dizer isso. Apesar de todos os indícios que mostram a tecnologia caminhando para o mundo dos portáteis, ainda há pouca movimentação da empresa para a fabricação de processadores ARM.

Essa arquitetura que está sendo explorada por Texas Instruments, Samsung, Qualcomm e NVIDIA tem conseguido resultados cada vez melhores e os principais eletrônicos da atualidade a utilizam (o que inclui os tablets e smartphones mais vendidos do mundo).

Os ultrabooks não ainda utilizam chips ARM.

Vale lembrar que há muitos rumores que afirmam que a versão portátil do Windows 8 não será compatível com processadores comuns, apenas com ARM.

Observando que o mundo caminha para os portáteis, dificilmente a Intel conseguirá manter-se na liderança do mercado nos próximos anos, a menos que sejam realizadas mudanças rápidas no posicionamento da empresa.

Há também a briga pelo mercado de processadores para notebooks e desktops. Mesmo com a Intel desfrutando de uma larga vantagem sobre a AMD, os resultados obtidos com os chips APU (que integram CPU e GPU em um único dispositivo) têm mostrado que a AMD pode voltar a sonhar com o topo do ranking mundial.

(Fonte da imagem: divulgação/Asus)

Enquanto os processadores Intel Sandy Bridge ainda não conseguiram fazer com que os jogos rodem com boa qualidade (sem a utilização de placas de vídeo externas), os últimos testes da AMD mostram que os processadores A8 podem rodar o game Crysis com detalhes e sem demandar placas gráficas.

Perdendo espaço no mercado de computadores e sem grandes expectativas para os portáteis, a Intel pode estar em seus últimos anos de vida. Repetimos: ou a Intel volta a se preocupar com pesquisas ou será absorvida pelo impiedoso mercado.

Microsoft

É indiscutível: o Windows é o sistema operacional mais utilizado no mundo. O problema é que, assim como a Intel, a Microsoft demorou muito tempo para perceber que o futuro está nos portáteis.

Mais do que isso, que o futuro está nas nuvens. Pois é, a empresa acomodou-se com o mercado e se esqueceu de que era necessário renovar-se.

Hoje, o número de usuários de computadores cresce muito pouco em relação ao número de consumidores que adotam sistemas portáteis. Por essa razão, o iOS e o Android conquistam muito mais corações do que Windows, Linux e Mac.

Notebooks e netbooks têm sido trocados por tablets e smartphones, que ainda oferecem jogos excelentes.

(Fonte da imagem: divulgação/Microsoft)

No segmento dos sistemas portáteis, o Windows Phone 7 ainda não conseguiu deslanchar. Mesmo com a parceria firmada com a Nokia, há poucos aparelhos disponibilizados para o sistema e poucos desenvolvedores parecem apostar fichas na Microsoft.

É necessário dizer que dificilmente alguma empresa conseguirá tirar o domínio da Microsoft no mercado dos sistemas operacionais para computadores, mas aos poucos esse segmento vai perdendo espaço e o império criado por Bill Gates pode realmente nunca mais possuir a força que já teve.

E você o que acha?

Os processadores ARM podem acabar com o x86?

A Intel vai conseguir emplacar novos super processadores?

quinta-feira, 1 de março de 2012

Site Microsoft Your Account vai centralizar serviços da empresa

Com a nova página, credenciais e informações críticas sobre pagamentos poderão ser acessadas e modificadas em um só lugar.



A gigante de Redmond anunciou no início da semana o seu mais novo site centralizador de contas, o Microsoft Your Account. Assim como o Google Accounts, a nova página deve manter dados pessoais utilizados por vários serviços da empresa em um só lugar, incluindo as contas do Xbox, Windows Phone, Hotmail, Zune e muitos outras.

Desta forma, dados de pagamentos, cartão de crédito e outras informações críticas sobre a conta do cliente poderão ser acessados e modificados em um só lugar, em vez de ficarem espalhados pelos vários sites de serviços Microsoft.

Informações ainda não confirmadas também apontam que o Windows 8 usará apenas o novo Your Account como método de logon dos produtos da empresa na internet, o que pode significar o fim da marca Windows Live ID. A empresa afirma que o site ainda não está completo e que ele deverá ser disponibilizado nos próximos dias.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Adobe não vai desistir do Flash

Ameaçada pelo HTML5, plataforma vai continuar recebendo suporte da empresa, que acredita que ainda há mercado para ela.

A Adobe não vai desistir do Flash e divulgou seus planos para os próximos anos da plataforma: mais lançamentos, novos recursos, melhor desempenho e o fim do suporte a navegadores móveis, segundo o Arstechnica.

A empresa acredita que dois mercados vão resistir ao avanço do HTML5 e permitirão a sobrevivência do Flash. Um deles é o de desenvolvimento e jogos. O outro é o de serviços premium de vídeos – ou seja, aqueles que precisam de arquivos criptografados. Para continuar atendendo a esses mercados, a empresa pretende se dedicar a pesquisas para tornar o Flash mais rápido e eficiente.

Para este ano, a Adobe pretende lançar versões do Flash com melhor suporte ao mouse, melhor aceleração de hardware e mudanças no suporte ao teclado, entre outras modificações. Ao todo serão três novas versões: a 11.2, que sai ainda neste trimestre; uma chamada “Cyril”, que sai até o meio do ano; e uma chamada “Dolores”, prevista para o segundo semestre.

A partir de 2013, a Adobe pretende fazer do Flash uma plataforma mais próxima das necessidades que os desenvolvedores terão ao longo dos próximos cinco a dez anos. Isso deve incluir alterações na linguagem de programação usada para o desenvolvimento de aplicativos Flash.

Um desafio para o futuro do Flash é o Windows 8. A Adobe afirma que está trabalhando com a Microsoft para finalizar os detalhes do Flash Player do novo sistema operacional, mas a Microsoft afirmou que a versão do Internet Explorer para a interface Metro, voltada para tablets, não terá suporte à plataforma. Assim, o Flash só deve existir no Windows 8 em sistemas x86 e x64 – os dispositivos com processador ARM não terão suporte a ele.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Adolescente autodidata encontra bugs nos sites das maiores empresas de internet e software do mundo

Não foram divulgados precisamente quais seriam os defeitos encontrados pelo jovem; Google incluiu o nome de Stordal na Google Security Hall of Fame

Isso sim é o que pode ser chamado de uma ação hacker genuína. Cim Stordal, um jovem norueguês de 15 anos, encontrou e relatou falhas nos sites da Apple, Google, Facebook e Microsoft. Programador autodidata e caçador de bus por hobby, Stordal recebeu recompensas das empresas pelo serviço.

Não foram divulgados precisamente quais seriam os defeitos encontrados pelo jovem, no entanto foram prontamente corrigidos pelas companhias. O Google incluiu o nome de Stordal na Google Security Hall of Fame - como sempre homenageia voluntários que encontram falhas no sistema. O Facebook o presenteou com um cartão de crédito no valor de US$ 500. Já a Apple e a Microsoft apenas lhe atribuíram os créditos da descoberta.

Experiente, Stordal afirma que consegue encontrar com certa facilidade bugs em sites, apenas inserindo um trecho em HTML que não pode ser filtrado pelo código-fonte. "Muitas vezes, eles selecionam alguns elementos, mas se esquecem de algumas coisas embutidas na programação de seus sites e aplicativos", disse em entrevista ao Techtudo.

Sem citar quais, ele explica que em alguns sites ele demora apenas cinco minutos para localizar as brechas, enquanto outros demandam dias inteiros de pesquisa. Seu objetivo agora é começar a testar a segurança de dispositivos móveis através de sua própria ferramenta de testes automatizados para iPhone.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Top 10: principais ataques de phishing da Internet

Recentemente, o Facebook, o Google, a Microsoft e outras nove empresas de Internet se uniram para combater o phishing na Internet, prática criminosa em que vítimas são levadas a fornecer seus dados privados em sites clonados. Infelizmente, esse cibercrime ainda é muito comum na web e vem atingindo usuários em todo o mundo. Relembramos aqui 10 casos que chamaram a atenção nos últimos anos.

10. Os ataques de pishing se tornaram frequentes no Twitter. Em 2010, uma dessas sabotagens atingiu milhares de usuários via mensagens diretas tentadoras. Os infectados enviavam a seus seguidores recados como “Este é você?” ou “tenho 24 anos/mulher/excitada…”, todos acompanhados por um link suspeito. O Twitter rapidamente resetou as senhas dos usuários afetados.

09. Em julho de 2010, um desenvolvedor vietnamita chamado Thuat Nguyen foi banido pela Apple. Ele havia feito compras fraudulentas no nome de mais de 400 usuários do iTunes. Uma vítima chegou a perder US$ 500 em transações não autorizadas. Essa fraude levou os aplicativos de Nguyen a ocuparem momentaneamente 42 posições entre os 50 mais comprados na categoria Livros.

A empresa fundada por Steve Jobs revelou que os servidores do iTunes não foram comprometidos e que Nguyen não recebeu qualquer dado confidencial dos usuários que baixaram seus aplicativos. Não se sabe como ele conseguiu acesso às 400 contas, mas suspeita-se que ataques de phishing estejam por trás disso. Após esse caso, a Apple reforçou a segurança no processo de compra do iTunes, passando a pedir mais vezes o código de verificação dos cartões de créditos.

08. O caso da invasão hacker à Playstation Network ainda era muito recente quando surgiram suspeitas de que o mesmo teria ocorrido na Xbox LIVE, em outubro de 2011. Isso porque vários usuários da rede online para Xbox 360 alegaram que suas contas haviam sido invadidas. Os hackers assinaram contas premium (Gold), jogaram online e adquiriram conteúdo extra de jogos como Fifa 11 e Fifa 12.

Segundo a Microsoft, a Xbox LIVE não havia sido hackeada, mas ataques de phishing provavelmente teriam coletado as senhas dos jogadores. Não foi descoberto, no entanto, como a fraude ocorreu ou qual a relação com a série de game de futebol da EA Sports.

07. Em 2009, quando o Facebook já contava com 200 milhões de usuários (hoje são mais de 800 milhões), um ataque de phishing chamou a atenção da rede social. Não se sabe quantos membros foram atingidos, mas a iniciativa foi grande o suficiente para fazer com que a empresa fundada por Mark Zuckerberg reagisse rapidamente.

A sabotagem funcionava da seguinte maneira: os perfis de usuários infectados postavam automaticamente links chamativos que levavam a um site falso, onde as vítimas deveriam informar novamente o nome de usuário e senha para acessar determinado conteúdo. Logo que soube da fraude, o Facebook bloqueou as mensagens perigosas e publicou um comunicado informando o problema.

06. Em 2004, um vírus conseguiu atingir até mesmo quem tomava cuidado em não clicar em links suspeitos. O JS/QHosts21 chegava em um e-mail HTML que exibia a página do Google. Quem tivesse a função de scripting habilitada (algo padrão no Internet Explorer e Microsoft Outlook na época) e um nível de segurança do ActiveX muito baixo, tinha seu PC infectado ao abrir o correio eletrônico.

O vírus fazia com que, mesmo ao digitar corretamente o endereço de alguns sites em qualquer browser, o usuário fosse redirecionado para uma página falsa. A prática era geralmente associada a sites de bancos no Brasil. Para evitar casos como esse, o ideal é sempre manter o navegador e programas antivírus atualizados.

05. Um caso ainda mais perigoso de phishing é o “envenenamento de DNS”, que também redireciona a vítima para um site falso ao digitar o endereço correto de algum banco em seu navegador. Trata-se de um ataque hacker que infecta os dados de cache de DNS em provedores de Internet, levando a vítima para um site clonado.

O Domain Name System (DNS) é uma interface que facilita o acesso a websites. É ele quem faz com que você, ao digitar www.techtudo.com.br em seu browser, por exemplo, seja direcionado ao IP 186.192.82.155, correspondente à página oficial do TechTudo.

Em novembro, a Polícia Federal prendeu um homem de 27 anos por participar em um desses esquemas. Como administrador de sistemas de uma provedora de Internet de Londrina, o criminoso conseguiu “envenenar” o DNS de algumas instituições financeiras. Para evitar que você vire mais uma vítima em casos como esse, além de manter os navegadores e antivírus atualizados, é imprescindível procurar um provedor de web mais confiável e seguro.

04. Uma lista com o e-mail e senhas de mais de 30 mil contas do Hotmail, Gmail, Yahoo!, AOL, Comcast e Earthlink foi publicada no site Pastebin para que qualquer um pudesse ver. Não se sabe exatamente como essas informações foram adquiridas, mas presume-se que tenha sido através de ataques de phishing.

A repercussão foi tanta que o site, voltado a desenvolvedores que queiram compartilhar códigos de programação, chegou a sair do ar após o pico de acessos. Tudo começou com uma primeira lista com os dados das contas de e-mail de 10 mil usuários do Hotmail, todas começadas com as letras A e B, sugerindo que o vazamento pudesse ser muito maior. Apesar disso, o restante dessa lista não foi publicado.

Ainda assim, uma outra listagem tornou públicos os dados de 20 mil contas do Gmail, Yahoo! Mail, AOL, Comcast e Earthlink, entre outros serviços de e-mail. As empresas negam que ataques de hackers tenham ocorrido e sugerem que seus usuários não só troquem suas senhas regularmente, como sempre usem uma diferente para cada serviço.

03. A Experi-Metal Inc. (EMI), uma fornecedora de metais dos Estados Unidos, processou o banco Comerica em 2010 depois de perder cerca de US$ 560 mil em um esquema de phishing. Apesar do banco não ter sido o autor da prática criminosa, a empresa vítima alega que a companhia não possuía esquemas de seguranças suficientes que impedissem casos como esse.

Em janeiro de 2009, um funcionário da EMI foi enganado por um e-mail supostamente do Comerica que pedia para atualizar um software. Em um site clonado divulgado em um link contido na mensagem, ele digitou as credenciais do banco e um número aleatório oferecido pelo token, elemento de segurança comum fornecido por empresas bancárias. Logo após, em pouco mais de seis horas, os criminosos invadiram a conta e realizaram 97 transferências de fundos para contas domésticas e outras localizadas na Rússia, Estônia, Escócia, Finlândia e China.

O Comerica Bank se defendeu negando que o site falso fosse parecido com sua página oficial para “qualquer pessoa razoavelmente consciente e responsável por resguardar as finanças do EMI”. Afirmou ainda que nenhum invasor teve acesso à conta da empresa. “Credencias válidas designadas a um empregado do EMI foram usadas para autentificar as transferências online. Se algum criminoso desconhecido usou essas credenciais, isso foi motivado apenas pelas ações dos funcionários da EMI.

02. Zachary Hill foi condenado em 2004 a 46 meses de prisão por enviar e-mails se passando pelo AOL e PayPal pedindo dados bancários dos clientes. As mensagens ameaçavam cancelar suas contas se eles não respondessem. Um link apontava para sites clonados dessas empresas, pedindo as informações privadas das vítimas.

Desse jeito, Hill conseguiu adquirir 473 números de cartões de crédito, 152 números de conta bancária e os nomes e senhas para uso em serviços online de 566 usuários. Conseguiu arrecadar US$ 47 mil com essa prática criminosa.

01. Em outubro de 2009, o FBI prendeu 59 pessoas envolvidas em fraudes financeiras na web. A quadrilha, que contava mais de cem membros, concentrava-se no Egito, onde as autoridades locais prenderam a maior parte dos criminosos (47). Os demais homens capturados localizavam-se nos Estados Unidos.

A sabotagem acontecia através de e-mails que se passavam pelo Bank of America e o Wells Fargo, dois dos maiores bancos dos Estados Unidos. As mensagens vinham com um link que direcionava para um site falso, mas idêntico aos verdadeiros, onde os clientes deveriam enviar dados como número da conta, identidade ou senhas.

Com isso, os criminosos localizados nos Estados Unidos invadiam as contas bancárias e transferiam uma parte do dinheiro para os comparsas egípcios. A quadrilha arrecadou US$ 2 milhões em quase três anos. O FBI informou na época que esse havia sido o caso com o maior número de acusados em um crime cibernético.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Google responde às acusações de invasão de privacidade

A empresa de Mountain View comprou anúncios online para responder às acusações que estão sendo feitas até mesmo em jornais.

Ontem, noticiou-se que a Microsoft comprou espaços publicitários em três dos maiores jornais norte-americanos para atacar a Google, que mudou suas políticas de privacidade recentemente. As mensagens colaboraram para aumentar a sensação de invasão que os internautas (principalmente os dos Estados Unidos) já estavam sentindo desde que as alterações foram anunciadas.

Agora, a Google decidiu contra-atacar e, em anúncios na internet, deixou bem claro para todo mundo: “Estamos mudando nossas políticas de privacidade, não o seu controle de privacidade”. Isso significa que, apesar de unir contratos de aceitação de termos de serviço (e com isso otimizar o sistema de anúncios), as pessoas não terão seus dados expostos de nenhuma maneira. A carta pode ser vista por este link (em inglês).

Em nenhum momento a Google atacou os serviços da Microsoft em suas mensagens. Como o The Verge relatou, o caso merece especial atenção por um fator bastante raro: a Google assumiu publicamente que os seus clientes podem estar assustados com as mudanças bruscas. Quem discorda da nova política tem até o dia 1º de março para cancelar as contas – não fazê-lo representará a aceitação dos termos.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Malware considerado eliminado volta a assombrar empresas de segurança

Rede zumbi Kelihos foi considerada extinta pela Microsoft em setembro.

Para quem acredita que toda praga virtual eliminada por um antivírus desaparece de nossas vidas, o Kelihos está aí para mostrar que o que era ruim sempre pode voltar pior. Conhecido como um dos piores botnets já criados, a ameaça virtual que já havia sido considerada extinta volta a assombrar as empresas de segurança digital.

A Kaspersky Lab, empresa responsável pelo antivírus homônimo, afirmou que o Kelihos voltou a ser detectado, espalhando seus bilhões de spams diariamente pelo mundo, mesmo depois de a Microsoft ter anunciado, em setembro, que ele havia sido destruído.

Esse retorno, contudo, aponta a dificuldade de acabar com as chamadas redes zumbis. Como eles agem em conexões P2P, a disseminação do malware acontece de maneira muito rápida e, por mais que uma das fontes seja eliminada, ainda há outras máquinas infectadas esperando para darem continuidade aos ataques.

Em um texto publicado no site Securelist, a especialista em segurança da Kaspersky, Maria Garnaeva, explicou que é praticamente impossível eliminar esses botnets sem tomar algum tipo de medida adicional. Para ela, não basta tomar os computadores infectados ou inutilizar a central de comando dos zumbis. Já para Tillman Werner, também da Kaspersky, o único modo de pôr um fim no Kelihos e em outros botnets é ensinando aos usuários infectados a eliminar a praga para que ela não volte a se espalhar.

A Microsoft anunciou que está investigando o suposto retorno do Kelihos para descobrir se é o mesmo malware de antes ou uma mutação.