Saudação


Bem vindo ao nosso Blog !!

Informática - Segurança Eletrônica - Automação Comercial e Residencial - Telecom

terça-feira, 21 de agosto de 2018

CEO, CFO, CIO: afinal, o que estas siglas significam?

As nomenclaturas que se consolidam cada vez mais no mundo corporativo



Elas tornaram-se bastante comuns quando o assunto são diretores de grandes empresas. Cada uma designa um cargo distinto, mas, afinal, você sabe o que as siglas do mundo corporativo querem dizer?

As nomenclaturas representam o chamado ‘nível C’ (do inglês C-Level ou C-Suite), devido à primeira letra destas siglas, que significa a palavra “chefe”. O significado completo é “Chief ______ Officer”, com o espaço em branco representando a área da empresa que a pessoa chefia.

Então, quando se deparar com alguma sigla do tipo, saiba que se trata do ‘manda-chuva’ de determinada área de uma empresa.

Conheça o significado das principais siglas:

• CEO (Chief Executive Officer) – É a mais conhecida de todas. Trata-se do presidente-executivo ou diretor geral de uma empresa. Pode ser considerado também o ‘chefão’ de uma companhia, mas deve responder ao quadro de diretores. Alguns nomes consagrados que ocuparam este cargo foram Steve Jobs, hoje substituído por Tim Cook na Apple, e Steve Ballmer na Microsoft.

• CFO (Chief Financial Officer) – Diretor financeiro. Comanda as finanças da empresa e controla as metas, objetivos e orçamentos. Cuidam dos investimentos, além de supervisionar o capital da companhia.

• COO (Chief Operation Officer) – Diretor operacional. Espécie de braço direito do CEO, que coordena mais de perto as rotinas de uma companhia. Dependendo da empresa, pode até carregar o título de presidente.

• CMO (Chief Marketing Officer) – Diretor de marketing. Como o nome já diz, responsável por comandar as ações de marketing de uma organização.

• CPO (Chief Product Officer) – Diretor de produtos. Comanda as atividades relativas aos produtos da empresa, como a concepção, o projeto e sua produção.

• CTO (Chief Technology Officer) – Diretor de tecnologia. Deve comandar a área de tecnologia de uma empresa ou Pesquisa e Desenvolvimento.

• CIO (Chief Information Officer) – Diretor de TI. Responsável pela área de informática de uma empresa. A diferença entre o CTO e o CIO é que o primeiro desenvolve tecnologia para vendas, enquanto o segundo cria recursos para uso interno.


Além destas, há ainda várias outras siglas que são menos utilizadas, mas também determinam cargos de alta importância. Algumas chegam até mesmo a se repetir para determinar posições distintas. Confira exemplos:

• CAO (Chief Accounting Officer) - Diretor de contabilidade;

• CAO (Chief Academic Officer) - Diretor acadêmico, no comando de assuntos acadêmicos em uma instituição de ensino;

• CBO (Chief Brand Officer) - Diretor de marca;

• CBO (Chief Business Officer) - Diretor de negócios;

• CCO (Chief Communications Officer) - Diretor de comunicações;

• CCO (Chief Creative Officer) - Diretor criativo;

• CCO (Chief Content Officer) - Diretor de conteúdo;

• CDO (Chief Diversity Officer) - Diretor de diversidade. Responsável por ações de diversidade e inclusão social

• CDO (Chief Design Officer) - Diretor de design;

• CHRO (Chief Human Resources Officer) - Diretor de Recursos Humanos;

• CLO (Chief Legal Officer) - Diretor jurídico;

• CSO (Chief Science Officer) – Diretor científico. Responsável pela pesquisa e criação de novas tecnologias.


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Mudanças na emissão de notas fiscais em 2018: fique por dentro da NF-e 4.0



Já está por dentro da NF-e 4.0? Durante o ano de 2018, haverá mudanças na emissão de notas fiscais. Em agosto, o novo padrão para a validação das notas estará em funcionamento. Se você vende produtos (bens e mercadorias), deve ficar ligado nas alterações do documento.

Entenda o que é NF-e 4.0 e o fim da NF-e 3.10

NF-e 4.0 é a "cara" nova da nota fiscal eletrônica de mercadorias. Ela se aplica a compras e vendas de produto, com regras específicas e diferentes do padrão usado anteriormente (NF-e 3.10). O arquivo XML da nota agora passa a ter uma nova organização e o sistema emissor precisa estar preparado para isso.

Depois de três anos, a “cara” da NF-e (nota fiscal eletrônica) está de mudança. Nota Técnica 2016.002, divulgada em novembro de 2016 pela Encat (Coordenação Técnica do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais) estabelece um novo layout da NF-e 4.0 para o documento fiscal, emitido em operações envolvendo produtos.

Quando a NF-e 4.0 passa a valer?

A NF-e 4.0 já funciona desde 2017, mas ela será obrigatória a partir de 2 de agosto de 2018. Essa é a data definitiva: depois disso, notas no padrão 3.10 não serão mais validadas pelos órgãos do governo (Sefaz).

Só lembrando, a nota fiscal eletrônica só existe digitalmente: é um arquivo eletrônico no formato XML, que carrega as informações de uma operação de compra ou venda organizadas de forma estruturada. Essa estrutura, no arquivo XML, recebe o nome de "layout" (ou leiaute, em uma versão aportuguesada do termo, usada com frequência pela Receita Federal).

A nova versão do documento fiscal é fruto da mais significativa mudança promovida na NF-e nos últimos anos e obedece a uma política do Encat de só mexer no leiaute da nota quando há necessidades de alterações acumuladas.

A razão para isso é bastante fácil de compreender, pois cada modificação acaba exigindo ajustes tanto nos sistemas emissores quanto nas secretarias estaduais da Fazenda e nas próprias empresas que diariamente utilizam o documento em operações de compra e venda de mercadorias.


NF-e 4.0: Sequência de prazos para as mudanças

Desde 2014, a versão em uso é a 3.10, mas o novo leiaute da NF-e 4.0 já tem cronograma para entrar em vigor. A partir de 1º de junho, será iniciado o ambiente de homologação. Dois meses depois, será a vez do ambiente de produção com a nova versão. Mas a desativação completa, inicialmente prevista para ocorrer ainda em 2017, vai ficar para agosto de 2018.

Na prática (segundo a versão 1.60 da NT2016.002):

Ambiente de Homologação para testes por sistemas e por emissores: 20/11/2017 (prazo mantido) Início dos testes dos programas emissores de nota. As notas na versão 3.10 ainda serão válidas.

Ambiente de Produção para emitir notas no novo layout: 02/07/2018 (prazo alterado em 18/6/2018) Início do funcionamento na prática da emissão e validação das notas. Tanto as notas na versão 3.10 quanto 4.0 serão aceitas.

Desativação da versão 3.10 do layout anterior da nota: 02/08/2018 (prazo alterado em 18/6/2018) Prazo máximo para a migração para NF-e 4.0. A partir daqui, a versão 3.10 não será mais aceita pelo governo.

Até agosto de 2018, nenhuma empresa será obrigada a adotar a NF-e 4.0, embora seja recomendado para se habituar às novidades.

Entretanto, nada impede que notas já sejam geradas por fornecedores contra o seu CNPJ a partir de agosto, adotando o novo leiaute. Nesse caso, o recebimento do arquivo XML da nota fiscal já deverá atender ao formato atualizado.

Quem deve se preocupar com a mudança?

Muitas das mudanças na emissão de notas fiscais são estritamente técnicas e não devem preocupar os donos de negócios, desde que já estejam usando um sistema emissor confiável. Isso porque quem precisará se ocupar de atualizar a solução para a nova versão são as empresas que fornecem a tecnologia.

Quem usa tecnologias ultrapassadas e não migrar para a NF-e 4.0 até o prazo limite estabelecido, não poderá mais emitir os documentos fiscais. Na prática, isso significaria ficar irregular em caso de uma venda ou compra descoberta de nota fiscal.

Se você utiliza os serviços da Computers Service Informática, fique tranquilo, pois o sistema será atualizado e vai continuar facilitando o preenchimento dos campos do documento fiscal. Ainda não é cliente? Comece agora.

As principais mudanças na emissão de notas fiscais

Entre as novidades, vale destacar a adoção do protocolo TLS 1.2 ou superior, sendo vedado o uso do protocolo SSL como padrão de comunicação, como vinha ocorrendo. O que é interessante saber sobre a alteração é que ela objetiva garantir maior segurança ao processo, o que não ocorria em razão da alegada vulnerabilidade do protocolo SSL.



Também estão previstas modificações diversas em regras de validação, em atendimento a novos campos ou a novos controles.

Quanto ao conteúdo da nova NF-e, é recomendável ter atenção especial ao Fundo de Combate à Pobreza (FCP), previsto pela Constituição Federal e que recebe recursos oriundos do ICMS, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

O novo leiaute traz campos relativos ao FCP para operações internas ou interestaduais com ou sem substituição tributária, devendo ser identificado o valor devido em decorrência do percentual do imposto recolhido ao fundo. Base de cálculo e ocorrência de retenção aplicada o FCP também receberam novos campos.

Outra informação importante é que o campo indicador da forma de pagamento agora passa a integrar o Grupo de Informações de Pagamento, que, por sua vez, inova ao prever o preenchimento com dado sobre o valor de troco.

Além disso, se antes o campo se restringia a informar se o pagamento ocorreu à vista ou a prazo, agora é preciso informar qual o meio de pagamento utilizado, como dinheiro, cheque, cartão de crédito, de débito ou vale alimentação, entre outros.

Também aparecem entre as novidades da NF-e 4.0 as seguintes modificações:

* No Grupo Identificação da Nota Fiscal Eletrônica, o campo Indicador de presença (indPres) agora pode ser preenchido com a opção 5 (operação presencial, fora do estabelecimento), que é o que ocorre no caso de venda ambulante.

* Por sua vez, o Grupo X-Informações do Transporte da NF-e ganhou duas novas modalidades de frete. São elas: transporte próprio por conta do remetente e transporte próprio por conta do destinatário.

* Já o Grupo Rastreabilidade de Produto, que hoje não existe, passará a vigorar no novo leiaute. Sua função é trazer informações que permitam o rastreamento de produtos sujeitos a regulações sanitárias, como é o caso de defensivos agrícolas, itens veterinários, odontológicos, medicamentos, bebidas, águas envasadas e embalagens.

* Por fim, quando se trata de medicamentos, o código da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve ser informado em campo específico que estreia nesta versão do documento.



Prepare-se para a NF-e 4.0: a Computers Service Informática está pronta

Neste artigo, falamos sobre as principais mudanças na emissão de notas fiscais promovida pela atualização de seu leiaute. Como muitas dessas alterações são de linguagem técnica, você que é dono de negócio pode imaginar que o conteúdo tenha interesse restrito.

Mas não se engane: a estimativa é que haja 1,3 milhão de empresas emissoras de NF-e no Brasil. Todas elas terão que adaptar seus sistemas ao novo padrão.

Menos mal para você se já utiliza uma solução completa, como a ofertada pela Computers Service Informática, que vai além da emissão de NF-e para disponibilizar uma ferramenta que agrega resultados ao controle e à gestão financeira.

Se você já faz uso da tecnologia, aproveite o novo leiaute da nota fiscal eletrônica para que possa estabelecer um período de transição confortável e seguro. Lembrando que a correção no documento é fundamental para prevenir problemas com órgãos de fiscalização e para tornar a tomada de decisão na empresa mais simples e eficiente.

Ainda não é cliente? Comece agora.

sábado, 11 de agosto de 2018

Segurança da informação em empresas: maiores riscos e como se proteger!



É muito comum hoje em dia escutarmos notícias na mídia sobre cyber-ataques e falhas na segurança da informação em grandes corporações e até em órgãos governamentais, como o que aconteceu nos Estados Unidos ano passado e este ano. O mais alarmante é que esses ataques, conhecidos também como sequestro de dados (ataque ransomware, WannaCry, crypto-ransomware), estão atingindo empresas brasileiras de pequeno e médio porte, devido a maior vulnerabilidade.

Um estudo publicado pela ESET aponta que 65% das empresas brasileiras já tiveram problemas com a segurança da informação, e o mais assustador disso é que mais da metade das empresas pesquisadas tem política de segurança definida.

Com a tecnologia à disposição de todos e totalmente inserida no nosso dia a dia, criou-se um ambiente bastante fértil para os “ladrões” de dados fazerem o download de todas essas informações. Em função disso, há a tendência de cada vez mais as empresas investirem na segurança da informação. Segundo artigo publicado pela PWC, a média de orçamento com segurança da informação aumentou 51% nas empresas em relação ao ano passado.

Em uma empresa da indústria da construção a preocupação não é diferente, há uma quantidade imensa de dados e informações que precisam ser muito bem preservadas, pois elas são essenciais para o negócio. Já imaginou que pesadelo perder todos os seus projetos, orçamentos e documentos? Pensando nisso, desenvolvemos esse conteúdo, para alertar quanto aos riscos (pontos de vulnerabilidade) aos quais sua empresa está exposta, orientar sobre prevenção e demonstrar os benefícios em despender maior atenção a essa operação em sua empresa.


Fique atento:

1 – Não possuir uma política de back-up:

Se você trabalha com servidor local, provavelmente tem em sua empresa alguém responsável por realizar o backup dos dados periodicamente. Mas será que esse período é suficiente? O backup é salvo em local seguro? A PWC divulgou que 25% das empresas têm processos organizados para prevenir a perda de informações. A maioria delas faz backups manuais e apenas de vez em quando verifica se as cópias foram realizadas corretamente. No modelo de sequestro de dados, a maior perda das empresas, além de ter seus dados em mãos de terceiros, é não saber por onde recomeçar o trabalho, pois não tem backup ou o mesmo está desatualizado.

2- Servidor:

Centralizar os dados da empresa em um servidor local é um grande fator de vulnerabilidade. A dica de segurança é: use um data center. Uma pesquisa da PWC mostra que 47% das empresas entrevistadas utilizam computação na nuvem, 24% a mais que ano passado, sendo que dessas empresas 59% informam que sua postura em relação a segurança melhorou.

3 – Imprimir documentos:

Você costuma imprimir documentos com informações importantes? Poucos sabem, mas as impressoras são uma das principais fontes de vazamento de dados.

4- Senhas fáceis de descobrir:

Os hackers constantemente criam novas estratégias de ataque e softwares para descobrir senhas. Os programas mais conhecidos testam nomes próprios, palavras do dicionário ou títulos de filmes e nome de personagens famosos, e testam milhões de combinações de letras e números possíveis até descobrir a correta. Pode parecer um ponto simples, mas é uma das formas mais fáceis de um hacker invadir seus dados.


5 – Inimigos internos: 


Parece banal, mas grande parte das empresas tem suas informações corrompidas pelo próprio quadro de funcionários, sendo eles ativos ou ex-funcionários. O motivo é óbvio, o acesso às informações da empresa está aberto para todos que trabalham na organização, por isso é essencial que exista uma limitação de acessos por usuário.

Está cada vez mais difícil de escapar dos cyber-ataques, infelizmente a tecnologia utilizada pelos hackers só evolui, por isso a dica para as empresas é: veja o trabalho de segurança de dados como um investimento e monte uma estratégia de segurança da informação, olhando sempre para todo seu ecossistema, assim como para as ferramentas usadas.

Veja algumas dicas para preparar sua empresa contra ameaças futuras:


1- Implante ferramentas que notifiquem em tempo real as atividades suspeitas em hardware e aplicativos de rede.


2 – Crie um Programa de Treinamento e Conscientização sobre segurança de dados com o quadro de funcionários.


3- Faça controle de acesso prioritário para usuários: se você utiliza um software na sua empresa, ele deve ter histórico das ações e acessos diferentes para usuários, contendo as informações que são necessárias para desempenhar o seu trabalho. Isso é muito importante para que somente as pessoas certas tenham acesso a determinados dados.


4- Realize backup periódicos. Indiferente se seus dados são armazenados em servidor local ou em Data Center contratado a realização de backup periódicos são fundamentais. Algumas empresas realizam backup mensal, o que pode ser um bom começo, mas ainda expõe a empresa a ficar parada sem ter o histórico de possíveis 30 dias em caso de sequestro de dados. Outras empresas, mais precavidas realizem o procedimento diariamente, ao final de cada período do dia ou até de hora em hora.


5- Hospede as informações da sua empresa em um Data Center seguro, com normas de segurança bem definidas, back-up de dados e com excelente reputação.



6- Garanta a criptografia dos dados: principalmente para dispositivos móveis. Arquivos com relatórios sensíveis, como planilhas financeiras, planos de marketing e minutas de contratos, devem ser protegidos por sistemas de criptografia.


7- Adote termos de confidencialidade! Muitas vezes, funcionários, colaboradores terceirizados e fornecedores externos precisam acessar dados de sua empresa para realizar suas atividades. O ideal é que para esse tipo de relação seja pré-estabeleciado termos de confidencialidade.



Com essas dicas em prática, sua empresa estará muito mais segura, até porque fazer um cyber-ataque a uma empresa que tenha tomado as devidas precauções pode ser um risco!

Então está mais do que na hora da sua empresa fazer o que todas as empresas do Brasil e do mundo estão fazendo e investir em tecnologia da informação. Mas tem mais um fator que você deve considerar: como mencionamos, a tecnologia utilizada pelos hackers evolui muito rápido, então, caso você não tenha uma equipe de TI especializada, nossa última dica é manter o foco no seu negócio, e contar com o suporte de uma empresa especialista em tecnologia de informação para assegurar sua empresa.


domingo, 5 de agosto de 2018

Conectividade: a importância de preparar-se com uma estrutura de colaboração adequada




Conectividade e mobilidade são mandatórias no mundo corporativo. Isto é algo que não se questiona. O cenário atual é de um ambiente cada vez mais competitivo, em que aumentar a produtividade e melhorar a eficiência faz toda a diferença para a sobrevivência dos negócios. E, por mais que isso não seja novidade, ainda há dúvidas se as empresas estão realmente preparadas para a colaboração e para a era da mobilidade.

No Brasil, segundo estimativas de conhecida empresa de espaços compartilhados, 55% dos brasileiros fazem pelo menos um dia de home-office por semana. E, por mais que as empresas já estejam aderindo a essa tendência irreversível, cerca de 20% delas alega que um dos desafios de se trabalhar remotamente é a dificuldade de acesso aos documentos da empresa.

Um estudo do Gartner também confirma esse despreparo: até 2020, 75% das empresas irão enfrentar rupturas consideráveis de negócios por não estarem alinhadas com as competências de infraestrutura e operações que o momento exige.


Mas, o que realmente dá vida e coloca em prática a conectividade? A resposta encontra-se nas soluções de colaboração, que permitem a implementação e manutenção da conectividade e adesão ao real cenário de mobilidade, possibilitando o fornecimento de serviços a qualquer hora e em qualquer lugar. Elas facilitam a interação entre os usuários e entre a fonte dos dados. Aliás, essa é a vantagem da mobilidade: acessar dados, áudio, vídeos e pessoas de qualquer lugar.

Está mais do que na hora das empresas brasileiras investirem em infraestrutura de colaboração, especialmente cloud computing, para não correrem o risco de ficar para trás neste cenário. Investir em soluções de redes sem fio, videoconferência, softphone, comunicações unificadas, data center e outros softwares, é algo urgente. Porém, para que uma empresa consiga desfrutar dos benefícios destes recursos inovadores, é preciso escolher uma infraestrutura acessível e de alto desempenho, que consiga suportar muitos dispositivos móveis e aplicativos em nuvem, em tempo real.


Além disso, a empresa deve ter em mente que tudo deve ser realizado com o máximo de segurança possível – o que geralmente é o “ponto falho” da maioria das soluções desenvolvidas para usuários. Uma visão 360º do que precisa ser feito, o apoio de um parceiro de TI especializado em soluções de colaboração e uma infraestrutura de data center de qualidade e adequada, vão fazer toda a diferença nesse sentido.

Em suma, é evidente que a conectividade deve ser sim o primeiro passo. Mas, somente a partir da compreensão do seu papel, bem como da combinação correta das tecnologias que viabilizam a colaboração, é que será possível alcançar a tão sonhada vantagem competitiva. Aí sim as empresas estarão preparadas.

Fonte: http://helpdigitalti.com.br/blog/conectividade-a-importancia-de-preparar-se-com-uma-estrutura-de-colaboracao-adequada/

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

E-mail corporativo: TUDO o que você precisa saber.


O que chamamos de e-mail corporativo, nada mais é do que ter um serviço de e-mail usando um domínio próprio da empresa, ao invés de utilizar sistemas gratuitos como Hotmail ou Gmail. Quando sua empresa tem um e-mail empresarial, seus endereços de e-mail vão ser parecidos com esse - seunome@nomedasuaempresa.com.br.

De cara já dá para perceber que é muito mais profissional e passa muito mais credibilidade para seus clientes e parceiros, utilizar um e-mail com o nome da sua empresa do que algo como @gmail.com ou @outlook.com, concorda?

Neste artigo veremos algo sobre o e-mail corporativo.
Como implantar um na sua empresa, quais os tipos de servidores de e-mail e muito mais

Continue a leitura e vire um expert no assunto!

1º O que é E-mail Corporativo?

O termo e-mail significa eletronic mail, ou, em português, correio eletrônico e foi inventado em 1971 por Ray Tomlinson – Se você quiser ou se interessar em se aprofundar na história segue o link = https://pt.wikipedia.org/wiki/E-mail#Hist%C3%B3ria

O termo E-mail Corporativo é usado para definir serviços de e-mail que foram desenhados para atender necessidades específicas das empresas. Algumas dessas necessidades são:

Poder usar o domínio da empresa no endereço de e-mail dos funcionários. Algo como seunome@nomedasuaempresa.com.br.


- Ter o controle sobre quem pode enviar ou receber e-mails em nome da empresa.

- Controlar as informações da empresa de forma centralizada.

- Poder ter backups das mensagens trocadas.

- Poder compartilhar informações entre os usuários do sistema de e-mail como agendas e contatos.

Quando se usa um bom sistema de e-mail personalizado para sua empresa, você tem o controle de tudo que seus colaboradores enviam ou recebem, evitando assim distrações com mensagens que não são pertinentes ao trabalho. O que não seria possível se você usasse um sistema de e-mails gratuito como Gmail e Hotmail.

Mais à frente veremos as diferenças entre um sistema de e-mail corporativo e um gratuito, e por que sua empresa não deve usar um sistema gratuito de e-mails.

2º O que precisa para ter um e-mail com nome da empresa

Para um sistema de e-mail funcionar é preciso basicamente duas coisas: um servidor de e-mail e um servidor DNS. Esses serviços podem ser contratados de provedores ou mesmo hospedados na sua empresa.

3º O que é servidor DNS

Um servidor DNS é o responsável por localizar o endereço do servidor do seu site quando alguém digita o seu domínio. Um exemplo.

Quando alguém digita www.seudominio.com.br no navegador, envia uma requisição para o servidor DNS que indica para o seu computador qual servidor está hospedado seu site.

Se você mandar um e-mail para um e-mail tipo comercio@comercio.com.br, o servidor DNS vai redirecionar a requisição para o servidor de e-mail que irá tratar a mensagem e enviar a quem cuida dessa caixa postal.

Essa é uma explicação bem simplória do que é um servidor DNS, mas é o suficiente para que você entenda o conceito.

4º O que é um servidor de e-mail

Continuando com o exemplo acima, assim que o servidor DNS redireciona o e-mail para meu servidor de e-mail, ele receberá a mensagem e a tratará conforme as regras que foram definidas pelo administrador.


Um servidor de e-mail basicamente é um serviço que recebe as mensagens enviadas para sua empresa e as direciona para um dos destinatários, além de também controlar a segurança para que ninguém leia a sua mensagem a não ser somente você.

Existem vários tipos de servidores ou serviços de e-mail. Abaixo vamos falar sobre cada um deles.

5º Tipos de servidores de e-mail

Existem basicamente quatro tipos de serviços ou servidores de e-mail no mercado. Abaixo faço uma análise sobre cada tipo.

6º Serviço de e-mail gratuito

Nessa categoria entram os serviços do Gmail (Google), Hotmail (Atual outlook Microsoft) e similares. São serviços gratuitos de e-mail que oferecem a possibilidade para que você possa ter o seu próprio endereço de e-mail.

Estes serviços são extremamente limitados e fazem dinheiro vendendo publicidade e seu histórico de navegação. Não vou entrar em mais detalhes agora, pois temos mais abaixo um tópico detalhado de por que você não deve usar um serviço de e-mail gratuito na sua empresa.

O que importa é que tenha em mente que esses são serviços exclusivos para uso doméstico e não empresarial.

7º os servidores de e-mail, de provedores de hospedagem

Aqui já entram os serviços de e-mail oferecidos por provedores como Locaweb, Hostgator e tantas outras centenas de provedores de hospedagem compartilhada.

Além de poder hospedar a sua página na Internet (Identidade digital – sua empresa vista no mundo), você pode ter seu e-mail mais professional (seunome@seudominio.com.br), aonde você poderá usar o nome de sua empresa e ou recursos de sua empresa, como exemplo atendimento@seudominio.com.br


Para empresas de grande porte (aonde possuem seu próprio data-center), podem usar dos modelos gratuitos ou pagos, como softwares Open Source como Zimbra e similares ou os pagos como o Exchange da Microsoft.

8º Servidor de e-mail empresarial na nuvem

Esse é um movimento que cresceu muito nos últimos 02 anos. Várias empresas estão seguindo essa tendência.

Como exemplo de serviços de e-mails empresariais na nuvem temos: o Exchange Online dentro do Office 365 da Microsoft, o Gmail dentro do Gsuite da Google, entre alguns outros competidores menores.

Esses serviços de e-mails corporativos são uma evolução dos serviços de e-mail oferecidos pelos antigos provedores de hospedagem ou de e-mail “hosteado”.

Neste modelo, fabricantes como Microsoft ou Google, oferecem um serviço de e-mail com recursos infinitos em um ambiente elástico e altamente seguro, onde, de fato, você só paga pelo o que consumir.

O fornecedor de e-mail na nuvem cobra somente pelos usuários que estão consumindo recursos e ele passa a ficar responsável por toda a plataforma de e-mail, sendo você somente responsável pela configuração e criação dos usuários e regras de negócio.

Abaixo destaco os diferenciais deste modelo de contratação de e-mail corporativo:

- Alta disponibilidade – Serviços como o Office 365 da Microsoft oferecem uma garantia de disponibilidade na casa dos 99,9%, o que garante que seu e-mail estará sempre disponível sem paradas.

- Acesso de qualquer lugar– Você acessará o seu e-mail de praticamente qualquer dispositivo de qualquer parte do mundo, sempre através de uma conexão segura e criptografada.

- Recursos avançados de colaboração – Esses provedores de nuvem costumam oferecer muito mais que somente serviço de e-mail, oferecendo junto uma série de ferramentas de colaboração e produtividade que tornam seu time de trabalho muito mais produtivo.

- Integração com a sua rede corporativa – Com esses serviços de e-mail na nuvem, é possível integrar seu ambiente de e-mail com a sua rede corporativa.

Outra grande vantagem deste modelo de contratação de serviços de e-mail empresarial, é poder ter os mesmos recursos que antes estavam disponíveis somente para grandes corporações pagando um valor baixo por usuário.

9º por que uma empresa não deve usar e-mail gratuito?

Me desculpe a sinceridade, mas se a sua empresa ainda não possui um dominio.com.br para chamar de seu, ela está fadada ao fracasso.

O mundo se tornou digital. As pessoas só compram ou são influenciadas a comprar pelo conteúdo que leem na internet. Ter um site é o básico para os seus clientes acharem a sua empresa.

E se você já tem um site público, não importa se .com, .org ou qualquer outro sufixo, não faz sentido você continuar usando um e-mail @gmail.com correto?

Eu adoro listas porque elas simplificam o entendimento. Então aqui vai mais uma lista de motivos de por que não usar um e-mail gratuito na sua empresa.


- Sem identidade – Qual a credibilidade que você passa quando envia um e-mail para um cliente ou um fornecedor com @gmail.com? Nenhuma! É muito barato ter um e-mail empresarial para chamar só de seu.

- Sem gerência – Um e-mail gratuito não permite gerenciamento dos usuários. Se sua empresa tem mais de três usuários já é um convite para o caos. Imagine se um funcionário resolver pedir demissão sem avisar? Ele leva todos os e-mails com ele. Se bobear até os clientes.

- Você está sendo espionado – Já reparou que esses serviços de e-mail gratuitos acertam bastante nos anúncios que oferecem no topo ou na lateral do Webmail? Sabe por quê? Porque eles estão te espionando! Lendo as suas mensagens em cada e-mail! Sabendo disso você vai continuar deixando eles lerem as mensagens da sua empresa?

- Sem garantias – Sim, é difícil esses e-mails ficarem fora do ar., mas se derem problemas, você não tem para quem reclamar! A sua empresa pode ficar à mercê disso?

Talvez a sua empresa esteja começando. Talvez esteja passando por uma crise e tenha pouco dinheiro. Mas uma coisa eu tenho certeza, é melhor usar um e-mail de provedor de hospedagem antigo e com poucos recursos do que usar um e-mail gratuito.

Assim, quando sua empresa crescer ou se recuperar, você poderá migrar para uma solução de e-mail empresarial.

10º como criar um e-mail corporativo

Depois de explicado os tipos de serviços/servidores de e-mail que existem e de ter entendido que uma empresa não deve usar um serviço de e-mail gratuito, é chegada a hora de tomar a decisão e escolher o seu próximo serviço de e-mail empresarial.

Antes de implantar um e-mail para sua empresa, você deve avaliar os seguintes pontos:

- Já utiliza algum serviço de e-mail empresarial com o seu domínio?

- Vai criar o serviço de e-mail do zero ou vai migrar os dados do serviço de e-mails antigo?

- Quantos usuários (e não quantas caixas de e-mail) vai usar no novo serviço de e-mail?

- Qual o tamanho médio atual das caixas postais (em GB)?

- Qual o tamanho da maior caixa postal (em GB)?

- Qual a capacidade de upload do seu link?

- Qual o tamanho da sua equipe de TI?

- Possui gente capacitada para operar o novo serviço de e-mail?

- Não faz mais sentido terceirizar?

- Qual o custo por mailbox do serviço de e-mail que pretende contratar?

- Precisa de algum outro serviço além de e-mail, como suíte de produtividade (ex.: Office), chat corporativo e outras ferramentas periféricas?


Características essenciais

- Oferecer a possibilidade de usar o domínio público da sua empresa;

- O Webmail deve usar uma conexão SSL para comunicação entre o seu computador e o servidor;

- Permitir o sincronismo das mensagens entre vários dispositivos com atualizações simultâneas;

- Ter o armazenamento das mensagens, agendas e contatos todos na nuvem;

- Ter um bom espaço para armazenamento de mensagens para cada um dos usuários;

- Ter um SLA (Garantia de disponibilidade) definido em contrato com punições financeiras caso não cumpra;

- Ter um canal prático e rápido para suporte técnico;

- Ter ferramentas de controle e prevenção de de malware e spam e que sejam efetivas.

É importante fazer uma análise de TCO (Custo total de propriedade) da solução e-mail que está pensando contratar, levando sempre em consideração a rotatividade da equipe, considerando o médio ou longo prazo.

Depois de ter pensado em todas as questões, é hora de escolher o seu próximo fornecedor de e-mail corporativo.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Imprimir várias páginas do Excel em uma folha de papel


Você pode imprimir várias páginas da sua planilha do Excel em uma única folha de papel. Você pode fazer isso seguindo as seguintes etapas:

1º. Exiba a guia Layout da página da faixa de opções.

2º. Clique no ícone pequeno no canto inferior direito do grupo Configurar página. Excel exibe a caixa de diálogo Configurar página.

3º. Clique no botão Opções. O Excel exibe a caixa de diálogo Propriedades da impressora.

4º. Procure pelas guias disponíveis para localizar uma que tenha um controle de páginas por folha ou um controle de várias páginas. Na minha impressora, é a guia Recursos; no seu, pode ser diferente. (Veja a Figura 1.)

(Figura 1)

Figura 1. A guia Recursos da caixa de diálogo Propriedades do documento da impressora.

Usando o controle Páginas por folha (ou o controle de múltiplas páginas), especifique quantas páginas deseja imprimir em cada folha de papel.

Clique em OK para descartar a caixa de diálogo Propriedades da impressora.

Clique em OK para descartar a caixa de diálogo Configurar página.

O ExcelTips é a sua fonte de treinamento econômico do Microsoft Excel. Esta dica (6214) se aplica ao Microsoft Excel 2007, 2010 e 2013. Você pode encontrar uma versão desta dica para a interface de menu mais antiga do Excel.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Patrocinado



 Rodovia Amaral Peixoto Km 70 - Bacaxá - Saquarema - RJ
Tel (022) 2653-0845
www.casaegranito.com.br

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

domingo, 15 de julho de 2018

Remodelagem de nosso blog

Estamos remodelando todo o nosso blog, para trazer novas postagens que com certeza vai agradar ao público.


Aguardem !!, muitas novidades estão por vir, fiquem atentos !!!

Agradecemos a todos a compreensão