Manobra foi resultado de reclamações de empresas de software.
A polícia ucraniana fechou nesta terça feira o site de compartilhamento de arquivos mais popular da antiga ex-república da soviética, o Ex.ua. A página foi fechada sob acusação de que seus donos distribuíam ilegalmente softwares, músicas e vídeos protegidos por direitos autorais.
A manobra, que se deu após os Estados Unidos tirarem do ar o site Megaupload mais cedo neste mês, foi resultado de reclamações de empresas de software como a Microsoft e a Adobe, disse a polícia.
"Durante uma busca nos escritórios e centrais de dados dos donos do site, a polícia confiscou vários computadores... incluindo 200 servidores que continham por volta de 6 mil terabytes de informação, no total", disse o Ministério do Interior do país. "A polícia descobriu que o site era gerido por um cidadão da Letônia."
O ministério disse que 16 pessoas que haviam trabalhado nos escritórios do Ex.ua estavam sendo interrogadas, mas não disse quantas pessoas haviam sido detidas, se é que houve prisões.
Segundo as leis da Ucrânia, os donos do site podem enfrentar até cinco anos de prisão se forem declarados culpados, disse o ministério.
"Durante uma busca nos escritórios e centrais de dados dos donos do site, a polícia confiscou vários computadores... incluindo 200 servidores que continham por volta de 6 mil terabytes de informação, no total", disse o Ministério do Interior do país. "A polícia descobriu que o site era gerido por um cidadão da Letônia."
O ministério disse que 16 pessoas que haviam trabalhado nos escritórios do Ex.ua estavam sendo interrogadas, mas não disse quantas pessoas haviam sido detidas, se é que houve prisões.
Segundo as leis da Ucrânia, os donos do site podem enfrentar até cinco anos de prisão se forem declarados culpados, disse o ministério.
O número de usuários do Ex.ua era de milhões, de acordo com a polícia. A maioria dos usuários se conectava de dentro da Ucrânia.
Fonte: Reuters
Fonte: Reuters

Rede zumbi Kelihos foi considerada extinta pela Microsoft em setembro.
Em um texto publicado no site Securelist, a especialista em segurança da Kaspersky, Maria Garnaeva, explicou que é praticamente impossível eliminar esses botnets sem tomar algum tipo de medida adicional. Para ela, não basta tomar os computadores infectados ou inutilizar a central de comando dos zumbis. Já para Tillman Werner, também da Kaspersky, o único modo de pôr um fim no Kelihos e em outros botnets é ensinando aos usuários infectados a eliminar a praga para que ela não volte a se espalhar.


