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terça-feira, 3 de abril de 2012

Departamentos de TI podem ser totalmente terceirizados até 2017

Estudo indica que empresas consideram a TI como "mercadoria", o que levaria a área a ser contratada por meio de um modelo de outsourcing


O futuro dos departamentos internos de TI está em jogo. Um estudo da Setesca, companhia especializada na melhoria de serviços de valor agregado, aponta que mais e mais empresas vão observar a TI como "mercadoria" e que mudaria o papel do CIO. Essa visão ganhará força nos próximos anos.

O relatório revela que companhias, diante da crise econômica que abala a Europa e os Estados Unidos, e da constante corrida por redução de custos, estão pensando em terceirizar departamentos inteiros de TI até 2017. "Se não houver mudança na orientação do trabalho no setor, cerca de 80% dos departamentos serão contratados por meio de outsourcing”, indica o levantamento.

A projeção é resultado de um estudo com mais de mil CEOs e gerentes-gerais de empresas, que indica ainda que uma das principais razões para esse fenômeno é que o departamento de TI é o de pior percepção entre os gestores em termos de agregação de valor.

É por isso que, de acordo com a pesquisa, a área parece ser considerada commodity e os avanços tecnológicos começaram a passar uma ideia de que as soluções apresentadas pelos departamentos de TIC são menos evoluídos do que as do mercado. O resultado é que, dada a instabilidade econômica que surgiu na Europa e Estados Unidos, a decisão de terceirizar essa atividade "pode ser considerada", diz o relatório.

Em geral, a tendência observada pela Setesca é que as organizações vão manter as prioridades de gestão, os departamentos comerciais (vendas e marketing) e uma parcela das operações de finanças internamente, enquanto os outros setores da organização claramente ficaram em segundo lugar na lista de prioridades.

Ao que parece, aponta o levantamento, o CIO se vê diante de um momento de mudança de paradigma e do seu perfil profissional. Uma mudança que envolverá a computação tradicional e ainda traz um novo conceito voltado para o alinhamento com outros departamentos para implementar e melhorar processos de negócios de forma pró-ativa.

"A maioria dos funcionários dos departamentos de TI deve se reciclar com urgência para compreender que a estabilidade da infraestrutura e a automação de processos administrativos (e que inclui a implementação de ERP) devem estar no centro da estratégia das companhias", diz o relatório.

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Produtividade: Sete pacotes Office para Android

Não faltam opções para quem precisa consultar e editar documentos, planilhas e apresentações. Veja as melhores em nossa opinião

Se você precisa (ou gosta de) levar trabalho pra casa, está com sorte: há uma enorme variedade de pacotes Office que permitem que você veja e edite seus documentos, planilhas e apresentações em um aparelho Android, seja um smartphone ou tablet. Conheça abaixo nossos sete favoritos, em ordem reversa. Ou seja, do menos para o mais útil.

7. Google Docs (grátis)

O popular pacote da Google permite ver e editar documentos, planilhas, apresentações, imagens e arquivos PDF armazenados em sua conta no Google Docs. Você também pode criar documentos e planilhas, mas não é possível criar apresentações. É possível copiar documentos da nuvem para o smartphone (opção Tornar disponível off-line), para que possam ser vistos ou modificados mesmo que você não esteja conectado à internet. Mas isso deve ser feito em cada documento que você quiser acessar offline, manualmente.

Infelizmente não é possível fazer o upload de documentos do smartphone para o Google Docs usando o app, embora seja possível fazer o upload de imagens, e os recursos de edição são muito básicos: na hora de criar um documento texto, por exemplo, não é possível nem mudar a fonte. Ao menos é possível deixar o texto em negrito, itálico ou sublinhado, criar listas (numeradas ou com bullets) e mudar a cor da fonte ou do fundo. Tabelas, notas de rodapé, controle de revisão, nada disso existe aqui.

6. Documents To Go (R$ 18,20)

Entre os principais recursos do pacote da DataViz estão a capacidade de visualizar, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, bem como visualizar arquivos PDF. É possível enviar documentos para o Google Docs, para que você possa vê-los e editá-los mais tarde em um PC. Um destaque é um aplicativo gratuito fornecido pela fabricante que sincroniza documentos criados com o Documents to Go entre um aparelho Android e um PC com Windows.

A compatibilidade com o Office deixou a desejar. O app não conseguiu exibir imagens armazenadas em documentos no formato .docx, e não mostrou gráficos ou imagens em planilhas nos formatos .xls e .xlsx. Além disso, não conseguimos abrir algumas apresentações no formato .ppt.

Considerando tudo o que o Documents To Go não faz, e o conjunto extremamente básico de recursos na ferramenta de apresentação, ele é caro demais.

5. Kingsoft Office (Free)

Este desconhecido permite ver, editar e criar documentos e planilhas, além de ver e editar apresentações e ver arquivos PDF. Se integra ao serviço Box.net e permite ver e editar documentos armazenados “na nuvem”. Infelizmente, não se integra com o Google Docs.

Nos testes de compatibilidade com o Microsoft Office o Kingsoft Office conseguiu abrir e exibir vários arquivos .doc, .docx, .ppt e .pptx, mas foi o pacote que teve mais problemas com arquivos do Excel (.xsl e .xslx), sendo incapaz de mostrar gráficos ou a formatação de células e tabelas em vários casos.

Ficamos desapontados com a falta de integração com o Google Docs, e a planilha é realmente limitada. Entretanto, quando usado num tablet tem uma interface eficiente, e serve como um visualizador razoável para arquivos do Word e PowerPoint. Para muitos, isso pode ser o suficiente. No geral é um programa que não se destaca muito, a não ser pelo preço.

4. OfficeSuite Pro 5 (R$ 5,46)

Permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, e também exibe arquivos PDF. Se integra ao Google Docs e permite ver e editar documentos armazenados online. A desenvolvedora, Mobile Systems, também vende módulos opcionais contendo dicionários que podem ser usados com seu produto.

O editor de textos se destaca por oferecer vários dos recursos que você espera encontrar em um programa similar no desktop. E a planilha inclui uma ferramenta útil e conveniente para auxiliar na criação de gráficos. Infelizmente ela teve dificuldade em mostrar gráficos e imagens embutidos em alguns arquivos .xls.

Embora o preço baixo seja um grande atrativo, a dificuldade do Office Suite Pro em lidar com imagens e gráficos em planilhas do Excel e os recursos mínimos na ferramenta de apresentações o colocam atrás de alguns dos outros programas que analisamos.

3. QuickOffice Pro (R$ 27,38)

Projetado especialmente para o uso em tablets, o QuickOffice Pro permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, além de exibir arquivos em PDF. Se integra a vários serviços de armazenamento online, como o Box.net, Dropbox, Huddle, SugarSync e Google Docs.

Entre seus destaques estão uma interface com uma barra de ferramentas unificada no editor de textos, planilha e ferramenta de apresentações, que fornece acesso rápido a recursos de formatação. Também permite ao usuário tirar uma foto usando a câmera do tablet ou smartphone e incorporá-la rapidamente a um documento ou apresentação que esteja sendo editado. A compatibilidade com o Office é ótima, e ele exibiu com sucesso todos os nossos arquivos de teste (em formatos como o .doc, .docx, ppt, .pptx, .xls e .xlsx).

A integração com vários serviços de armazenamento online, compatibilidade com o Microsoft Office e interface unificada entre os três aplicativos fazem do QuickOffice Pro um pacote que deve ser levado a sério. Mas infelizmente ele é caro quando comparado aos dois próximos concorrentes, que tem mais recursos.

2. Smart Office 2 (R$ 17,35)

Assim como seus concorrentes, este pacote permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, bem como visualizar arquivos em PDF, e pode acessar documentos armazenados em serviços como o Dropbox ou Google Docs.

Sua interface é bastante atraente, e mostra miniaturas das páginas do documento ou das folhas da planilha, organizadas como um carrossel. Também permite capturar imagens usando a câmera de seu aparelho, que podem ser inseridas em documentos. A compatibilidade com arquivos do Microsoft Office é ótima, e todos os arquivos que testamos foram abertos e exibidos corretamente.

Entretanto, o editor de textos não tem muitos dos recursos de formatação que estão disponíveis nos outros pacotes analisados. Gostamos de um recurso que permite arrastar blocos de texto ou imagens e movê-los entre documentos.

1. ThinkFree Office Mobile (R$ 15,87)

Feito para uso em tablets Android, o ThinkFree Office Mobile permite ver, editar e criar documentos, planilhas e apresentações, além de exibir arquivos PDF. Pode acessar arquivos armazenados no Google Docs, e além disso a desenvolvedora, Hancom, oferece gratuitamente 2 GB de espaço em seus próprios servidores para que os usuários armazenem seus documentos.

A ferramenta de desenho permite o desenho à mão livre com a possibilidade de escolha da largura e cores da linha (e do fundo). Também tem um conjunto de 64 formas (shapes) pré-definidas, e permite a captura de imagens com a câmera do aparelho. Fotos e desenhos podem ser inseridos em um documento, planilha ou apresentação.

A compatibilidade com o Microsoft Office é ótima, e todos os nossos arquivos de teste foram abertos e exibidos sem problemas. Por causa de seu amplo conjunto de opções para criação de imagens, este pacote é uma ótima opção para quem precisa criar apresentações, especialmente quando usado em um tablet ou um smartphone de tela grande como o Galaxy Note. A ótima compatibilidade com o Microsoft Office e o baixo preço fazem do ThinkFree Office Mobile o melhor pacote office, no geral, para quem tem um aparelho Android.

Fonte Howard Wen

domingo, 1 de abril de 2012

Mac4Lin seu MAC OS baseado em Linux e livre para instalar em qualquer pc

Se comprar um Apple ainda está longe de tuas posses ou fazer um hackintosh no teu PC está complicado, talvez seja mais fácil apelar para o Linux.

Desenvolvida pelo americano Anirudh Acharya, o Mac4Lin tem a cara do Mac OS X Leopard, implementando a interface do Mac na maioria dos detalhes.



Se você é admirador do Macintosh, fã da Apple, ou apenas gosta do visual do sistema operacional Mac OS, que tal fazer com que seu Ubuntu tenha o mesmo visual do Mac, sem dificuldade? É isso que o Mac4Lin proporciona: o visual do Macintosh ao ‘esforço’ de um click apenas.

O Mac4Lin é um script automatizado que irá executar diversas alterações em seu sistema, modificando ícones, decoração das janelas, cores, tamanho e tipo de fontes, menus, …

É importante que você rode o script como usuário comum, para evitar alterações indesejadas.

Como Instalar

O script, após o download, estará como um pacote compactado.

Extraia os arquivos, clicando com o botão direito do mouse sobre o pacote, e escolhendo a opção ‘Extrair Aqui’. Aparecerá uma pasta com o nome ‘Mac4Lin_Install_v1.0′. Abra-a. Dentro dela há uma pasta com o mesmo nome. Abra-a também.

1.Clique com o botão direito sobre o arquivo ‘Mac4Lin_Install_v1.0.sh’, escolha a opção ‘Propriedades’, e na aba ‘Permissões’ marque a opção ‘Permitir a execução do arquivo como um programa’. Na próxima janela, clique no botão ‘Executar em terminal’, para que possamos acompanhar a instalação.

2.Agora acompanhe seu sistema adquirir a aparência do Mac OS, automaticamente. Quando aparecer a pergunta ‘Do you want to enable Metacity Compositor’, tecle ‘n’ e pressione a tecla ‘Enter’. Isso irá manter o Compiz como o gerenciador padrão de efeitos do Ubuntu.

3.A próxima pergunta será sobre instalar ou não componentes adicionais (sons, tela de login, etc.) que requerem acesso como root. Não há nada pernicioso no script, então tecle ‘y’ e pressione a tecla ‘Enter’. Digite a senha que você utiliza no sistema, e pressione ‘Enter’ novamente.

Ao final, aparecerá uma pequena informação dizendo que o tema foi instalado, e pedindo que você pressione qualquer tecla para continuar.

Faça isso, e o script será fechado automaticamente. Para que todas as alterações aconteçam corretamente, reinicie seu computador.

Utilizando o Tema

O tema estará aplicado a diversos detalhes do computador, e você irá perceber isto no dia-a-dia. Caso venha a arrepender-se das modificações realizadas, e queira desinstalar o tema, basta rodar o script ’Mac4Lin_Uninstall_v1.0.sh’, na mesma pasta do script de instalação.

Roda em Ambiente gráfico Gnome

Também é possível:




Saiu recentemente o Mac4Lin versão 1.0 final, um conjunto de alterações que permitem transformar o seu sistema operativo Linux na interface do macOSx Leopard.


 
O Mac4Lin faz alterações no Gnome, Xfce, na janela de login GDM e algumas aplicações mais conhecidas, como o Firefox, Metacity, Songbird e Pidgin.
 
 

Para fazer estas alterações, só tem que fazer download do pacote pela página oficial no SourceForge, extrair e executar um ficheiro shell (.sh) de forma a que as alterações sejam aplicadas.



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Brasil lançará satélite para levar banda larga a todo país, diz ministro

O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para oferecer banda larga a todos os municípios do país, anunciou nesta quarta-feira (28) em Nova Déli o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.

O país busca na Índia uma cooperação técnica para o satélite, cuja construção e lançamento, sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, tem um custo avaliado de R$ 750 milhões (cerca de US$ 412 milhões). Apenas o lançamento custará cerca de R$ 145,5 milhões.

“Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante”, disse o ministro.

O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros de acessarem a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.

Brasil, Índia e África do Sul – três integrantes do grupo dos emergentes Brics, ao lado de China e Rússia – também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para “entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas”.

Com a China, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014, informou o ministro, que considera “estratégica” a cooperação Sul-Sul. O Brasil mantém uma intensa cooperação desde os anos 80 com a China, com o lançamento conjunto de três satélites.

Visita

Raupp integra a delegação da presidente Dilma Rousseff na reunião de cúpula desta quarta-feira dos Brics na capital indiana.

Durante a visita bilateral à Índia na sexta-feira, Raupp assinará com as autoridades indianas um acordo para o programa “Ciências Sem Fronteiras”, que permitirá o treinamento no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.

O programa já enviou 100 mil brasileiros ao exterior, em particular aos Estados Unidos (20 mil), Alemanha (10 mil) e França (8.000).

No caso da Índia, o Brasil espera estimular o intercâmbio nas áreas de tecnologia, saúde, em particular o combate a Aids, malária e tuberculose, assim como a farmacêutica, a nanotecnologia e as ciências de forma geral.

Fonte: UOL

Amazon libera Kindle 3G para o Brasil e mais 174 países

A Amazon iniciou nesta quarta-feira (28) a comercialização da versão internacional do leitor eletrônico Kindle touch 3G para 175 países, incluindo o Brasil. O preço do leitor eletrônico é US$ 189. No entanto, com a inclusão de impostos do país somados ao frete, o valor mais que dobra e chega a US$ 412. Segundo a empresa de comércio eletrônico, quem comprar agora só começará a receber a partir do dia 27 de abril.

A versão do leitor Kindle com tela de 6 polegadas sensível ao toque foi apresentada no ano passado junto com o tablet Kindle Fire. No entanto, só após seis meses que a marca decidiu iniciar a venda da versão internacional e com conectividade 3G. A grande vantagem da conexão móvel à internet é o fato de o usuário poder adquirir qualquer livro da Amazon via sinal 3G, sem precisar pagar pelo valor de navegação.

O Kindle touch 3G pesa 213 gramas e mede 17,2 cm x 12 cm x 1 cm (A x L x E). O leitor eletrônico, segundo a empresa, aloca mais de 3 mil livros e agora estará disponível em diversas línguas como alemão, italiano, francês, espanhol e português brasileiro.

Um dos principais novos recursos do leitor é o recurso chamado x-ray (raio-x). Ele “puxa” dados da Wikipedia sobre o um título baixado, exibindo informações como nomes de personagens e melhores citações.

Para comprar a versão internacional do Kindle, o usuário deve entrar no site da Amazon ou clicar diretamente no link..

Os Brasileiros estão estragando o Facebook, diz mark zuckerberg

Se o Facebook abrir espaço para os Gifs, o compartilhamento entre os usuários brasileiros ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas


Os Brasileiros estão estragando o Facebook, diz fundador.

O mau comportamento dos brasileiros na internet é conhecido em todo o mundo, assim como fizerão com o Orkut, estragando, tornando-o um show de Spams e imagens animadas e brilhantes com recados carinhosos, religiosos e alguns com muitos interesses publicitários, o Facebook está sofrendo.

O canal de notícias  CNN disse que Mark Zuckerberg está triste com o comportamento dos brasileiros na rede social Facebook. "Se por um lado, os brasileiros fazem o Facebook crescer, por outro estragam tudo", disse.

Os engenheiros do Facebook estavam pensando em permitir a inserção de imagens no formato gifs animados (imagens com movimento), mas Mark impediu a ideia por causa do Brasil. Segundo Mark, se  o Facebook abrir espaço para os gifs, o compartilhamento entre usuários brasileiros ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas, se mexendo, com mensagens de carinho e amor.

Sobre a possibilidade de fechar o Facebook no Brasil, Mark descarta. "Não irei censurar os brasileiros de usarem a rede, mas criarei um manual de comportamento".

Ao ser interrogado sobre o Facebook está se transformando em um Orkut, no Brasil, Mark disse que não existe diferença entre as redes sociais, a diferença está em quem usa. "Qualquer serviço na internet que tenha usuários brasileiros, em grandes proporções, vira um problema", disse.

Google quer facilitar o desenvolvimento de aplicativos para a web

Engenheiro da gigante confirmou que ela está preparando tecnologias para ajudar na criação de programas mais complexos para a plataforma.

A Google está trabalhando em uma série de avançadas tecnologias de programação a fim de facilitar o desenvolvimento de aplicativos baseados na web.

“Estamos chegando em um momento em que a web se tornará a plataforma responsável pela integração de diversos componentes”, disse Alex Russel, engenheiro da empresa, durante a conferência EclipseCon, realizada em Reston, nos Estados Unidos.

Russel, que criou o framework Dojo JavaScript e, atualmente, faz parte da equipe responsável pelo navegador Chrome, bate em uma tecla importante. Embora bastante popular, a web oferece ferramentas primitivas em relação a outras plataformas como Java e Windows. Um dos problemas é que ela não possui “um modelo comum”, o que dificulta o teste de códigos e sua reutilização.

O engenheiro confirmou que a Google está coordenando diversos projetos de softwares de desenvolvimento para a web. A ideia é introduzir elementos de controle sem torná-la mais confusa para novatos. “As outras plataformas também começaram assim”, disse.

A popularidade da web pode ser atribuída à facilidade de uso, segundo Russel. Desenvolvedores podem reutilizar códigos, browsers são perdoados por pequenos erros e tecnologias como a CSS dispõem de simples métodos para a execução de completas tarefas.

No entanto, esta facilidade também limita o trabalho dos profissionais. “Você tem o mesmo desenho de texto em todos os sites. O design parecido é devido às restrições existentes.”

Entre os planos da companhia de Mountain View estão o de criar um modelo unificado de componente, acrescentar classes ao JavaScript ou até mesmo elaborar sua própria linguagem para aplicações complexas na web.

Como exemplo, Russel mostrou um elemento criado por ele, que permite que os comentários do internauta em um site sejam “renderizados” como uma tag, ganhando automaticamente uma formatação ou sendo acompanhado por uma imagem. Com o componente único, o código HTML se tornaria uma subclasse de um ecossistema maior, dispondo assim de novas maneiras de manipulá-lo.

Diretor da Fundação Eclipse, Mike Milinkovich concorda com a constatação de que os usuários precisam de ferramentas mais avançadas para a web. A própria Eclipse, disse, está preparando sua versão do Ambiente de Desenvolvimento Integrado (IDE, na sigla em inglês), chamada de Orion, e que roda inteiramente pelo navegador.